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	<title>Sempre Algo a Dizer &#187; Bastidores</title>
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		<title>Carlos na Colônia</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 13:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Memória Viva]]></category>
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		<description><![CDATA[A Escola da Colônia de Pescadores é uma casinha simples que fica na Praia da Pitória em São Pedro da Aldeia (RJ). Das vezes em que estive por aqui, nunca a vi aberta. Foi nela que Doris, filha de Carlos &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/07/04/carlos-na-colonia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/wp-content/uploads/2009/07/colonia.jpg" alt="colonia.jpg" /></p>
<p align="justify">A Escola da Colônia de Pescadores é uma casinha simples que fica na Praia da Pitória em São Pedro da Aldeia (RJ). Das vezes em que estive por aqui, nunca a vi aberta. Foi nela que <strong>Doris</strong>, filha de <strong><a target="_blank" href="http://www.memoriaviva.com.br/carlosestevao">Carlos Estevão</a></strong>, fez uma descoberta há algum tempo. Enquanto esperava um atendimento clínico, resolveu mexer em uns pesados livros que estavam por lá. Deu de cara com desenhos de seu pai!</p>
<p align="justify"><a target="_blank" href="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/cecasa01_grande.jpg"><img border="0" src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/wp-content/uploads/2009/07/cecasa01.jpg" align="right" /></a>Os volumes eram edições encadernadas de <em><strong>O Jornal Feminino</strong></em>, suplemento de <em>O Jornal</em>, primeiro periódico de Assis Chateaubriand, comprado na década de 1920. No final dos anos 1950, Carlos Estevão publicava nele a série <em><strong>O Casamento Antes e Depois</strong></em>. Dentre os muitos volumes encadernados, Dóris pegou o único que tinha trabalhos do pai, o do primeiro semestre de 1959.</p>
<p align="justify">O interessante é que, há três anos, ela mora a pouco mais de cem metros da Colônia de Pescadores. A coleção pertencia a uma senhora que morava na casa da frente e foi doada quando de sua morte. Está lá, fechadinha, esquecida e fenecendo. À espera de que a umidade e o tempo a desintegrem de vez.</p>
<p align="justify"><a target="_blank" href="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/cecasa02_grande.jpg"><img border="0" src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/wp-content/uploads/2009/07/cecasa02.jpg" align="right" /></a>Peguei o volume emprestado e estou digitalizando a série, mas na verdade já tenho quase todas, incluindo os anos anteriores. Há mais ou menos dois anos, comprei uma coleção de recortes encadernados somente com essas publicações feitas n’<em>O Jornal Feminino</em>.</p>
<p align="justify">Para ver duas delas, basta clicar nas imagens ao lado.</p>
<p align="justify">Para ver mais desta e das muitas séries criadas por Carlos Estevão, confira <strong><a target="_blank" href="http://www.memoriaviva.com.br/carlosestevao">seu site no Memória Viva</a></strong>.</p>
<p align="justify"><strong><font color="#ff0000">LEMBRANDO:</font></strong> <strong>Neste domingo, 5 de julho</strong>, tem reprise do <strong>programa De Lá Pra Cá</strong> sobre <em>O Amigo da Onça</em>. Participei falando sobre Carlos Estevão e a fase em que ele desenhou o personagem. Será exibido <strong>às 18h, na TV Brasil</strong>. Se na sua cidade não pega, <strong><a target="_blank" href="http://www.tvu.ufrn.br">você pode assistir via web</a></strong>.</p>
<p><center><img useMap="#Map3" border="0" src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback3.jpg" height="25" /></center><br />
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		<title>Mais rápido que depressa</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 00:26:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bastidores]]></category>
		<category><![CDATA[Memória Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Propaganda dos anos 1950 em O Cruzeiro Começou o “aquecimento” para as propagandas dos anos 1950. Até o final de junho, cerca de 50 anúncios da década serão disponibilizados na seção Propaganda no site de O Cruzeiro. As atualizações serão &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/06/12/mais-rapido-que-depressa/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/5imagens.jpg" border="0" width="600" height="120" /></p>
