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	<title>Sempre Algo a Dizer &#187; Aniversário</title>
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		<title>Lembranças do País das Fábulas</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 08:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/lobato.jpg" width="278" align="right" border="0" height="339" />Sou daquela geração de extrema sorte que foi criança nos anos 1970. E, sortudo entre os sortudos, fui daqueles que aprenderam a ler com a coleção do <strong>Sítio do Picapau Amarelo</strong> ilustrada por Manoel Victor Filho. Já alfabetizado, lembro também dos primeiros anos da primorosa e incomparável versão televisiva para a série criada por <a href="http://www.memoriaviva.com.br/mlobato" target="_blank"><strong>Monteiro Lobato</strong></a>.</p>
<p align="justify">É bem provável que hoje, dia do seu aniversário e, por conta disso, <strong>Dia Nacional do Livro Infantil</strong> (desde 2002), os trintões que participarem da Blogagem Coletiva <a href="http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/04/blogagem-coletiva-quem-foi-seu-monteiro.html" target="_blank"><em>Quem foi seu Monteiro Lobato?</em></a>, sugerida pela <strong>Jorge Zahar Editor</strong> ao <strong><em>Fio de Ariadne</em></strong>, respondam da mesma maneira: <strong>Meu Monteiro Lobato foi Monteiro Lobato</strong>.</p>
<p align="justify">Mas ele não apenas me ensinou a ler. Ensinou também que <strong>é fácil aprender</strong> e que <strong>estudar é uma deliciosa brincadeira</strong>. Li todos os livros da turma do Sítio pelo menos duas vezes quando ainda criança. Mas, dentre eles, há alguns que li muitas outras vezes como <em>História do Mundo para Crianças</em>, <em>Geografia de Dona Benta </em>e <em>Emília no País da Gramática</em>. Estes, que trazem conteúdo tradicionalmente apresentados nas escolas, me pareciam ainda mais interessantes que as fantasias vividas pelos personagens do Sítio. Na verdade, eles transportavam aqueles personagens fantásticos para o mundo real, o meu mundo. Isso fez com que eu aprendesse que voar para um lugar maravilhoso é tão fácil quanto somar dois e dois. Lobato me ensinou que tudo é possível. <strong>Basta imaginar e nosso mundo perfeito está pronto</strong>.</p>
<p align="justify">Já adulto, mas com o eterno espírito de criança de quem cresceu com o Sítio, ainda não obtive êxito em repassar aos meus filhos as lições do mestre. Talvez eu não seja um bom professor. Talvez as tentações dos novos tempos sejam uma concorrência desleal. Talvez eu ainda não tenha crescido o suficiente para ensinar alguma coisa. Mas ainda há tempo. A viagem pode começar a qualquer momento.</p>
<p align="justify">Em 2003, já passado um quarto de século de meu primeiro contato com Lobato, tive um encontro surpresa com ele. Tive o prazer de ler <strong>cartas que ele escreveu a </strong><a href="http://www.memoriaviva.com.br/cascudo" target="_blank"><strong>Câmara Cascudo</strong></a>. As originais. Li todas as escritas à máquina. As manuscritas são verdadeiros hieróglifos. Não é fácil entender tudo. Nelas, descobri um Monteiro Lobato diferente, pai, que sempre fazia menção aos seus filhos e aos do amigo. Em uma delas, de outubro de 1931, dizia:</p>
<p align="justify"><em>Sciente que casaste e entraste no rol dos proliferadores da especie com um gentil cascudinho. Eu de ha muito parei em quatro.</em></p>
<p align="justify">Em outra, de 1944:</p>
<p align="justify"><em>Bem, sei que tens uma Any, e quero que Any receba um dos ultimos livros meus, que vai.<br />
</em></p>
<p align="justify">Uma primeira edição de Lobato presenteada pelo próprio! Que inveja, hein? Mas eu também tive meu momento mágico. Contarei mais adiante.</p>
<p align="justify">Acredito que a vida nos apresenta alguns sinais. Em 2005, quando já começava a perder as esperanças de muitas coisas, dentre as quais a de que minhas filhas também passassem parte de sua infância no Sítio do Picapau Amarelo (Ah! eu estive MESMO no Sítio da tevê), acompanhadas de <strong>Emília</strong>, <strong>Visconde</strong>, <strong>Pedrinho</strong> e <strong>Narizinho</strong>, duas coisas me aconteceram: ganhei o<a href="http://www.memoriaviva.com.br/ibest05.htm" target="_blank"> iBest de Melhor Site de Arte &amp; Cultura</a> (com o <a href="http://www.memoriaviva.com.br" target="_blank"><strong>Memória Viva</strong></a>, que tem desde seu início uma homenagem a Lobato) e, menos de uma semana depois, vi meu único filho homem nascer (renovaram-se as esperanças!). Três anos depois, ele já dormia cantarolando as músicas do Sítio. <em>Boneca de pano é gente/ Sabugo de milho é gente/ O sol nascente é tão belo&#8230;</em></p>
