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	<title>Sempre Algo a Dizer</title>
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	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 15:45:39 +0000</pubDate>
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		<title>Antes que, a gosto, se vá</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 19:06:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Jamais agosto fez valer tão fortemente sua alcunha de mês de degosto. Cheio de outras frases feitas, vai sem deixar saudades. Dias de sangue, suór e lágrimas. Em Beijing. Aqui, nem beijins, nem lágrimas. Apenas uma placidez forçada, há muito ensaiada, necessária para a sobrevivência.
Agosto já vai tarde e leva com ele seu gosto amargo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Jamais agosto fez valer tão fortemente sua alcunha de mês de degosto. Cheio de outras frases feitas, vai sem deixar saudades. Dias de sangue, suór e lágrimas. Em Beijing. Aqui, nem beijins, nem lágrimas. Apenas uma placidez forçada, há muito ensaiada, necessária para a sobrevivência.</p>
<p align="justify">Agosto já vai tarde e leva com ele seu gosto amargo de amor contariado, de vida seqüestrada, de planos abortados, de exílio forçado.</p>
<p align="justify">Antes da tempestade, porém, sopraram brisas de afeto e respeito, ares alegres, lufadas de esperança. Para não ficar em dívida, segue abaixo algumas histórias prometidas. Afinal, todo bom momento, independente da brevidade de sua existência, merece ser lembrado.</p>
<p align="justify">No <a href="http://www.flickr.com/photos/sandrofortunato" target="_blank"><strong>flog</strong></a>, outros registrados apenas pelo olhar.</p>
<p align="justify">Ao fundo, uma música de Caymmi que, diferente de Florentino Ariza, passou toda a vida com seu amor e, na morte, esperou apenas onze dias para tê-lo outra vez a seu lado.</p>
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		<title>Dos mestres com carinho</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 14:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amigos]]></category>

		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>

		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[
Caí sem avisos no primeiro dia do II Festival Literário de Natal. Aquela segunda, 4 de agosto, escondia surpresas e momentos desses que devem ser guardados em relicários.
Antes da abertura do Festival, aproveitando a solicitação apressada de alguns a Nei Leandro de Castro para que autografasse seus exemplares da nova edição de O Dia das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/neyfmora.jpg" border="0" height="222" width="600" /></p>
<p align="justify">Caí sem avisos no primeiro dia do <em>II Festival Literário de Natal</em>. Aquela segunda, 4 de agosto, escondia surpresas e momentos desses que devem ser guardados em relicários.</p>
<p align="justify">Antes da abertura do Festival, aproveitando a solicitação apressada de alguns a <strong>Nei Leandro de Castro </strong>para que autografasse seus exemplares da nova edição de <strong><em>O Dia das Moscas</em></strong>, apresentei meus dois exemplares: o novo e um da primeira edição, lançada 25 anos antes pela Codecri.</p>
<p>A situação única e provavelmente inesperada, valeu uma dedicatória carinhosa do autor:</p>
<p><strong><em>Para Sandro, que está lendo este livro aos 5 anos de idade , o abraço de Nei Leandro – Natal, 4.08.1983<br />
</em></strong><br />
Além da gentileza de me deixar com 30 anos quando já enxergo uma década a mais se aproximando, as palavras de Nei me deixaram como o primeiro a ter um exemplar de <em>O Dia das Moscas </em>autografado. O lançamento aconteceu no Rio de Janeiro no final de agosto de 1983.</p>
<p align="justify">Em seguida, Nei abriu a Feira falando principalmente sobre <strong><em>As Pelejas de Ojuara</em></strong> e sua adaptação para o cinema (<em>O homem que desafiou o diabo</em>). O escritor sempre foi reconhecido por seus iguais, mas “o povo” – principalmente o de Natal, que exige muitos leões mortos em savanas distantes para lançar um rápido olhar de admiração – estava lá para ver quem escreveu aquela historieta mostrada por maus atores. Historieta que <strong>NÃO</strong> foi escrita por ele, pois, tirando seus minutos iniciais, a adaptação está longe de fazer jus à tremenda história contada nas páginas de <em>As Pelejas de Ojuara</em>.</p>
<p align="justify">Enquanto isso, bem ao lado, a praça de alimentação do Natal Shopping se converteu em praça de agradáveis encontros e reencontros. Começou com <a href="http://colunas.digi.com.br/author/meire" target="_blank"><strong>Meire Feia-mas-te-amo Gomes</strong></a> e sua amiga <strong>Carol</strong> que formaram, junto a mim, uma mesa inusitada na qual se revelou algo, para mim, até então impensável: três pessoas que concordaram, expontaneamente, que o melhor filme brasileiro de todos os tempos é <em>Lavoura Arcaica</em>.</p>
<p align="justify">Na seqüência, <strong>Cláudio Damasceno</strong>, <a href="http://acacioas.digi.com.br" target="_blank"><strong>Santo Acácio</strong></a>, <strong><a href="http://www.cefascarvalho.blogspot.com" target="_blank">Cefas Carvalho</a></strong> e <a href="http://www.teatroclaudiamagalhaes.blogspot.com" target="_blank"><strong>Cláudia Magalhães</strong></a>, <a href="http://colunas.digi.com.br/author/patricio" target="_blank"><strong>Patrício Junior</strong></a>, o grande <strong><a href="http://canindesoares.blog.digi.com.br" target="_blank">Canindé Soares</a></strong> e a pequena (no tamanho) <a href="http://colunas.digi.com.br/author/tatiana" target="_blank"><strong>Tatiana Lima</strong></a>. Espero não ter esquecido ninguém.</p>
<p align="justify">Então chegou a vez do Mago. Não o Coelho, sobre quem escreveu, mas o <em>Mago das biografias</em>. Com um olho no chopp e outro na fila, esperei que essa diminuísse e, mais uma vez, fui para o final.  Abri meu coração sujo com <strong>Fernando Morais</strong>. Se soubesse que ele estaria lá, teria viajado com todos os seus livros para que fossem devidamente autografados. Apresentei-lhe o <a href="http://www.memoriaviva.com.br" target="_blank"><em><strong>Memória Viva</strong></em></a>, falei sobre minhas pesquisas para as biografias de <strong><a href="http://www.memoriaviva.com.br/appe" target="_blank">Appe</a></strong> e <a href="http://www.memoriaviva.com.br/carlosestevao" target="_blank"><strong>Carlos Estevão</strong></a> e joguei a culpa de tudo isso sobre ele. Com um sorriso de quem conhece as responsabilidades  – as próprias e as alheias – de se contar a vida de alguém, tascou na dedicatória:</p>
<p align="justify"><strong><em>Para Sandro Fortunato, que entende disto como ninguém, com o abraço e o carinho de Fernando Morais.</em></strong></p>
<p>Precisava de algo mais para ganhar o dia e tomar fôlego para os livros que estão por vir?</p>
<p>Aos mestres, meu agradecimento, minha admiração e o reconhecimento da dívida a ser paga com histórias muito bem contadas.</p>
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		<title>Vô Moacyr versão 8.8</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 13:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>