<p align="justify"><strong>Propaganda dos anos 1950 em <em>O Cruzeiro</em></strong><br />
Começou o “aquecimento” para as propagandas dos anos 1950. Até o final de junho, cerca de 50 anúncios da década serão disponibilizados na seção <em>Propaganda</em> no <a href="http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro" target="_blank">site de <em>O Cruzeiro</em></a>. As atualizações serão sempre às segundas (15, 22 e 29 de junho), mas todo dia tem um anúncio <a href="http://www.memoriaviva.com.br/blogmv" target="_blank">no blog</a>. E por falar em&#8230;</p>
<p align="justify"><strong>Memória Viva</strong><br />
Em julho, teremos uma nova versão do <a href="http://www.memoriaviva.com.br" target="_blank"><em>Memória Viva</em></a> que poderá ser chamado de Portal com “P” maiúsculo. Como o responsável pela execução do super-ultgra-mega-power projeto de administração ainda está fazendo segredo, também não vou dizer quem é (sim, é ele!). Falando nisso&#8230;</p>
<p align="justify"><strong>Nosso amigo, o livro</strong><br />
Recomendo a leitura desse texto no <a href="http://www.memoriaviva.com.br/cascudo/actadiurna" target="_blank">Blog do Cascudo</a>. Você gostaria de uns bons livros como passatempo? Que tal tempo para passar livros? Um texto de 1948, atualíssimo e assustador, como quando é dito que “<em>ainda é o livro o elemento menos encontrado nas residências</em>”. Por falar em livro&#8230;</p>
<p align="justify"><strong>Empalamento em livro didático infantil</strong><br />
No Rio, depois de três anos, uma gravura de Theodor de Bry mostrando uma cena de empalamento em uma “tribo selvagem” publicada nos livros didáticos do 4º ano fundamental é a bola da vez da imprensa caçadora de bruxas. Pergunto: Durante todo o processo, desde a pesquisa, passando pela edição, impressão, aprovação, escolha e compra do livro pelo poder público, não há uma única pessoa capaz de avaliar o que é ideal ou não para mostrar a crianças de determinada faixa etária? Falando em memória, Cascudo e morte&#8230;</p>
<p align="justify"><strong>O primeiro mármore</strong><br />
No próximo texto, aqui no Sempre Algo a Dizer, falarei sobre o primeiro túmulo de mármore do Cemitério do Alecrim (Natal – RN). Construído em 1872, foi comentado por Cascudo numa <em>Acta Diurna</em> em 1942. Ainda existe? Como está? Vou mostrar.</p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback3.jpg" usemap="#Map3" border="0" height="25" /></center><br />
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		<title>Em verdade, vos digo&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 24 May 2009 03:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Bastidores]]></category>
		<category><![CDATA[Estatuária]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição deste domingo, 24 de maio, da Tribuna do Norte traz duas páginas com matéria sobre o abandono sofrido pelos monumentos em Natal (RN). Texto e fotos fazem um rápido passeio por marcos nos bairros mais centrais e, ao &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/05/24/em-verdade-vos-digo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/bustdepre.jpg" border="0" width="600" height="326" /></p>
<p align="justify">A edição deste domingo, 24 de maio, da <em>Tribuna do Norte</em> traz duas páginas com matéria sobre <strong>o abandono sofrido pelos monumentos em Natal</strong> (RN). Texto e fotos fazem um rápido passeio por marcos nos bairros mais centrais e, ao final, dá voz à Semsur – Secretaria de Serviços Urbanos, órgão da Prefeitura do Natal responsável pela conservação dos monumentos.</p>
<p align="justify">A matéria termina da seguinte forma:</p>
<blockquote>
<p align="justify"><em>Segundo ele </em>[o secretário adjunto da Semsur]<em>, um historiador e um fotógrafo já estão preparando o inventário sobre os problemas, as necessidades e a história de cada monumento. Ainda não há prazo para o início do trabalho.</em></p>
</blockquote>
<p align="justify"><strong>O historiador e o fotógrafo</strong> em questão são, respectivamente, eu, <strong>Sandro Fortunato</strong>, jornalista (ou ex, como prefiro), memorialista, historiador por amor e capricho pessoal, e <strong>Canindé Soares</strong>, não “<em>um</em>”, mas “<em>O</em>” fotógrafo, senhor de vasta obra da qual será impossível escapar ao se pesquisar sobre a História da cidade do Natal das últimas três décadas e das próximas. <em>That’s my man!</em> Ele é O Cara! Prazer, somos nós. <strong>Ainda nem viramos estátuas para sermos esquecidos.</strong></p>