<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/azulay.jpg" width="278" align="right" border="0" height="339" />Além do grande mestre Monteiro Lobato, tive outros professores: os <strong>Irmãos Grimm</strong>, <strong>Hans Christian Andersen</strong> e um outro brasileiro. Alguém arrisca um palpite de quem seria? Acertaram os trintões que responderam <a href="http://www.danielazulay.com.br/" target="_blank"><strong>Daniel Azulay</strong></a>. Pita, Damiana, Piparote, Ritinha, Xicória, Professor Pirajá e toda a <strong>Turma do Lambe-Lambe</strong> também me fizeram companhia nos dias de menino. E sabe o que foi mais legal? É que em 2003, por conta da versão digital que criei para <strong><em>O Cruzeiro</em></strong>, recebi um e-mail de Daniel Azulay dizendo que a revista fez parte de sua infância e que, muitos anos depois, ele trabalharia nela. A história, contada por ele, está <a href="http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro" target="_blank"><strong>no site</strong></a> (clique em <em>Mais edições</em> e veja a Edição Especial Comemorativa aos 75 anos). Mas ainda não foi este o momento mágico que falei. Ele vem agora. Um mês depois de publicar seu depoimento, eu estava em uma banca de revistas, em Ipanema, no Rio, e quem entra? Ele! Com a mesmíssima cara , o mesmo jeito e só faltando os suspensórios. Pude agradecê-lo, pessoalmente, por ter me dado <strong>uma infância mais divertida e cheia de fantasia</strong>.</p>
<p align="justify">A Daniel Azulay e a todos os Lobatos que nos ensinaram a ler e enriqueceram nossas vidas, meus agradecimentos e meus parabéns. Hoje e sempre.</p>
<p align="justify">E algodão doce para vocês, leitores.</p>
<p align="center">* * * * *</p>
<p align="justify"><strong>Leia também:</strong><br />
<a href="mailto:"><strong>M. Lobato<br />
</strong></a><a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/03/05/no-sitio-e-sempre-assim/"><strong>No Sítio é sempre assim: vão-se os anéis…</strong></a></p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback3.jpg" usemap="#Map3" border="0" height="25" /></center><br />
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		<title>80 anos de &#8220;O Cruzeiro&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 03:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Memória Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Periódicos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Não sei como vocês se sentem depois das eleições. Eu, o que posso dizer é que me sinto moderadamente otimista. O que aliás não é pouco, para quem se afundava naquele desengano tão desamargurado. O parágrafo acima não é &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/11/10/80-anos-de-o-cruzeiro/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" align="justify">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/cruz80.jpg" height="260" width="600" /></p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><em>Não sei como vocês se sentem depois das eleições. Eu, o que posso dizer é que me sinto moderadamente otimista. O que aliás não é pouco, para quem se afundava naquele desengano tão desamargurado.</em></p>
<p class="MsoNormal" align="justify">O parágrafo acima não é meu. É de <strong>Rachel de Queiroz</strong> em sua <em>Última Página</em>, coluna que manteve por muitos anos na revista <a href="http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro" target="_blank"><em><strong>O Cruzeiro</strong></em></a>. <em>Na crista da onda</em> era o texto e foi publicado na edição de 22 de novembro de 1958, que comemorava os 30 anos da revista.</p>
<p class="MsoNormal" align="justify">Bem poderia ser a abertura para um artigo sobre a eleição de Barack Obama na edição dos 80 anos que <em>O Cruzeiro</em> estaria completando nesta segunda. E provavelmente o mulato Obama estaria na capa da edição da semana. Um texto de <strong>David Nasser</strong> marcaria a ferro os remanescentes da América profunda, os brancos racistas que já não parecem tão fortes. Mesmo enfatizando as boas novas, escrevendo o que os leitores gostariam de ler e fortalecendo sua tendência situacionista, antes de finalizar faria uma comparação entre a histórica vitória contra o racismo nos Estados Unidos e a nossa própria seis anos antes, quando a “esperança venceu”. E aproveitaria para cobrar do novo presidente americano a revolução que não vimos por aqui.</p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><strong>Chateaubriand</strong> veria como chá fraco e frio a embaixada em Londres e faria mira <st1:personname productid="em Washington. A" w:st="on">em  Washington. A</st1:personname> esta altura, <em>The Cruise</em>, a versão em inglês de sua revista já teria 20 ou 25 anos e seria referência de exportação de nossas belezas. As mulheres americanas estariam acostumadas a esperar cada edição para tentar imitar nossa moda e sonhar em ter corpos perfeitos como as brasileiras. <a href="http://www.memoriaviva.com.br/carlosestevao" target="_blank"><strong>Carlos Estevão</strong></a> estaria satirizando nossos péssimos costumes – alguns tão ou mais antigos que a revista – e <a href="http://www.memoriaviva.com.br/appe" target="_blank"><strong>Appe</strong></a>, com seu traço fino, seria o elegante carrasco da desclassificada horda política.</p>
<p class="MsoNormal" align="justify">E se esta semana não há cento e tantas páginas de <em>O Cruzeiro </em>para celebrarmos e comprovarmos como seria essa história, temos ao menos uma página de seu único remanescente: <strong>Millôr Fernandes</strong>.</p>