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		<description><![CDATA[
Nesse 4 de agosto, meu avô Moacyr completou 88 anos. Toda vez que ele faz aniversário, penso sobre o que se pode fazer com tanto tempo de vida. Ainda estou a quase uma década de metade disso. Penso que minha vida nem começou.
Também penso no que pode não se fazer. Meu avô ainda tem uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img border="0" width="600" src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/moacyr3.jpg" height="188" /></p>
<p align="justify">Nesse 4 de agosto, meu avô <strong>Moacyr</strong> completou 88 anos. Toda vez que ele faz aniversário, penso sobre o que se pode fazer com tanto tempo de vida. Ainda estou a quase uma década de metade disso. Penso que minha vida nem começou.</p>
<p align="justify">Também penso no que pode não se fazer. Meu avô ainda tem uma boa aparência, mas está bem caidinho. Passa a maior parte do tempo deitado, dormindo ou vendo tevê. Tem dificuldade em diferenciar os dois únicos netos e embaralha todas as histórias que viveu: pessoas, lugares, épocas.</p>
<p align="justify">Quando perguntei quantos anos estava fazendo, respondeu cheio de certeza: <strong><em>71</em></strong>. Não estava brincando. Ele estava certo disso. Quando eu disse que estava fazendo 88, reagiu com a mesma convicção: <strong><em>Mas não é mesmo!</em></strong></p>
<p align="justify">Vô Moacyr parece ter terminado sua história em 1991, quando ainda estava bem ativo, trabalhando, pegando seu ônibus para gravar algum programa ou comercial na Globo. A toda hora ele folheia revistas nas quais aparece em fotonovelas, mostra a alguém, diz que era um tempo muito bom e que tem “<em>uma pilha assim de revistas no Rio, que eu pego quando quiser</em>”.</p>
<p align="justify">Em seu quartinho, perdido no tempo e zapeando na tevê, ele nem imagina que aparece no <em>Canal CineBrasil</em> com alguma frequência. Outro dia reconheci seus cabelos grisalhos numa correria de jornalistas em uma cena de <em>O Caso Cláudia </em>(1979). Fazia as vezes de fotógrafo. Na primeira foto da sequência acima ele aparece (no canto direito) em uma cena de <em>A Dama do Lotação</em> (1978). Na segunda foto (ele é o da direita), dá uma idéia de como o neto ficará vestindo o fardão da ABL. Na terceira, nós dois no último dia 4: <strong>ele com 71, eu com 19 anos</strong>. Em algum lugar no tempo, isso faz todo sentido.</p>
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		<title>Velhos palhaços na estrada</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 13:48:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Nos últimos instantes de meu último e involuntário ato na Rainha da Borborema, assisti aos Clowns de Shakespeare. Houve ainda uma tentativa de ver algo da apresentação do Cordel do Fogo Encantado. O algo ficou só no bis e na observação de que não se pode aprender a ser palhaço. Você é e pronto.
Na manhã [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/yamacesar.jpg" border="0" /></p>
<p align="justify">Nos últimos instantes de meu último e involuntário ato na Rainha da Borborema, assisti aos <a href="http://www.clowns.com.br" target="_blank"><strong>Clowns de Shakespeare</strong></a>. Houve ainda uma tentativa de ver algo da apresentação do Cordel do Fogo Encantado. O algo ficou só no bis e na observação de que não se pode aprender a ser palhaço. Você é e pronto.</p>
<p align="justify">Na manhã seguinte, partindo para o exílio sem saber, vencida a etapa de chão paraibano, iniciei um papo de velho com <strong>Fernando Yamamoto</strong>. “<em>Lembra?</em>”, “<em>naquele tempo&#8230;</em>” e outras expressões que entregam a idade de qualquer um iniciavam boa parte das frases. Quinze anos é algum tempo. É o tempo que nos conhecemos. Já rodamos bastante e, vez por outra, nossos caminhos se cruzam. Nesses momentos, completamos algumas lacunas: “<em>o que está rolando</em>”, “<em>como foi</em>”, “<em>e aquela história</em>”&#8230;</p>
<p align="justify"><strong>César Ferrário</strong> acorda e se junta à conversa. Logo percebe que é difícil fugir “daquele tempo”. Então começa a reconhecer as mudanças recentes, que também existe uma “<strong>crise dos 30</strong>”, durante a qual insistimos em <em>adolescer </em>em vez de envelhecer.  Histórias como a de Fernando se metendo a bater cabeça ao som de Iron, em casa, e ficando todo quebrado depois de duas músicas; meu quase infarto depois de uma nadada no mar de Jacumã ou a excursão de César com um grupo de terceira idade mostra a difícil adaptação do adolescente de 30 anos.</p>
<p align="justify">E quando o papo recai sobre as filhas, o grande medo é que canalhas como todos já fomos se aproximem delas. Filhas deveriam ser freiras ou casar somente depois dos 40. Fica difícil bancar o adolescente quando se corre o risco de ser avô.</p>
<p align="justify">Natal, esta cidade para se pagar karma, chega mais uma vez e cada um desce em uma parada. Novos pontos de partida, novas histórias começando. Cada clown inventa um personagem e segue seu caminho, sem saber o que esperar da próxima platéia e até se haverá alguma. O que importa é o que se faz no palco. Vamos ao próximo ato.</p>
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		<title>The Great Stone Face</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 17:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Aberto um velho armário, encontrei-o quase vazio.
A um canto, a máscara de Buster Keaton.
Coloquei-a e cerrei as portas.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Aberto um velho armário, encontrei-o quase vazio.<br />
A um canto, a máscara de Buster Keaton.<br />
Coloquei-a e cerrei as portas.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>08.08.08</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 15:24:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, não derramei nenhuma lágrima.
Hoje, nenhum inocente morreu.
Hoje, apesar da dor, sinto-me mais leve.
Amanhã há de ser outro dia&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Hoje, não derramei nenhuma lágrima.<br />
Hoje, nenhum inocente morreu.<br />
Hoje, apesar da dor, sinto-me mais leve.</strong></p>
<p><em>Amanhã há de ser outro dia&#8230;</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Anteriormente na vida&#8230;</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/08/05/anteriomente-na-vida/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 17:08:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; e brevemente neste blog:

 O barulho dos Clowns em Campina Grande
A conversa de velhos  entre Fernando Yamamoto,  César Ferrário e o jovem Sandro Fortunato em um ônibus a caminho de Natal
Os 88 anos do vô Moacyr
O dia em que minha idade diminuiu duas vezes
O Dia das Moscas e a gentil dedicatória de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; e brevemente neste blog:</p>
<ul>
<li> O barulho dos <strong>Clowns</strong> em Campina Grande</li>
<li>A conversa de velhos  entre <strong>Fernando Yamamoto</strong>,  <strong>César Ferrário</strong> e o jovem <strong>Sandro Fortunato</strong> em um ônibus a caminho de Natal</li>
<li>Os 88 anos do vô <strong>Moacyr</strong></li>
<li>O dia em que minha idade diminuiu duas vezes</li>
<li><em>O Dia das Moscas</em> e a gentil dedicatória de <strong>Nei Leandro de Castro</strong>, que nos levou ao Rio de 1983</li>
<li>Momento &#8220;<em>Confesso que sou fã</em>&#8221; com <strong>Fernando Morais</strong> e a dedicatória que farei valer</li>
<li>Tarde e noite com <strong>velhos e novos amigos</strong> que fizeram de uma segunda o dia mais agradável que passei em Natal nos últimos 8 anos.</li>
</ul>
<p>Tudo em detalhes e fartamente ilustrado. <strong>Nesta quinta, aqui mesmo. </strong>Até lá.</p>
<p align="center"><font color="#aa0c1c"><strong>PS na quinta, às 13h47: retorno e escrevo NA SEXTA!</strong></font></p>
<p align="center"><font color="#aa0c1c"><strong>PS na sexta&#8230; vai sair. E vai ser ótimo. Em breve.<br />
</strong></font></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vaqueiros e heróis de Brasília</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 22:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>