<p align="justify">Para que fique bem claro que bronze não é gesso, o tal <strong>trabalho, que desenvolvemos desde fevereiro, é pessoal, autofinanciado e tem como finalidade mostrar, em livro, quem são as quase sempre esquecidas figuras homenageadas com estátuas, busto e efígies na cidade do Natal</strong>. Estamos <strong>em fase de conclusão de pesquisa</strong>, isto é, já chegando ao final do levantamento do que existe e, em breve, partindo para a edição dos textos (minha área) e escolha de fotos (feitas pel’O Cara).</p>
<p align="justify">Por meio de nota na coluna de <strong>Cassiano Arruda</strong>, na edição de <strong>1º de março</strong> do jornal <em>O Poti</em>, portanto <strong>há quase três meses</strong>, a Semsur soube de nosso trabalho e nos chamou para uma conversa. Na ocasião, o órgão demonstrou interesse em estender a pesquisa aos demais monumentos da cidade (nosso foco são apenas estátuas, bustos e efígies que representem alguma personalidade real). Para isso, seríamos patrocinados, contratados ou qualquer coisa legal que incentivasse a realização desse <strong><em>novo</em> projeto que, em parte, coincide com o trabalho que já vínhamos desenvolvendo</strong>. Até o presente momento, isso não foi fechado. Na última reunião, há poucos dias, na qual só Canindé participou, isso parece ter tomado rumos de ser viabilizado.</p>
<p align="justify"><strong>Resumindo e deixando bem claro: </strong>meu projeto em parceria com Canindé foi iniciado em fevereiro de 2009, está indo muito bem, obrigado, e já partindo para a fase de edição. O objetivo é publicar um livro mostrando quem são as personalidades representadas por estátuas, bustos e efígies em Natal. Ponto.</p>
<p align="justify">Quem visita nossos <em>blogs</em> sabe disso há meses e tem acompanhado a evolução do trabalho.</p>
<p align="justify">Mais um adendo. A pressa em “fechar matéria” geralmente impossibilita o aprofundamento da pesquisa. Na matéria da <em>Tribuna</em>, são mostrados <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/03/30/turismo-historico-cultural-e-tres-velhos-bigodudos/"><strong>o busto de Pedro Velho e a estátua de Augusto Severo</strong></a>, duas belíssimas obras francesas, quase centenárias, <strong>criadas para resistir a todas as intempéries, incluindo a mais cruel delas: o desprezo humano</strong>. Já passaram por dezenas de administradores, prefeitos, secretários; passarão por outros tantos e continuarão lá quando os bisnestos dos atuais já não andarem sobre a terra. <strong>O abandono tem outra cara.</strong> Muito mais feia. Ou se poderia dizer que nem tem cara, pois desfigura até as obras que foram feitas com o objetivo de perpetuar a memória de alguém. Que o digam o <strong>Padre João Maria</strong> e o jornalista e advogado <strong>Manoel Dantas</strong>, figuras sem rostos, esquecidas por quase todos. São deles os bustos deformados que abrem este texto.</p>
<p align="justify"><strong>Para ver todos os posts relacionados a nosso trabalho de pesquisa:</strong></p>
<p align="justify">No <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/category/estatuaria/">Sempre Algo a Dizer</a></p>
<p align="justify">No <a href="http://canindesoares.blog.digi.com.br/blog/?s=busto" target="_blank">Blog de Canindé Soares</a></p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback3.jpg" usemap="#Map3" border="0" height="25" /></center></p>
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		<title>Memória Vivíssima</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 22:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bastidores]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
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		<description><![CDATA[Ressuscitando o velho “Tipo assim… rapidão”, um rasante pelo que tem me afastado um pouco do Sempre Algo a Dizer. Propaganda nos anos 1920/1930 Atualizando a seção Propaganda no site da revista O Cruzeiro, foram disponibilizados mais 31 anúncios das &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/05/15/memoria-vivissima/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/5rostos.jpg" border="0" /></p>
<p align="justify">Ressuscitando o velho “Tipo assim… rapidão”, um rasante pelo que tem me afastado um pouco do <em>Sempre Algo a Dizer</em>.</p>
<p align="justify"><strong>Propaganda nos anos 1920/1930</strong><br />