<p class="MsoNormal" align="justify">Foi em um exercício de imaginação assim que “<em>a revista contemporânea dos arranha-céus</em>” tornou-se também <a href="http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro" target="_blank"><strong>contemporânea da Internet</strong></a>. E lá se vão seis anos. Debruçando-me sobre centenas de edições desde então, fiz várias viagens e aprendi História, principalmente do Brasil, como jamais havia pensado <st1:personname productid="em aprender. Mais" w:st="on">em aprender.  Mais</st1:personname> que isso, fui descobrindo e reconstituindo muitas histórias interessantes perdidas nas memórias de alguns poucos e que, aos poucos, vão sendo contadas. Isso me faz crer que essa história iniciada em 1928 ainda não terminou.</p>
<p class="MsoNormal" align="justify">Pedindo novamente licença a Rachel, encerro essa louvação com a ajuda de suas palavras publicadas no Jubileu de Prata da revista:</p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><em>Hoje, aniversário de </em>O Cruzeiro<em>, esta casa, é claro, está <st1:personname productid="em festa. Jornais" w:st="on">em festa. Jornais</st1:personname> são como chineses e não como moças bonitas: não se envergonham da idade, antes se sentem orgulhosos dos cabelos brancos e das rugas, e, quanto mais velhos, mais vaidade tiram disso. E pois, o coquetismo não está em negar a idade, mas em confessá-la abertamente: </em><strong>oitenta anos!</strong></p>
<p class="MsoNormal">Muito ainda ouviremos falar a respeito dela.<br />
<o:p> </o:p></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Texto relacionado:</strong><br />
<a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/06/06/mastigue-bem-antes-de-engolir/">Mastigue bem antes de engolir</a></p>

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		<title>Vô Moacyr versão 8.8</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 13:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aniversário]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesse 4 de agosto, meu avô Moacyr completou 88 anos. Toda vez que ele faz aniversário, penso sobre o que se pode fazer com tanto tempo de vida. Ainda estou a quase uma década de metade disso. Penso que minha &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/08/29/vo-moacyr-versao-88/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img border="0" width="600" src="http://www.sandrofortunato.com.br/fotosblog/moacyr3.jpg" height="188" /></p>
<p align="justify">Nesse 4 de agosto, meu avô <strong>Moacyr</strong> completou 88 anos. Toda vez que ele faz aniversário, penso sobre o que se pode fazer com tanto tempo de vida. Ainda estou a quase uma década de metade disso. Penso que minha vida nem começou.</p>
<p align="justify">Também penso no que pode não se fazer. Meu avô ainda tem uma boa aparência, mas está bem caidinho. Passa a maior parte do tempo deitado, dormindo ou vendo tevê. Tem dificuldade em diferenciar os dois únicos netos e embaralha todas as histórias que viveu: pessoas, lugares, épocas.</p>
<p align="justify">Quando perguntei quantos anos estava fazendo, respondeu cheio de certeza: <strong><em>71</em></strong>. Não estava brincando. Ele estava certo disso. Quando eu disse que estava fazendo 88, reagiu com a mesma convicção: <strong><em>Mas não é mesmo!</em></strong></p>
<p align="justify">Vô Moacyr parece ter terminado sua história em 1991, quando ainda estava bem ativo, trabalhando, pegando seu ônibus para gravar algum programa ou comercial na Globo. A toda hora ele folheia revistas nas quais aparece em fotonovelas, mostra a alguém, diz que era um tempo muito bom e que tem “<em>uma pilha assim de revistas no Rio, que eu pego quando quiser</em>”.</p>
<p align="justify">Em seu quartinho, perdido no tempo e zapeando na tevê, ele nem imagina que aparece no <em>Canal CineBrasil</em> com alguma frequência. Outro dia reconheci seus cabelos grisalhos numa correria de jornalistas em uma cena de <em>O Caso Cláudia </em>(1979). Fazia as vezes de fotógrafo. Na primeira foto da sequência acima ele aparece (no canto direito) em uma cena de <em>A Dama do Lotação</em> (1978). Na segunda foto (ele é o da direita), dá uma idéia de como o neto ficará vestindo o fardão da ABL. Na terceira, nós dois no último dia 4: <strong>ele com 71, eu com 19 anos</strong>. Em algum lugar no tempo, isso faz todo sentido.</p>

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		<item>
		<title>Flavinho, o sonhador</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 11:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Devo ter visto Flávio Rezende pela primeira vez ali no corredor do Bloco C, do Setor V da UFRN, em 1988. Jovem, mas com aquele ar de irmão mais velho da garotada que dava seus primeiros passos no ingrato mundo &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/07/15/flavinho-o-sonhador/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/flavinho.jpg" align="right" border="0" height="288" width="228" />Devo ter visto <strong>Flávio Rezende</strong> pela primeira vez ali no corredor do Bloco C, do Setor V da UFRN, em 1988. Jovem, mas com aquele ar de irmão mais velho da garotada que dava seus primeiros passos no ingrato mundo jornalístico.</p>