		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

		<category><![CDATA[Memória]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Romance do Vaqueiro Voador conseguiu me tirar da clausura. E foi fácil. Numa dessas incríveis “coincidências”, encontrei Helton Paulino na noite de sexta e fui avisado: “Ó, amanhã pela manhã&#8230;”.
Quando o filme foi exibido na abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 2006, minha cabeça já passeava por outros lugares. Acho até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/candangos.jpg" border="0" height="382" width="600" /></p>
<p align="justify">O <a href="http://www.vaqueirovoador.com.br" target="_blank"><em><strong>Romance do Vaqueiro Voador</strong></em></a> conseguiu me tirar da clausura. E foi fácil. Numa dessas incríveis “coincidências”, encontrei Helton Paulino na noite de sexta e fui avisado: “<em>Ó, amanhã pela manhã&#8230;</em>”.</p>
<p align="justify">Quando o filme foi exibido na abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 2006, minha cabeça já passeava por outros lugares. Acho até que eu não estava na cidade. Perdi de ver <em>Baixio das bestas</em> na telona, não perdi nada em esperar para ver <em>Batismo de Sangue</em> em casa e graças aos céus não vi <em>Cleópatra</em>. O único filme que realmente queria ter visto naquela edição do festival era <em>Romance do Vaqueiro Voador</em>, que nem estava em competição.</p>
<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/rvvdiretor.jpg" align="right" border="0" height="243" width="288" />Sabia apenas que falava sobre <strong>os operários que construíram Brasília</strong>. E assim permaneci, quase virgem de informações, por aproximadamente dois anos, para finalmente vê-lo em uma sala de cinema em Campina Grande, na mesma Paraíba onde nasceram seu diretor, <strong>Manfredo Caldas</strong>, e o ator <strong>Luiz Carlos Vasconcelos</strong>.</p>
<p align="justify">O vaqueiro me pegou de jeito e na hora certa. Não me deu chances de pensar, analisar, criticar.</p>
<p align="justify">Confesso: estou com saudades de Brasília. Confesso duplamente: gosto muito de Brasília. Dos lugares onde morei, foi o único para o qual escolhi ir. E único do qual saí com aquele gosto de “<em>espere que eu volto já</em>”.</p>
<p align="justify"><strong>Adoro Brasília porque é uma cidade inventada.</strong> E quem chega por lá se reinventa. É um lugar repleto de personagens. Uma história que está acontecendo, um livro que está sendo escrito. Foi lá que experimentei ser ninguém e isso, ao contrário do que pensa aquele que sonha ser alguém, é algo maravilhoso e extremamente enriquecedor. Principalmente para uma pessoa como eu, que anda por aí lendo as cidades, as pessoas, as coisas. Só dá para fazer isso sendo invisível ou sendo ninguém.</p>
<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/rvvcartaz.jpg" align="right" border="0" height="418" width="288" />Brasília é uma terra de sonhos. <strong>As pessoas vão para lá atrás de dinheiro.</strong> Podem conseguir muito e agir como senhores de tudo; podem conseguir algum e agir do mesmo jeito até esbarrar com um que tenha muito; podem não ter nenhum e fingir que têm. Em Brasília, parece que todo mundo fica rico. A primeira providência é se reinventar, aprender o que é preciso fazer para ser aceito no mundo dos novos ricos, dos novos estabelecidos. A má educação é esquecida, o passado pobre é anulado, novos hábitos são adquiridos. Agora todos são gente.</p>
<p align="justify">Foi assim desde sempre. Aliás, antes ainda, quando a cidade nem existia. Lá estava o sonho, o Eldorado, o dinheiro, a vida que se sonhou. <strong>Os candangos foram chegando para construí-la com o próprio sangue.</strong> Literalmente. É isso que o <em>Vaqueiro</em> mostra.</p>
<p align="justify"><strong>A história oficial conta que houve apenas uma morte</strong> durante a construção da cidade: a de <strong>Bernardo Sayão</strong>, quando uma árvore caiu sobre a barraca onde ele estava. <strong>Ele também morreu voando.</strong> No helicóptero que tentava levá-lo a um hospital.</p>
<p align="justify">No <em>Romance do Vaqueiro Voador</em> vemos uma conta e uma história diferentes. “<strong>Três ou quatro mortos por dia</strong>”, sepultados em valas comuns ou junto com a obra. Mais de mil para cada ano de construção. Grande parte no “<strong><em>28</em></strong>”, como costumava ser chamado o maior prédio da cidade, o do Congresso.</p>
<p align="justify">Eu trabalhei no “21 do 28”. Para chegar lá, saindo da Asa Norte, percorria toda a extensão da Esplanada dos Ministérios. Em meus primeiros tempos de Brasília, adorava fazer isso a pé. Passava pela rodoviária. Esta sempre vomitando gente vinda do Norte, do Nordeste, de todo canto onde há pouco ou quase nada. <strong>Gente não; uns cabras querendo ser gente.</strong> Milhares de rostos. Passei seis anos prometendo me deter em três pontos: nos barbeiros que cortam cabelo ao ar livre, ao lado da parte baixa da rodoviária; nos que enlouqueceram e nos fantasmas da Esplanada. Mas, ainda que menos apressado que a maioria e curtindo o anonimato, eu também estava com a cabeça em outras coisas e deixei isso passar.</p>
<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/28.jpg" align="right" border="0" height="386" width="288" />Manfredo foi lá e fez muito melhor. Deu voz ao povo para que contasse sua história. <strong>Até hoje muita gente tem medo, não gosta de falar</strong>. No filme, mulher nenhuma fala.</p>
<p align="justify">Essa obra alicerçada com ferro, concreto, carne e sangue <strong>talvez explique muita coisa</strong>, inclusive a antipatia que muitos têm pela cidade, meio século depois, mesmo sem nunca ter pisado nela. Talvez explique a tristeza e o desencontro de muitos que foram morar lá.</p>
<p align="justify">Começo a ver fantasmas que antes pareciam ter histórias isoladas. A queda do avião com o fotógrafo da revista <a href="http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro" target="_blank"><strong><em>O Cruzeiro</em></strong></a>, que cobriu o primeiro baile de debutantes da cidade. Os filmes, recuperados nos destroços, mostravam imagens bizarras, assustadoras, da cidade e das meninas que estavam sendo apresentadas à sociedade. Na edição especial de <em>O Cruzeiro</em> sobre a inauguração da nova capital, o <strong>Amigo da Onça</strong>, personagem que vemos muitas vezes encarnado nos políticos que fazem Brasília, abria o gás do banheiro para a própria mulher morrer. No final do ano seguinte, o próprio <strong>Péricles</strong>, criador e desenhista do personagem, se mataria abrindo o gás do fogão em seu apartamento.</p>
<p align="justify">Em abril de 1960, na festança para a alta corte, os candangos já estavam esquecidos. Um registro mínimo, mas importante, foi o de <strong>Maneco Muller, o Jacinto de Thormes</strong>, na revista <strong><em>Manchete</em></strong>. Intitulada <strong><em>O candango – Herói de Brasília</em></strong>, a crônica da edição que mostrava a inauguração da cidade homenageava aqueles que realmente a construíram. O cronista dizia:</p>
<p align="justify">
<blockquote><p><em>Pena que o candango com sua fibra, bondade e intenção, vá desaparecer. Ele e sua Cidade Livre vão restar apenas na história essencial das coisas brasileiras. (&#8230;) Candango será absorvido pela cidade organizada, e será operário penteado, roupa limpa, sapato novo, dinheirinho no banco. Com o desaparecimento da poeira vermelha, o candango perderá o aspecto heróico e se transformará em folclore.</em></p></blockquote>
<p align="justify">Os candangos não desapareceram. Eles continuam desembarcando ali a três quilômetros do 28, sempre cheios de sonhos e esperanças. A poeira vermelha também continua por lá. Levantada pelo vento, dá uma secura enorme dentro da gente. <strong>Uma secura na alma.</strong> Talvez seja a forma dos candangos lembrarem que continuam lá, que fazem parte da cidade, entrando em cada um, embrutecendo, entristecendo, enlouquecendo os que acreditam ter virado gente.</p>
<p align="justify">Eu continuo <em>candangueando</em> pelo mundo, mas hoje respeito e amo muito mais Brasília. Não a das aparências, a dos personagens inventados, mas <strong>a da argamassa feita com gente de verdade</strong>. Amo mais porque a entendo melhor. Entendo que aquele céu lindo foi a maneira que encontraram para equilibrar toda a podridão que existe dentro dos seus prédios. Foi o céu que os vaqueiros voadores ganharam para nunca saírem de lá.  A partir de agora, vou lembrar deles toda vez que olhar para o alto.</p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback.jpg" usemap="#Map" border="0" height="25" /></center></p>
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		<title>Mais uma do Cascudo</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 15:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>