Atualizando a seção Propaganda no site da revista <em>O Cruzeiro</em>, foram disponibilizados mais 31 anúncios das décadas de 1920/1930. Até o fim do mês, mais um tanto desses dos anos 1940. Confira em <a href="http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro" target="_blank">www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro</a>.</p>
<p align="justify"><strong>Blog do Cascudo</strong><br />
Toda quarta tem um novo velho texto de Câmara Cascudo em seu blog. Incrível como alguns, escritos há 60 anos, são atualíssimos. No mais recente, <em>In solitudine</em>, uma visita do mestre ao Cemitério do Alecrim. Em <a href="http://www.memoriaviva.com.br/cascudo/actadiurna" target="_blank">www.memoriaviva.com.br/cascudo/actadiurna</a>.</p>
<p align="justify"><strong>Realidade</strong><br />
Mais alguns dias, só mais uns diazinhos. Vem chegando o site em homenagem à saudosa revista <em>Realidade</em>. Será possível fazer busca por título de matéria e palavras-chaves. Em breve. Um pouco sobre a revista: <a href="http://www.memoriaviva.com.br/n1_realidade.htm" target="_blank">www.memoriaviva.com.br/n1_realidade.htm</a>.</p>
<p align="justify"><strong>Wilson Simonal</strong><br />
Estreou nesta sexta, em cinco capitais, o documentário <em>Wilson Simonal – Ninguém sabe o duro que dei.</em> No <em>Blog Memória Viva</em>, trechos da entrevista do cantor a’<em>O Pasquim</em> em julho de 1969. Aqui <a href="http://www.memoriaviva.com.br/novoblog/2009/05/15/wilson-simonal-por-ele-mesmo" target="_blank">www.memoriaviva.com.br/novoblog/2009/05/15/wilson-simonal-por-ele-mesmo</a>.</p>
<p align="justify"><strong>Appe</strong><br />
E cá estou às voltas com as finalizações de alguns capítulos da biografia de Appe. Lá se vão umas duas gestações de baleia! Mas valerá a pena. Ele completaria 89 anos na próxima quarta. Para conhecer ou lembrar: <a href="http://www.memoriaviva.com.br/appe" target="_blank">www.memoriaviva.com.br/appe</a>.</p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback3.jpg" usemap="#Map3" border="0" height="25" /></center><br />
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		<title>Queda e queda do Guaporé</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/03/02/queda-e-queda-do-guapore/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 06:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Domingão, de chuva depois sol, último antes de 2009 começar de verdade. Cometo a agora incomum ação de comprar um jornal. Culpa de Carlos, o Magno, que publicou nota comentando a respeito do livro que eu e Canindé Soares estamos &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/03/02/queda-e-queda-do-guapore/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/guapore1.jpg" border="0" width="600" height="450" /></p>
<p align="justify">Domingão, de chuva depois sol, último antes de 2009 começar de verdade. Cometo a agora incomum ação de comprar um jornal. Culpa de <strong>Carlos, o Magno</strong>, que <a href="http://diariodenatal.dnonline.com.br/site/colunistas/index.php?idcolunista=10" target="_blank">publicou nota</a> comentando a respeito do livro que eu e <a href="http://canindesoares.blog.digi.com.br/blog/" target="_blank"><strong>Canindé Soares</strong></a> estamos fazendo. Para facilitar a vida de nossos biógrafos, vou clipar o texto e me deparo com uma foto imensa do <strong>Museu Nilo Pereira</strong> – também conhecido como <strong>Guaporé</strong>, que fica no município potiguar de Ceará-Mirim – tomando a primeira página d’<em>O Poti</em>. <em>Guaporé em abandono, quase ruínas</em> era a chamada. A matéria falava sobre o estado lastimável do prédio construído em meados do século XIX.</p>
<p align="justify">Também estive no Guaporé. Veja algumas fotos que fiz por lá e depois continuamos a conversa.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/guapore2.jpg" border="0" width="450" height="338" /></p>
<p align="center">Vista interna do sótão.</p>
<p align="center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/guapore3.jpg" border="0" width="450" height="338" /></p>
<p align="center">Cômodo do andar superior com janelões bem danificados servindo de varal.<br />
No piso, marcas circulares feitas com querosene numa tentativa de espantar morcegos.</p>
<p align="center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/guapore4.jpg" border="0" width="450" height="338" /></p>
<p align="center">Cama antiga, em exposição, servindo de varal para panos de chão.</p>
<p align="center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/guapore5.jpg" border="0" width="450" height="297" /></p>