<p align="justify">Vinte anos depois, ele tem a mesma cara, a mesma juventude, a mesma energia, a mesma aura. Tudo isso muito típico das almas puras. A mais, história, experiência, sabedoria. E livros.</p>
<p align="justify">Hoje, no <strong>dia de seu aniversário</strong> de 47 anos – sim, esse menino na foto, feita há poucos dias, logo logo terá meio século de existência! –, está lançando seu 19º livro: <em><strong>O sonhador</strong></em>.</p>
<p align="justify">Li e tenho pelo menos meia dúzia deles, os lançados na época em que estávamos mais próximos, até meados dos anos 90. Flavinho sempre divulgou meus trabalhos. Talvez por gostar, por bondade, para completar suas colunas. Também sempre divulguei os dele, mas que fique claro que não por agradecimento ou política. Sempre fiz isso porque <strong>Flavinho é o cara “mais do Bem” que conheço</strong>. Então, nem me preciso ver o que ele fez. Se foi feito por ele, só pode ser uma coisa boa, algo para o Bem.</p>
<p align="justify">Nessas duas décadas, sou testemunha de suas batalhas e realizações. Nada fácil, nada sem muito esforço. Tudo tão impregnado de bondade, de bons fluídos, que invariavelmente dá certo, não importando o tempo que seja necessário para se tornar real. E o início de cada uma dessas realizações é sempre um sonho ao qual outras boas almas vão se juntando até que se concretize.</p>
<p align="justify"><em>O sonhador</em> livro está sendo lançado hoje. O sonhador-realizador Flavinho está só começando a encher nosso mundo de Luz.</p>
<p align="justify">Um grande beijo, meu querido. Sonho junto com você.</p>
<h5 align="right"> O convite para o lançamento está <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/07/11/o-sonhador">dois posts abaixo</a>.</h5>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback.jpg" usemap="#Map" border="0" height="25" /></center></p>
<map name="Map">
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		<title>Centenário da Imigração Japonesa no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 03:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>

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		<description><![CDATA[Josui &#8211; Detalhe de ilustração de Mauro para Flor oculta (The Hidden Flower), de Pearl S. Buck, publicada na revista O Cruzeiro, edição de 29 de março de 1958. Naquele ano, comemorava-se o cinqüentenário da imigração japonesa no Brasil.
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/josui.jpg" border="0" height="525" width="400" /></p>
<p align="justify"><strong>Josui</strong> &#8211; Detalhe de ilustração de <strong>Mauro</strong> para <em>Flor oculta</em> (<em>The Hidden Flower</em>), de <strong><em>Pearl S. Buck</em></strong>, publicada na revista <a href="http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro" target="_blank"><em><strong>O Cruzeiro</strong></em></a>, edição de 29 de março de 1958. Naquele ano, comemorava-se o cinqüentenário da imigração japonesa no Brasil.</p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback.jpg" usemap="#Map" border="0" height="25" /></center></p>
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		<title>Memória Viva – 10 anos</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 16:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Memória Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Memória Viva é taurino. Disposto a seguir os melhores conselhos astrológicos, deu continuidade à força ariana de seu criador e cá estamos: 10 anos no ar. O fogo que deu luz a esse projeto nasceu de uma vedete: Luz del &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/20/memoria-viva-10-anos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/mv10anos.jpg" border="0" height="184" width="600" /></p>
<p align="justify"><em><a href="http://www.memoriaviva.com.br" target="_blank"><strong>Memória Viva</strong></a></em> é taurino. Disposto a seguir os melhores conselhos astrológicos, deu continuidade à força ariana de seu criador e cá estamos: <strong>10 anos no ar</strong>.</p>
<p align="justify">O fogo que deu luz a esse projeto nasceu de uma vedete: <a href="http://www.memoriaviva.com.br/luzdelfuego" target="_blank">Luz del Fuego</a>. No dia 21 de março de 1998 entrava no ar um site em sua homenagem na então badalada fatia do ciberespaço conhecida como <strong>Geocities</strong>. O endereço era simples: <em>www.geocities.com/broadway/alley/1967/index.htm</em> . Em menos de um mês, o site recebeu cerca 700 visitas! Alguém tem idéia do que era isso naquela época? Mais de 20 visitas por dia! Hoje, num dia normal, <strong><em>Memória Viva</em></strong> recebe 20 visitas a cada 8 minutos. Mas há picos como no dia em que Jô Soares mostrou o site no programa. A uma da manhã, no meio de um feriadão, mais de 600 pessoas tentaram entrar ao mesmo tempo e quase conseguiram tirar o site do ar. Até o dia amanhecer, foram outros 7 mil acessos.</p>