		<category><![CDATA[Exposição]]></category>

		<category><![CDATA[Livros]]></category>

		<category><![CDATA[Memória]]></category>

		<category><![CDATA[Memória Viva]]></category>

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Ou melhor, da família de Cascudo. Não canso de dizer que esta é um exemplo de preocupação com a preservação e a divulgação da obra criada por um familiar já encantado. Hoje, quando lembramos os 22 anos de encantamento do mestre, está sendo lançada a exposição Câmara Cascudo, cada dia mais vivo. “Coincidentemente” o título [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/cascudo.jpg" border="0" height="250" width="600" /></p>
<p align="justify">Ou melhor, da família de <strong><a href="http://www.memoriaviva.com.br/cascudo">Cascudo</a></strong>. Não canso de dizer que esta é um exemplo de preocupação com a preservação e a divulgação da obra criada por um familiar já encantado. Hoje, quando lembramos os 22 anos de encantamento do mestre, está sendo lançada a exposição <strong><em>Câmara Cascudo, cada dia mais vivo</em></strong>. “<em>Coincidentemente</em>” o título de um artigo que escrevi há dois anos. <strong>Daliana Cascudo</strong> adora fazer essas coisas porque sabe que não posso processá-la por conta de outra “<em>coincidência</em>”: minha advogada é irmã dela. Numa hora dessas, as irmãs se desentendem e aí eu quero ver!</p>
<p align="justify">Brincadeiras à parte – e que todos na família Cascudo sejam sempre e ainda mais unidos –, vamos ao serviço. A exposição está sendo apresentada no <strong>Memorial Câmara Cascudo</strong>, em Natal (RN). Mais detalhes no <a href="http://www.memoriaviva.com.br/novoblog/2008/07/30/camara-cascudo-cada-dia-mais-vivo" target="_blank">Blog Memória Viva</a>.</p>
<p align="justify">E por falar em <em>blog</em>, <a href="http://www.memoriaviva.com.br/cascudo/blog" target="_blank">o do Cascudo retoma hoje suas atualizações</a>. Trata-se da coluna <em>Acta Diurna</em>, que o escritor manteve entre 1939 e 1960 nos jornais de Natal. A atualização acontece sempre às quartas. As fotos que ilustram o texto são do amigo e parceiro <strong><a href="http://canindesoares.blog.digi.com.br/blog" target="_blank">Canindé Soares</a></strong>. Eventualmente aparece uma feita por mim.</p>
<p align="justify">Mais. Tem livro inédito de Cascudo pintando em breve: <strong><em>A casa de Cunhaú</em></strong>. E se você quer saber dos outros <strong>quase 200 de sua autoria</strong> e de outras dezenas de títulos a seu respeito, <a href="http://www.memoriaviva.com.br/novoblog/2008/07/21/todos-os-livros-de-cascudo" target="_blank">dê uma olhada aqui</a>.</p>
<p align="justify">E agora vá baixar em outro terreiro.</p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback.jpg" usemap="#Map" border="0" height="25" /></center></p>
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		<title>Um Brasil cada vez mais careta</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 12:39:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>

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O pensamento surgiu há alguns anos. Eu me via em uma reunião de família, com meus filhos e netos, procurando nestes últimos um “bom rebelde”. Eu, o avô maluco, contestador, atiçando sempre e perguntando se alguém ali, além de mim, estava vivo. Ao pensar nisso, ainda não sabia, mas algo me dizia que a geração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/bricks.jpg" border="0" /></p>
<p align="justify">O pensamento surgiu há alguns anos. Eu me via em uma reunião de família, com meus filhos e netos, procurando nestes últimos um “bom rebelde”. Eu, o avô maluco, contestador, atiçando sempre e perguntando se alguém ali, além de mim, estava vivo. Ao pensar nisso, ainda não sabia, mas algo me dizia que a geração dos meus filhos seria bem quadrada, chatinha, sem graça mesmo.</p>
<p align="justify">Ou não. Talvez ainda haja salvação. Esta geração, entre a minha e a de meus filhos, a que está entrando na fase adulta, que está com vinte e poucos, é a tal que <em>vidiei</em>. Apática, sonhando com uma casa e independência financeira. Uma geração burguesinha-burra, sem poesia, sem <em>rock’n’roll</em>. Sem interesse em aprender grande coisa. Os macetes para passar no concurso é toda “cultura” almejada.</p>
<p align="justify">Pesquisa publicada neste domingo, 27 de julho, na <em>Folha de São Paulo</em> constata o óbvio: “<em>O jovem rebelde e niilista de gerações passadas deu lugar àquele que busca acima de tudo a realização profissional e a independência financeira. Para atingir esse objetivo, eles consideram o estudo importante. Ambiguamente, mais da metade deles (54%) já repetiu o ano</em>”.</p>
<p align="justify">O “estudo” ao qual se referem os jovens deve ser entendido como <strong>títulos que são degraus para atingir uma vida mansa</strong>. Não entenda por “estudo” o desejo ou <strong>a necessidade de enriquecer culturalmente</strong>. Como o surgimento desenfreado de faculdades particulares vem mostrando nos últimos tempos, se for possível pagar à vista pelo diploma e não ter que esperar quatro ou cinco anos, a maioria topa. Afinal, grande parte vai sair de lá apenas com um papel. Se o transtorno de comprá-lo a prazo pudesse ser evitado, o objetivo real poderia ser atingido mais rápido.</p>
<p align="justify">Acho deprimente a perspectiva de uma sociedade onde urbanóides mentecaptos sejam maioria. Essa sociedade é fruto de um Brasil medroso. Não há contestação, não há revolta, não há revolução. É o filho contente com o que o pai pode dar. Se o mundo lá fora é assustador, para que sair de casa? Transformá-lo em algo melhor? Isso é trabalhoso. Nem pensar!</p>
<p align="justify">Tomara que esse não seja o mundo dos meus filhos. Tomara que eu consiga manter os meus acordados, de olhos bem abertos. <strong>Tomara que não se contentem com uma vida em pequenas jaulas onde há comida, banho, tratamento médico e nenhuma liberdade.</strong> Tomara que não permitam que roubem seus direitos.</p>
<p align="justify">Não fui criado nem estou criando ninguém para ser ovelha ou mais um tijolinho no muro. Eu faço parte de outra Legião.</p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback.jpg" usemap="#Map" border="0" height="25" /></center></p>
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		<title>Mais rápido do que depressa</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 15:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>