<p align="center">Porta do andar térreo e sua peculiar tranca.<br />
Carta, como outros documentos, danificada por traças.</p>
<p align="center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/guapore6.jpg" border="0" width="450" height="338" /></p>
<p align="center">Fotos, quadros e outros documentos.</p>
<p align="center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/guapore7.jpg" border="0" width="450" height="338" /></p>
<p align="center">Cacos de objetos artesanais guardados em um baú.</p>
<p align="justify">Estas são algumas das mais de 150 fotos – e <strong>nem são as mais chocantes</strong> – que fiz quando estive lá pela primeira vez. Isso foi em dezembro. Dezembro de 2003. Sim, dois mil e três. Naquele dezembro, visitei pelo menos oito museus em Natal e o Guaporé, em Ceará-Mirim. A escala de avaliação começava em “<strong><em>patético</em></strong>”, passava por “<strong><em>abandonado</em></strong>” e terminava em “<strong><em>isso é o que mesmo?!</em></strong>”.</p>
<p align="justify">A história começou com uma visita ao <strong>Museu Casa Café Filho</strong> e a constatação de que o acervo do único potiguar a assumir a presidência da República estava jogado às traças. Levei isso ao conhecimento de um jornal local que não se interessou pelo caso. Acabei <a href="http://www.memoriaviva.com.br/cafe.htm" target="_blank"><strong>publicando a matéria</strong></a> em página inteira, no mês seguinte, no <em>Jornal do Brasil</em>. O caso foi discutido pela Comissão de Memória dos Presidentes da República e o Iphan resolveu constatar, <em>in loco,</em> a gravidade do assunto. Depois disso, outro jornal de Natal demonstrou interesse pela seqüência de matérias relacionadas aos outros museus mas, como eu já esperava, o negócio esfriou e nada saiu. Cidade pequena, todo mundo se conhece, todo mundo é amigo, ninguém quer ferir suscetibilidades nem ser indelicado, sabe como é. Como eu tinha mais o que fazer, fui cuidar das minhas coisas e tocar minha vida em Brasília, onde morava desde 2001.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/guapore8.jpg" border="0" width="450" height="338" /></p>
<p align="justify">Passado pouco mais de cinco anos, eis o Guaporé em primeira página numa edição de domingo. Sinceramente, não vai aqui nenhuma crítica ao tempo que o assunto levou para ganhar a atenção de um periódico local. Como jornalista, poderia achar a matéria fria, mas como memorialista, <strong>me assusta a enorme possibilidade de vê-la reeditada daqui a cinco ou dez anos sem necessitar de grandes mudanças</strong>. Os anos de abandono terão aumentado, portas e paredes terão caído e talvez as traças tenham morrido de fome. De resto, <strong>é provável que tudo continue igual</strong>. Infelizmente. Espero estar errado, mas não apostaria nisso.</p>
<p align="justify">Que o jornalismo se apresse em fazer seu trabalho de registrar e denunciar. Que a História, com sua infinita paciência, possa utilizar as lições do passado para construir um futuro melhor. Pena que poucos saibam que só existe um momento certo para fazer isso: o presente. Até a lição ser aprendida, veremos muita coisa vindo abaixo.</p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback3.jpg" usemap="#Map3" border="0" height="25" /></center><br />
<map name="Map3">
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		<title>Às vezes famosos, quase sempre esquecidos</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 22:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bastidores]]></category>
		<category><![CDATA[Estatuária]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Memória Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira estátua e o primeiro busto dos quais tenho lembrança… na verdade, acho que não tenho muita lembrança. Sei que os vi em alguma praça no bairro carioca do Méier. Provavelmente foi um busto do Barão do Rio Branco &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/02/19/as-vezes-famosos-quase-sempre-esquecidos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/asevero.jpg" border="0" /></p>
<p align="justify">A primeira estátua e o primeiro busto dos quais tenho lembrança… na verdade, acho que não tenho muita lembrança. Sei que os vi em alguma praça no bairro carioca do Méier. Provavelmente foi um busto do Barão do Rio Branco ou de Aristides Caire. O primeiro, todos sabem quem é; o segundo, a maioria nunca deve ter ouvido falar. Pois é. Esta é a dura vida dos homenageados com bustos ou estátuas. Às vezes famosos, quase sempre esquecidos.</p>