<p align="justify">Do site em homenagem a Luz del Fuego para a estréia do <strong><em>Memória Viva</em></strong> foi apenas um mês. Ele nasceu com aquela carinha que aparece na primeira imagem que abre o texto: o nome, três fotinhos, quatro áreas, links sublinhado em azul, fundo branco. A outra imagem é uma prévia do que estará no ar a partir desta terça, 22 de abril.</p>
<p align="justify">Das pesquisas feitas unicamente a partir dos livros em meu quarto, passei a viajar a várias partes do Brasil fazendo matérias, conhecendo acervos e digitalizando materiais raros. Nestes dez primeiros anos, foram publicadas <strong>mais de 120 matérias</strong> (que consegui juntar) sobre o site somente em revistas e jornais impressos. Vários prêmios, incluindo cinco troféus em <strong>quatro finais do iBest</strong>, um deles, em 2005, como <strong>o melhor site de Arte &amp; Cultura da Internet brasileira</strong> escolhido em votação popular.</p>
<p align="justify">O site de estréia cabia várias vezes em um disquete. Hoje os mais de 4 mil arquivos – páginas, imagens e áudio – mal caberiam em um CD de 700Mb. Tudo muito bem tratado para poupar espaço. Hoje, esse material gera cerca de 100 mil visitas, <strong>meio milhão de páginas vistas</strong>, 3 milhões de hits, 30GB de informações <strong>a cada mês</strong>.</p>
<p align="justify">De um punhado de páginas e sites biográficos, <em><strong>Memória Viva</strong></em> evoluiu para um portal que, além disso, reúne um pedaço da importante história da nossa imprensa, mantendo viva a memória de importantes periódicos. O site acompanhou as mudanças e as novidades tecnológicas e ganhou <em>blogs</em>, <em>flogs</em>, comunidades em sites de relacionamento, etc.</p>
<p align="justify">Passei de leitor a escritor de biografias. Em breve, elas começarão a surgir no velho formato de livro. E também em livros surgirão outros trabalhos, pois o <em><strong>Memória Viva</strong></em> logo irá debutar como editora.</p>
<p align="justify">Dez anos e o trabalho está só começando. Pode parecer muito para um site – quantos você conhece que chegaram a essa idade? –, mas ele ainda é só uma criança, um bebê que está longe de mostrar 5 ou 6% do material levantado somente nos últimos cinco anos de pesquisas.</p>
<p>Agora é planejar e tocar o barco para ver onde ele vai estar em 2018.</p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback.jpg" usemap="#Map" border="0" height="25" /></center></p>
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		<title>Noite Ilustrada</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 14:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto muitos se esforçam em parecer geniais e cheios de cultura, eu continuo dando publicidade a minha ignorância. Hoje, dia do meu aniversário (“parabéns”, “obrigado!”), lembrei de uma pessoa que, se viva, estaria completando 80 anos: Mário de Souza Marques &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/10/noite-ilustrada/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/noite.jpg" align="right" border="0" height="237" width="246" />Enquanto muitos se esforçam em parecer geniais e cheios de cultura, eu <strong>continuo dando publicidade a minha ignorância</strong>. Hoje, dia do meu aniversário (“<em>parabéns</em>”, “<em>obrigado!</em>”), lembrei de uma pessoa que, se viva, estaria completando <strong>80 anos</strong>: <strong>Mário de Souza Marques Filho</strong>. Nunca ouviu falar? Mas de <strong>Noite Ilustrada</strong> já.</p>
<p align="justify">Lá pelo final da década de 80 e início da de 90, eu não sabia quem era ele. Esse negão lindo, que manteve sua voz poderosa até o fim de seus dias, apresentava-se sempre em Natal, onde eu morava naquele tempo. Via os cartazes anunciando <em>Noite Ilustrada</em> e pensava: “<em>Que nome mais brega para se dar a uma festa!</em>”. E a ignorância foi a única culpada por me fazer perder várias oportunidades de admirar seu Mário de Souza.</p>
<p align="justify">Como diria o próprio, nos versos de <strong>Paulo Vanzolini</strong> imortalizados por sua voz, “<strong><em>levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima</em></strong>”. E viva o Noite!</p>

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		<title>Cazuza &#8211; 50 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 03:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 80]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira vez em que vi Cazuza foi na praia. Nem lembro qual. Ipanema ou Leblon. Eu era um moleque, estava com um grupo mais velho e quando nos aproximamos alguém o chamou. Estava deitado sobre uma toalha de banho. &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/04/cazuza-50-anos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/cazuza.jpg" border="0" height="261" width="600" /></p>