		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

		<category><![CDATA[Memória Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[
Valeu, Globo!
Nunca pensei que fosse dizer isso, mas sou obrigado. A exibição na noite de ontem, quinta, do programa Por toda a minha vida em homenagem a Chacrinha rendeu algumas centenas de visitas a este blog em poucas horas. Por que? Porque os tarados de plantão danaram a procurar por chacretes no Google e vieram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/6imagens.jpg" border="0" height="98" width="600" /></p>
<p align="justify"><strong>Valeu, Globo!</strong><br />
Nunca pensei que fosse dizer isso, mas sou obrigado. A exibição na noite de ontem, quinta, do programa <em>Por toda a minha vida</em> em homenagem a <strong>Chacrinha</strong> rendeu algumas <strong>centenas de visitas</strong> a este <em>blog</em> em poucas horas. Por que? Porque os tarados de plantão danaram a procurar por <em>chacretes</em> no Google e vieram <strong><a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/21/chacretes/">bater aqui</a></strong>. <em>Bater aqui</em>, entenderam?</p>
<p align="justify"><strong>Dercy</strong><br />
Tenho que agradecer a <strong>Dercy Gonçalves</strong>. Durante toda a semana ela também fez o mesmo. Começo a achar que ela deveria ter morrido mais vezes. Morreria e voltaria, numa espécie de bis interminável. A maioria dos que passaram por aqui entendeu a justa homenagem de primeiríssima hora feita no texto <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/07/19/puta-que-pariu-dercy-morreu/"><em><strong>Puta que pariu! Dercy morreu!</strong></em></a>. Nunca foi tão correto dizer que a morte é uma festa. E continuo a me impressionar com o fascínio que isso causa nas pessoas. Já estou escrevendo os obituários para Hebe, Niemeyer, Glória Maria, Sílvio Santos, Roberto Carlos&#8230;</p>
<p align="justify"><strong>Dercy II</strong><br />
Logo depois que Dercy morreu, coisas estranhas aconteceram. O <em>Orkut</em> deu um pau medonho fazendo com que as pessoas acessassem perfis que não eram os seus ao entrarem no sistema. Os seguidos e seguidores de vários perfis do <em>Twitter</em> foram abduzidos e devolvidos 24 horas depois. E hoje, uma semana depois da morte (eu não acredito que ela tenha morrido&#8230; esse negócio de ser enterrada em pé está me cheirando à facilitação de fuga), bem&#8230; hoje, uma semana depois do anúncio da morte, estréia <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/07/09/eu-quero-acreditar/"><strong><em>Arquivo X – Eu quero acreditar</em></strong></a>. Aposto que Dercy está ligada a todos esses mistérios.</p>
<p align="justify"><strong>Na <em>Merda</em> e na <em>Estação</em></strong><br />
Já estava com a <a href="http://www.revistam.com.br" target="_blank"><em>Merda</em></a> (a revista) chegando ao meu pescoço, mas finalmente foi despachado o textículo sobre o São João em Campina Grande, a ser publicado na próxima edição, que trará também Sidney Magal e Mulher Acerola. Na próxima <em>Estação</em> (que eu já nem sei qual é o número, pois só recebi a primeira), se eu cumprir o <em>deadline</em> (eu vou! eu vou!), tem texto meu sobre a revista <a href="http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em></a>.</p>
<p align="justify"><strong>Memória Viva</strong><br />
O blog tem parecido meio abandonado neste julho porque uma antiga amante tem ocupado grande parte do meu tempo. <a href="http://www.memoriaviva.com.br" target="_blank"><em>Memória Viva</em></a> está bombando com atualizações diárias, principalmente no <a href="http://www.memoriaviva.com.br/blogmv" target="_blank">Blog</a>, que só este mês já vai ali pelos 50 posts. Mas não é só isso. Os sites biográficos têm sido revisados e vêm ganhando novas informações. Outras áreas também. <strong>Destaques da semana:</strong><a href="http://www.memoriaviva.com.br/machado.htm" target="_blank"> texto de Wilson Natal sobre sua visita à exposição em homenagem a Machado de Assis</a> no Museu da Língua Portuguesa e atualização da área de <a href="http://www.memoriaviva.com.br/novoblog/2008/07/21/todos-os-livros-de-cascudo/" target="_blank">livros de Câmara Cascudo</a>. Neste fim de semana, tem <strong>José Dumont</strong> sob regência de <strong>Klecius Henrique</strong>. Todas as atualizações do portal podem ser acompanhadas pelo <a href="http://twitter.com/memoriaviva" target="_blank"><strong>Twitter do Memória Viva</strong></a>.</p>
<p align="justify"><strong>Cinema nacional</strong><br />
No <em>Blog Memória Viva</em>, destaque para os lançamentos de <strong><em><a href="http://www.memoriaviva.com.br/novoblog/2008/07/18/nome-proprio/">Nome próprio</a></em></strong>, <strong><em><a href="http://www.memoriaviva.com.br/novoblog/2008/07/25/era-uma-vez/" target="_blank">Era uma vez&#8230;</a></em></strong>, <a href="http://www.memoriaviva.com.br/novoblog/2008/07/19/tres-vezes-ze-do-caixao/" target="_blank"><strong><em>Trilogia Zé do Caixão</em></strong></a> em São Paulo e outras dicas na categoria <a href="http://www.memoriaviva.com.br/novoblog/category/cinema/" target="_blank"><em>Cinema</em></a>.</p>
<p align="justify"><strong>Próximos capítulos</strong><br />
Muita coisa a dizer aqui no <em>Sempre Algo</em> na próxima semana. Fiquem ligados.</p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback.jpg" usemap="#Map" border="0" height="25" /></center></p>
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		<item>
		<title>Puta que pariu! Dercy morreu!</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 23:02:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Memória]]></category>