<p align="justify">De forma desorganizada e sem qualquer método, coleciono estátuas e igrejas há mais de vinte anos. Por onde passo, vou fotografando e guardando. Isso começou bem antes de eu saber que um dia me assumiria memorialista. Apenas tinha a intuição de que, um dia, aquilo serviria para alguma coisa.</p>
<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/estatuas.jpg" width="291" align="left" border="0" height="226" />De volta a Natal, começo a pagar uma dívida que sentia ter com a cidade. Uma das formas de pagamento está sendo feita por um trabalho em parceria com <a href="http://canindesoares.blog.digi.com.br/blog/" target="_blank"><strong>Canindé Soares</strong></a>. Juntos, estamos conhecendo todas as personalidades que, em algum momento, mereceram uma homenagem em forma de efígie, busto ou estátua e que hoje, quase em sua totalidade, são ilustres desconhecidos.</p>
<p align="justify">Apesar de ser uma cidade quatrocentona e de ser a terra de <a href="http://www.memoriaviva.com.br/cascudo" target="_blank"><strong>Câmara Cascudo</strong></a>, grande estudioso de cultura brasileira, Natal não é conhecida exatamente por ser cuidadosa com sua História e sua memória. Como disse o próprio Cascudo: “<em><strong>Natal não consagra nem desconsagra ninguém</strong></em>”.</p>
<p align="justify">É verdade. Estátua mesmo, de corpo inteiro e em local aberto, por enquanto, só encontramos três em toda cidade: de <strong>Augusto Severo</strong>, de Câmara Cascudo e de <strong>Dinarte Mariz</strong>. Esta, a caçula, tem pouco mais de seis anos e eu nem conhecia. Aliás, pouca gente conhece. Está em uma junção de avenidas de alta velocidade. Um dos piores locais para se colocar uma estátua. Há ainda pelo menos outras duas, no <strong>Cemitério do Alecrim</strong>, mas falarei a respeito delas em outro texto sobre arte tumular.</p>
<p align="justify">Se há mais bustos, estes também não são tantos. Algumas vezes, o trabalho artístico e de fundição deixam muito a desejar. A conservação nem se fala. Placas, letras, pedestais em mármore e outros detalhes são roubados todo o tempo. Assim, os bustos já escondidos e pouco vistos acabam sem identificação.</p>
<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/busto2.jpg" width="255" align="right" border="0" height="203" />Outra triste constatação é que nem as praças são identificadas. Só as maiores, mais centrais e que tenham recebido alguma atenção recentemente têm placas como a Praça Cívica Pedro Velho e a Praça Augusto Severo. Muitas vezes, moradores dos arredores não conhecem a denominação desses logradouros e começam a dar outros nomes. Na Praia do Meio, a antiga Praça dos Heróis, atual Miguel Carrilho, é mais conhecida como Praça dos Pescadores. No bairro de Areia Preta, uma outra é conhecida por Praça Nossa Senhora de Lourdes, por ficar ao lado da igreja que tem essa denominação. Na verdade, se chama Praça Padre João Maria. O busto em homenagem ao religioso que existia nela foi depredado e arrancado há pelo menos dez anos. Outra curiosidade é que, no centro da cidade, existe outra Praça Padre João Maria, esta bem conhecida e com um busto do padre em local menos acessível. Bem próximo, outro tributo curioso. Uma personalidade estrangeira sem qualquer ligação histórica com a cidade tem busto e praça com seu nome: <strong>John Kennedy</strong>.</p>
<p align="justify">Em escolas públicas e particulares, autarquias e outras instituições, encontram-se outros bustos e efígies. Todos mais ou menos esquecidos, com seus olhares perdidos no tempo, testemunhando mudanças, lembrando de seus tempos gloriosos e dos motivos que os tornaram imortalizados em pedra ou metal. Calados, olhando mais do que são olhados, acabaram chamando nossa atenção e logo estarão reunidos em livro e também em uma exposição. Será uma reunião de políticos, militares, empresários, religiosos e intelectuais, de várias épocas, como colunista social nenhum jamais sonhou. Desde já, estejam todos convidados.</p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback3.jpg" usemap="#Map3" border="0" height="25" /></center></p>
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		<title>Tarde frustrada em um puteiro nas Rocas</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 04:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bastidores]]></category>