<p align="justify">A primeira vez em que vi <strong>Cazuza</strong> foi na praia. Nem lembro qual. Ipanema ou Leblon. Eu era um moleque, estava com um grupo mais velho e quando nos aproximamos alguém o chamou. Estava deitado sobre uma toalha de banho. Sentou, virou o rosto, alguém me cutucou: “<em>É o Cazuza</em>”. Eu só sabia que ele cantava numa banda que já tinha visto <a href="http://br.youtube.com/watch?v=QzwCQndTJ_o" target="_blank">no programa do Chacrinha</a>. Ainda nem havia começado a comprar meus primeiros discos.</p>
<p align="justify">Em 1986, já morando em Natal, fui ao <strong>meu primeiro show</strong>. Cazuza. No Palácio dos Esportes, um ginásio que fica na Praça Cívica, no bairro de Petrópolis. O local abrigou shows de todas as bandas e cantores oitentistas: Paralamas, Ultraje, Titãs, Lobão, Kid Abelha, Lulu&#8230; Era o <em>Circo Voador</em> em Natal. O show fazia parte da turnê de <strong><em>Exagerado</em></strong>, primeiro álbum solo de Cazuza. Eu nem tinha idade para ir, mas como era maior e mais encorpado que a média dos adolescentes que já tinham 16, 17 anos, entrei na boa.</p>
<p align="justify">Foi um ritual de iniciação. Sair à noite, ir a um show de rock, flertar, ficar agarrado, dar beijinho, pular, cantar&#8230; E Cazuza apadrinhando esse batismo.</p>
<p align="justify">No ano seguinte viria <em><strong>Só se for A 2</strong></em>, que ouvi até quase deixar o vinil fino como papel. Em, 1988, fazendo a trilha sonora para o moleque que entrava no curso de Jornalismo, <em><strong>Ideologia</strong></em>. Depois tudo aconteceu muito rápido. Mais dois álbuns, ambos com Cazuza já muito debilitado, e sua morte em julho de 1990. Lembro de ver a notícia no <em>Jornal Nacional</em> e ficar sem acreditar. Era como se <strong>os anos 80</strong> inteiros estivessem <strong>morrendo junto com ele</strong>. E talvez tenha sido isso mesmo.</p>
<p align="justify">Trancado no quarto, vitrola no último volume, acompanhava as músicas com uma guitarra muda e chorava. Chorava muito. Um não entender de porquê se morre. Naquele instante, nem imaginaria que no mesmo ano eu estaria sentindo isso de forma ainda mais intensa, vivendo meu próprio drama pessoal com a perda de alguém muito mais jovem que Cazuza.</p>
<p align="justify">Em minha história pessoal, com o ano de 1990 terminou toda uma fase de sonhos. As músicas de Cazuza entraram definitivamente em mim. <em>Vida louca vida/ vida breve/ já que eu não posso te levar/ quero que você me leve</em>&#8230; <em>Senhoras e senhores/ trago boas novas/ eu vi a cara da morte e ela estava viva</em>&#8230; <em>Exagerado</em>&#8230; <em>O nosso amor a gente inventa/ pra se distrair/ e quando acaba, a gente pensa / que ele nunca existiu</em>&#8230; Tudo entendido-vivido de uma só vez e uma única certeza: que <em><strong>o tempo não pára</strong></em>.</p>
<p align="justify">E pensar que o garoto que o viu na praia tem hoje mais idade do que ele chegou a ter&#8230;</p>

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		<title>49º aniversário do exílio do Dalai Lama</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 11:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.freetibet.org" target="_blank"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/freetibet.jpg" border="0" height="180" width="600" /></a></p>

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		<title>Quinze anos</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 11:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aniversário]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi ontem. Juro que foi. Foi ontem que vi pela primeira vez aquela coisinha com cara de joelho que se chamaria Aimée. Aimê? Aimé? Não. Aimée, s’il vous plaît. Foi ontem que aquela garota bolachuda, aquela bolinha animada percebeu que &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/02/11/quinze-anos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/aimee.jpg" border="0" height="240" width="600" /></p>
<p align="justify">Foi ontem. Juro que foi. Foi ontem que vi pela primeira vez aquela coisinha com cara de joelho que se chamaria <strong>Aimée</strong>. Aimê? Aimé? Não. <strong>Aimée, s’il vous plaît.</strong></p>
<p align="justify">Foi ontem que aquela garota bolachuda, aquela bolinha animada percebeu que puxando o colchão do berço e depois as tábuas dava pra fugir daquela prisão. Já dizia que estava aqui para ser livre.</p>
<p align="justify">Foi ontem (juro mais uma vez!) que ela piscou o olho para mim na escola, na frente das amiguinhas, para mostrar que aquele pai diferente era o dela. Estava dizendo que seria amostrada.</p>
<p align="justify">Foi de ontem para hoje que a vi brincando com as coleguinhas, tomando conta da irmãzinha, pedindo mimos, sendo sacudida vinte vezes para acordar, sendo colocada para estudar (que difícil!), gritando “eu vou também” para sair comigo à noite (vá dormir, menina!).</p>
<p align="justify">Foi hoje pela manhã (não foi?!) que uma garota linda andava abraçada comigo no <em>shopping</em> enquanto me olhavam atravessado (“esse cara não é muito velho pra ela?”). Foi&#8230; foi&#8230; Já é. <strong>Aimée acordou com quinze anos!</strong></p>