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		<description><![CDATA[Quero ver quem é o filho da puta que vai noticiar isso adequadamente. E quero ver se algum viado vai querer fazê-la de santa. Santa é o caralho!
Dercy passou mais de um século mandando a morte se fuder. Claro que um dia a piranha chega para todos, mas que levou um baile de mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/dercy.jpg" align="right" border="0" />Quero ver quem é o filho da puta que vai noticiar isso adequadamente. E quero ver se algum viado vai querer fazê-la de santa. Santa é o caralho!</p>
<p align="justify">Dercy passou mais de um século mandando a morte se fuder. Claro que um dia a piranha chega para todos, mas que levou um baile de mais de um século, isso ela levou!</p>
<p align="justify">Nem lembro quando foi. Dercy já estava com 90 e lá vai cacete. Fazia um show de despedida. Sabe-se lá de quê. Apoiada numa bengala, entrava e saía de cena várias vezes. A cada saída, descansava, tomava água, respirava. Enquanto isso, um amigo fazia sala e contava histórias. Ela voltava, sempre de pé, mandava uma dúzia de <em>porras</em>, outro tanto de <em>puta que os pariu</em> e tudo se repetia.</p>
<p align="justify">Para uns, uma velha doida. Para outros, um ícone. Acho que ela sempre foi a escrota que todo mundo queria ter por perto na hora de dizer umas verdades. Personagem de si mesma ou não, representava o lado filho da puta que todo mundo tem e tenta esconder. “<em>Vá esconder no cu da mãe</em>”, diria ela.</p>
<p align="justify">Já esteve no céu. Em uma novela. Se for para o inferno, aquilo lá vai ser um diversão dos diabos. Acredito que, a esta hora, meio além já foi mandado à merda. Seja lá de onde, já escuto Dercy gritando: “<em>Vem logo, Niemeyer! Vem logo!</em>”.</p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback.jpg" usemap="#Map" border="0" height="25" /></center></p>
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		<item>
		<title>Pais &#038; Filhos</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/07/17/pais-filhos/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 13:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Há frases que repetimos constantemente para expressar nossas idéias, nossas certezas, mas muitas vezes não dos damos conta do que realmente querem dizer e de quão verdadeiras e presentes são em nossas vidas.
Há duas que repito sempre. Uma é a de que não me importa o que meus filhos sejam desde que saibam ler e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/pfigreja.jpg" align="right" border="0" height="350" width="258" />Há frases que repetimos constantemente para expressar nossas idéias, nossas certezas, mas muitas vezes não dos damos conta do que realmente querem dizer e de quão verdadeiras e presentes são em nossas vidas.</p>
<p align="justify">Há duas que repito sempre. Uma é a de que <strong>não me importa o que meus filhos sejam desde que saibam ler e pensar</strong>. Acho absurdo alguém dar este ou aquele tipo de brinquedo, livro ou roupa para uma criança tentando de alguma forma influenciá-la na “escolha de uma profissão”. Criança tem que brincar e ser educada dentro dos costumes de sua família, preferencialmente atualizando e melhorando estes. Não tem que se preocupar com nada.  Mas ao falar que desejo apenas que meus filhos saibam ler e pensar, talvez eu esteja fazendo a mesma coisa, afinal é só isso o que eu mais ou menos sei fazer.</p>
<p align="justify">Enquanto a maioria dos pais gostaria que os filhos seguissem suas carreiras ou escolhessem uma que garantisse bons ganhos materiais e destaque social, confesso que ficaria muito satisfeito se os meus simplesmente <strong>optassem por algo que lhes trouxesse felicidade</strong>. Não me importa se um deseje ser padre, monge budista ou artista plástico, se outra quiser ser atriz, outra escritora, carreiras ingratas que presenteiam pouquíssimos com reconhecimento e dinheiro.</p>
<p align="justify">Se optassem por uma profissão por ela trazer prestígio, mais rentabilidade e estabilidade financeira, não iria censurá-los, mas em meu íntimo perguntaria: “<em>Onde foi que eu errei?</em>”. Se algum chegasse dizendo que queria ser jogador de futebol, dançarina de axé, pagodeiro ou coisa parecida, diferente do que pensava até um tempo atrás – “<em>mato, me suicido ou os dois?”</em> –, apenas pediria um exame de DNA para que não restassem dúvidas sobre eu não ser o pai. E se por acaso fosse, pediria que lhe abrissem a cabeça para saber o que aconteceu ao cérebro.</p>
<p align="justify">Portanto, o desejo é esse: <strong>Saibam ler, pensar e sejam felizes.</strong></p>
<p align="justify">Outra das coisas que repito é que <strong>os filhos ensinam muito mais aos pais que estes a eles</strong>. Pais estão aí para orientar e proteger. Se forem suficientemente inteligentes, aproveitarão a oportunidade para aprender algo e esperarão a vez de seus filhos aprenderem quando eles também forem pais. <strong>Criança aprende tudo sozinha. E só aprende o que quer. </strong>Quem é pai sabe. Quantas vezes você já disse “<em>Não bota isso na boca</em>”, “<em>Não pula daí que você vai se machucar</em>”, “<em>Caiu no chão, joga fora</em>”, “<em>Antes de comer, precisa lavar as mãos</em>”. Centenas? Milhares? Desistiu? Mas basta um único dia na escola e as crianças vêm cheias de novidades. Aprendem um monte de coisas: palavras erradas, hábitos abomináveis, gritaria, vozes e risadas de desenhos animados&#8230; Aprendem rápido, sozinhas e só o que querem. E assim, ensinam aos pais a ter paciência, perseverança, a buscarem caminhos para driblar a selvageria do mundo, a melhorarem seus hábitos para que os filhos possam repeti-los.</p>
<p align="justify">Há poucos dias, levei <strong>Pietro</strong>, meu mais novo, a uma igreja. Logo na entrada, uma imagem de <strong>Jesus</strong> de braços abertos. Perguntou quem era, eu respondi. Imediatamente ele observou:</p>
<p align="justify"><strong><em>– Ele está machucado.</em></strong></p>
<p align="justify">Para tentar diminuir a seqüência de “<em>É? Por que?</em>”, tentei usar um acontecimento do dia para diminuir a história.</p>
<p align="justify"><em>– Hoje, no colégio, um colega seu não o machucou sem querer? Às vezes as pessoas machucam as outras sem querer e sem saber porquê estão fazendo isso.</em></p>
<p align="justify">Ele me olhou com aquela cara de “que história mal contada” e disparou:</p>
<p align="justify"><em><strong>– Ele veio assim da fábrica?</strong></em></p>
<p align="justify">Passei toda a vida dizendo que não sigo qualquer religião e que sou iconoclasta, mas precisei de uma criança de três anos para me mostrar que estávamos diante de uma imagem. O que ou quem ela representa, que histórias evoca, os valores que lhe são atribuídos, tudo isso forma um conjunto de informações que vamos recebendo e criando durante a vida e que, muitas vezes, fazem com que percamos a capacidade de olhar para algo e enxergar o óbvio. Mesmo que nunca tivesse visto algo daquele tipo, Pietro sabia que estávamos diante de um “boneco” e que certamente ele não havia se machucado na escola enquanto brincava com seus coleguinhas. Simples assim. <strong>Pensamento puro, direto, sem complicações. </strong></p>
<p align="justify">Nesse dia, finalmente entendi e aceitei: <strong>na relação pais e filhos, os educadores são os filhos.</strong></p>
<p align="justify">Recolho-me a pensar nas muitas lições contidas numa pergunta simples e a procurar outros caminhos para me orientar e, se possível, orientar meus filhos.</p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback.jpg" usemap="#Map" border="0" height="25" /></center></p>
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		<title>Flavinho, o sonhador</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 11:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amigos]]></category>