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		<description><![CDATA[Não se fazem mais puteiros como antigamente. Nem as músicas são as mesmas. Houve um tempo em que era ao vivo, como lembra Helena Meirelles, no filme de Francisco de Paula. Depois vieram as radiolas de ficha. Uma pecinha metálica, &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/01/25/tarde-frustrada-em-um-puteiro-nas-rocas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/radiola.jpg" border="0" /></p>
<p align="justify">Não se fazem mais puteiros como antigamente. Nem as músicas são as mesmas. Houve um tempo em que era ao vivo, como lembra Helena Meirelles, no filme de Francisco de Paula. Depois vieram as <a href="http://www.flickr.com/photos/sandrofortunato/2211624841/">radiolas de ficha</a>. Uma pecinha metálica, como aquelas dos orelhões antigos, a escolha da faixa que seria buscada em algum compacto e pronto. Era só curtir a cervejinha ou o conhaque em companhia da escolhida.</p>
<p align="justify">Odair José, Amado Batista, Márcio Greyck, Raul Seixas e outros cantores populares com alguma variação que agradasse ao gosto nativo. As caixas monstruosas foram aposentadas e vieram as <em>jukeboxes</em> eletrônicas com CDs e, depois, com MP3. <em>Não, eu não consigo acreditar no que aconteceu.</em> Tudo mudou. Morreram os bons tempos dos cabarés populares das áreas portuárias onde a noite na companhia de uma morena custava menos que uma entrada de cinema ou um lanche no shopping.</p>
<p align="justify">Morreu até a cordialidade que encontrávamos nesses lugares de culto à luxúria e à perdição. Foi atrás de uma radiola de ficha e nada além, que <a href="http://canindesoares.blog.digi.com.br/blog/" target="_blank">Canindé</a> e eu desembarcamos em uma rua cheia desses “bares” no bairro das Rocas, em Natal. Antes de descermos, avisei que deixasse no carro sua onipresente e nada discreta câmera fotográfica. A experiência me dizia que ela, a câmera, não seria bem-vinda. Já fui hostilizado quando, lá no início dos 90, <a href="http://www.flickr.com/photos/sandrofortunato/2807335850/">no mitológico Arpeje</a>, fotografei <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/01/16/o-outro-lado-da-velhinha/">as bonecas de Francisquinha</a>, feito exclusivíssimo, no passado e no futuro, jamais repetido por qualquer outro louco.</p>
<p align="justify">Registrar o que se passa nos submundos não é algo bem visto. Não é à toa que esses locais vivem em eterna escuridão. Nem que a visão embotada pelo álcool, deixando tudo mais bonito, é incentivada. No primeiro estabelecimento em que entramos, <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/01/24/infotografavel/"><em>não</em> fizemos uma foto ótima</a>, parecida com algo que procurávamos: uma dessas j<em>ukeboxes </em>comuns inseridas no contexto de cabaré. Saímos para procurar outra, das mais antigas, grandonas. Encontramos uma dona Fulana, também grandona, mãos nos quartos, a dizer que “<em>não gosto disso, desconfio dessas coisas</em>” e nada de fotos.</p>
<p align="justify">É mesmo necessário tempo, paciência e perseverança para conquistar a confiança desse povo. E nem sempre se consegue. Mas como tudo o que queríamos era uma foto de uma radiola de fichas, não estávamos dispostos a perder dias atrás disso. A idéia inicial era só falar das <em>jukeboxes</em> piratas, que estão na mira da polícia e sendo recolhidas a rodo, principalmente em Rio e São Paulo. “Piratas” por conta de não recolherem uma cota mensal que, diz-se, é repassada a certas associações de gravadoras e artistas. Resumindo: para uma maravilhosa música tocar em um puteiro, precisa ter autorização e pagar direitos autorais. Definitivamente, não foram só as putas de cabaré que mudaram. As putas do mundinho da música também. Querem um trocado por qualquer coisa.</p>
<p align="justify">Já que as damas da tarde não facilitaram as coisas para nós, saímos pela <a href="http://www.flickr.com/photos/sandrofortunato02/sets/72057594057774324/">velha Ribeira</a> e acabamos por conhecer um antiquário na Rua Dr. Barata, onde Canindé fotografou as radiolas que aparecem na imagem acima. E assim descobrimos outra história, que também vai estar em breve no <a href="http://www.memoriaviva.com.br" target="_blank"><em>Memória Viva</em></a>. Por aqui, ficamos só nos bastidores.</p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback3.jpg" usemap="#Map3" border="0" height="25" /></center></p>
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