<p align="justify">Hoje, ela completa as primeiras quinze páginas de uma história que está só começando (não disse que tinha sido ontem?). Não seriam quinze capítulos? Quinze páginas. Ela vai descobrir isso quando perceber que <strong>a vida começa agora</strong> e que, daqui por diante, é melhor não perder tempo.</p>
<p align="justify"><strong>Apaixone-se</strong>, filha. E saiba que isso passa tão rápido quanto um comercial de tevê. Viva, minha filha. <strong>Viva</strong> como se cada dia fosse o último, mas cuidando para que seja apenas o primeiro de muitos. <strong>Ame, filha.</strong> Ame principalmente quem a ama. E saiba que ganhou esse nome para que, toda vez que ele for dito, você possa lembrar que é Amada.</p>
<p align="right">Sandro, pai, paaaaaai, paiê de Memê<br />
11.02.2008</p>

<div class="twitterbutton" style="float: right; padding-left: 5px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/02/11/quinze-anos/&amp;text=Quinze anos&amp;via=sandrofortunato&amp;related=DolcePixel"><img align="right" src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/wp-content/plugins//easy-twitter-button/i/buttons/en/tweetn.png" style="border: none;" alt="" /></a></div>
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		<title>Os 65 anos de Janis Joplin</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 03:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Periódicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de falar de Janis, de contar pela milésima vez sobre a caixa de CDs que comprei em 1999 e nunca abri, que sou tarado por ela, etc, devo contar uma outra história. Esta foto que abre o texto é &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/01/19/os-65-anos-de-janis-joplin/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.landyvision.com" title="Visite o site de Elliott Landy" target="_blank"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/janis.jpg" border="0" height="309" width="450" /></a></p>
<p align="justify">Antes de falar de <strong>Janis</strong>, de contar pela milésima vez sobre a caixa de CDs que comprei em 1999 e nunca abri, que sou tarado por ela, etc, devo contar uma outra história. Esta foto que abre o texto é do espetacular <a href="http://www.landyvision.com" target="_blank"><strong>Elliott Landy</strong></a>, que também fotografou <strong>Jimi Hendrix</strong>, <strong>Jim Morrison</strong>,  <strong>Bob Dylan</strong> e muitas outras lendas, inclusive durante o <strong>Festival de Woodstock</strong>. Há muitos anos – não lembro exatamente quantos, mas não menos que dez – comprei (ganhei?) um cartão postal com esta foto que mostra a primeira apresentação de Janis Joplin em Nova York com Big Brother &amp; The Holding Company, no Anderson Theater, em 17 de fevereiro de 1968. Sempre o guardei com o maior carinho. Para mim, <strong>essa imagem representa à perfeição o que seria Janis</strong>: em transe, em movimento, com uma luz surgindo de sua voz e rasgando a escuridão. Esta semana, quase quarenta anos depois de ter sido feita, ela veio parar aqui no blog. Com a autorização de Elliott Landy. Enviei um e-mail perguntando se poderia usá-la e meia hora depois já recebia um gentil “<em>Yes</em>”. Na mensagem, ele dizia ainda nunca ter feito uma exposição no Brasil e que adoraria se isso acontecesse. Sr. Landy, obrigado mais uma vez e&#8230; estamos providenciando a realização desse desejo que não é só seu.</p>
<p align="justify">Vamos então&#8230;</p>
<p align="justify">Seria possível Janis, uma senhora de 65 anos? Imaginávamos Jagger, um senhor de 60 anos requebrando loucamente! E <strong>Tina Turner</strong> aos 68?! Uau! E <strong>Ike Turner</strong> morrendo de overdose aos 76?!!!</p>
<p align="justify">Acredito que pessoas como Janis, Hendrix, Morrison (será que ele morreu mesmo?) tornam-se lendas e morrem jovens pelo simples fato de pegarem todo seu potencial, toda a inteligência, o brilhantismo, a capacidade de uma vida inteira e utilizarem de forma ultraconcentrada em pouquíssimo tempo. Morrem de overdose de sua própria capacidade.</p>
<p align="justify">Janis não poderia ser uma velha. Não poderia ter chegado aos 40, nem mesmo aos 30. Hendrix também não. <strong>Marilyn</strong>, <strong>James Dean</strong>, <strong>Rimbaud</strong>, <strong>Cazuza</strong>, <strong>Renato Russo</strong>&#8230; Gente assim não envelhece. Difícil viver tão intensamente e durar muito.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/janisrs.jpg" border="0" /></p>
<p>Mas este dia é para celebrar a vida. Esta traça-fã quer fazer algumas ligações sobre <strong>a passagem de Janis pelo Brasil</strong> – em seus últimos meses de vida –  e a “cobertura feita pela imprensa”.</p>
<p align="justify">Janis baixou no patropi no <strong>carnaval de 1970</strong>. <em>Superstar</em>, foi para o Copacabana Palace, onde tomou banho de piscina nua e foi expulsa. Na Avenida Atlântica da amargura, foi recolhida pelo fotógrafo <strong>Ricky Ferreir</strong>a, um dos poucos tupiniquins capacitados a bater o olho e saber quem era ela. Para a deslumbrada jovem guarda, era apenas uma hippie nojenta, uma mendiga suja. Até de inferninho quiseram colocá-la para fora. Na base do “essa aqui é a Janis Joplin”, foi sendo entrevistada por um ou outro símio disfarçado de repórter. <strong>Luiz Carlos Maciel</strong>, sempre ligado, contava na edição de número 35 de <em>O Pasquim</em> (19 a 25 de fevereiro de 1970):</p>