		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>

		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Devo ter visto Flávio Rezende pela primeira vez ali no corredor do Bloco C, do Setor V da UFRN, em 1988. Jovem, mas com aquele ar de irmão mais velho da garotada que dava seus primeiros passos no ingrato mundo jornalístico.
Vinte anos depois, ele tem a mesma cara, a mesma juventude, a mesma energia, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/flavinho.jpg" align="right" border="0" height="288" width="228" />Devo ter visto <strong>Flávio Rezende</strong> pela primeira vez ali no corredor do Bloco C, do Setor V da UFRN, em 1988. Jovem, mas com aquele ar de irmão mais velho da garotada que dava seus primeiros passos no ingrato mundo jornalístico.</p>
<p align="justify">Vinte anos depois, ele tem a mesma cara, a mesma juventude, a mesma energia, a mesma aura. Tudo isso muito típico das almas puras. A mais, história, experiência, sabedoria. E livros.</p>
<p align="justify">Hoje, no <strong>dia de seu aniversário</strong> de 47 anos – sim, esse menino na foto, feita há poucos dias, logo logo terá meio século de existência! –, está lançando seu 19º livro: <em><strong>O sonhador</strong></em>.</p>
<p align="justify">Li e tenho pelo menos meia dúzia deles, os lançados na época em que estávamos mais próximos, até meados dos anos 90. Flavinho sempre divulgou meus trabalhos. Talvez por gostar, por bondade, para completar suas colunas. Também sempre divulguei os dele, mas que fique claro que não por agradecimento ou política. Sempre fiz isso porque <strong>Flavinho é o cara “mais do Bem” que conheço</strong>. Então, nem me preciso ver o que ele fez. Se foi feito por ele, só pode ser uma coisa boa, algo para o Bem.</p>
<p align="justify">Nessas duas décadas, sou testemunha de suas batalhas e realizações. Nada fácil, nada sem muito esforço. Tudo tão impregnado de bondade, de bons fluídos, que invariavelmente dá certo, não importando o tempo que seja necessário para se tornar real. E o início de cada uma dessas realizações é sempre um sonho ao qual outras boas almas vão se juntando até que se concretize.</p>
<p align="justify"><em>O sonhador</em> livro está sendo lançado hoje. O sonhador-realizador Flavinho está só começando a encher nosso mundo de Luz.</p>
<p align="justify">Um grande beijo, meu querido. Sonho junto com você.</p>
<h5 align="right"> O convite para o lançamento está <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/07/11/o-sonhador">dois posts abaixo</a>.</h5>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback.jpg" usemap="#Map" border="0" height="25" /></center></p>
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		<title>Céu, Mar e Cajus</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 18:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amigos]]></category>

		<category><![CDATA[Artes plásticas]]></category>

		<category><![CDATA[Exposição]]></category>

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		<description><![CDATA[Vai um caju aí? Ainda dá tempo de conferir a exposição Céu, Mar e Cajus, do artista plástico Vatenor. Ela está sendo apresentada até quarta, 16 de julho, no Espaço Cultural Agência Sebrae, no Natal Shopping, em Natal (dãã!).
A exposição, que inaugura o novo espaço cultural, mostra 25 trabalhos inéditos, todos dentro do universo dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/cajus.jpg" align="right" border="0" />Vai um caju aí? Ainda dá tempo de conferir a exposição <em>Céu, Mar e Caju</em>s, do artista plástico Vatenor. Ela está sendo apresentada até quarta, 16 de julho, no Espaço Cultural Agência Sebrae, no Natal Shopping, em Natal (dãã!).</p>
<p align="justify">A exposição, que inaugura o novo espaço cultural, mostra 25 trabalhos inéditos, todos dentro do universo dos cajus, dunas e mar. Vatenor começou a pintar de forma autodidata há 34 anos e já fez mais de 30 exposições individuais no Brasil e no exterior.</p>
<p align="justify"><a href="http://www.tafalado.com.br/natalnaintegra/cultura/vatenor.htm" target="_blank">Clique aqui para ler uma matéria</a> que fiz com ele para o <a href="http://www.tafalado.com.br/natalnaintegra" target="_blank">Natal na Íntegra</a>, em 1999.</p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback.jpg" usemap="#Map" border="0" height="25" /></center></p>
<map name="Map">
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