<blockquote>
<p align="justify"><em>Janis Joplin está no Rio, passando as férias. Já tomou banho de mar, bateu em fotógrafos e deu uma entrevista coletiva à Imprensa, sempre acompanhada de seu amigo George, um hippie americano. Na entrevista, ela fundiu um pouco a cuca quando uma repórter de um de nossos diários perguntou a ela o que pensava “da elegância da mulher brasileira”. É impressionante como o pessoal por aí está por fora.<br />
A notícia mais interessante fornecida por Janis é que ela pretende fazer uma apresentação pública, este domingo, na Praça General Osório, em Ipanema, inteiramente de graça. </em>(&#8230;)</p></blockquote>
<p align="justify">Não rolou, claro! Repressão geral. E show de Janis era como uma boa trepada: adiou, perdeu! Em oito meses, ela já seria história.</p>
<p align="justify">Trinta anos depois, a revista <em>Trip</em> dava como inéditas as fotos do <em>topless</em> de Janis em Copacabana. Corrija-se: algumas fotos feitas por Rick Ferreira já haviam sido publicadas na coluna <em>Underground</em>, de Luiz Carlos Maciel (<em>O Pasquim</em>, nº 69, 14 a 20 de outubro de 1970), e pelo menos as que ela aparece de <em>topless</em> foram feitas numa praia na Barra da Tijuca. Ok, a <em>Trip</em> mostrou tudo em cores e somente uma das fotos aparecia na coluna de Maciel. Só faltou um pouco de cuidado com a informação.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/janislcm.jpg" border="0" /></p>
<p>Na mesma edição d’<em>O Pasquim</em>, <strong>Flávio Rangel</strong> aconselhava:</p>
<blockquote>
<p align="justify"><em>Manera, pessoal, manera. Olhaí agora foi a Janis Joplin. Como diz o filósofo Ivan Lessa: “Lembrai-vos: uma de menos nunca é de mais”.</em></p>
</blockquote>
<p align="justify">O toque havia sido dado quando da morte de Jimi Hendrix, poucos dias antes. Duas edições depois, <strong>Ivan Lessa</strong> rápido e rasteiro:</p>
<blockquote>
<p align="justify"><em>Mais uma musa que se vai porque foi demais. Se arrancou na picada, de carona numa mula negra que levava o nome de sua ambição, de sua derrota: heroína. Penso num epitáfio adequado: “Aqui Jaz Janis Joplin que Queria Ser Negra. Quase conseguiu”.</em></p>
</blockquote>
<p align="justify">O “quase” deve ter ficado para trás, deve ter sido atropelado. Ela estava além de qualquer rótulo, principalmente o de cor. “<em>Vocês sabem o que fabricou o mito de que só os negros têm </em>soul<em>? Foi porque as pessoas brancas não se permitem sentir as coisas</em>”, dizia Janis. E ela sentia. Sentia inclusive que não devia pisar no freio. Aceitava seu destino. “<strong><em>Prefiro ter dez anos de ultra-super-máximo  do que viver até os setenta sentada numa cadeira de balanço, vendo televisão</em></strong>”. Mestre Maciel:</p>
<blockquote>
<p align="justify"><em>A de certas pessoas é nenhuma. A de Janis Joplin era todas. Ela precisava consumir-se rapidamente no fogo da mudança, como se ela soubesse que vivia uma realidade transição e fosse, ela próprio, um ser de transição, uma chama destinada a brilhar fortemente durante três ou quatro anos e extinguir-se.</em></p>
</blockquote>
<p align="justify">Janis jamais poderia chegar aos trinta. Ou não seria mais Janis.</p>
<p align="center">* * * * *</p>
<p><font color="#d92530"><strong>Para conhecer melhor:</strong></font></p>
<p><a href="http://www.officialjanis.com" target="_blank">Janis Joplin &#8211; Site oficial</a><br />
<a href="http://revistatrip.uol.com.br//81/janis/home.htm" target="_blank">Trip #81 – Janis no Rio</a></p>
<p><font color="#d92530"><strong>Para ter:</strong></font></p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=263690&amp;franq=103641" target="_blank">Janis Joplin Live At Winterland ´68</a><br />
<a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=164003&amp;franq=103641" target="_blank">Janis Joplin &#8211; 18 essential songs</a><br />
<a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=73623&amp;franq=103641" target="_blank">Janis Joplin’s Greatest Hits</a><br />
<a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=263688&amp;franq=103641" target="_blank"> Pearl</a><br />
<a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=1025883&amp;franq=103641" target="_blank">Pearl (Special Edition) &#8211; Importado- Duplo</a><br />
<a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=86606&amp;franq=103641" target="_blank">Janis Joplin Anthology </a><br />
<a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=179129&amp;franq=103641" target="_blank"> Janis Joplin por Ela Mesma</a><br />
<a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21288139&amp;franq=103641" target="_blank">Com Amor, Janis Joplin</a></p>
<p><center><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/feedback.jpg" usemap="#Map" border="0" height="25" /></center><br />
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		<title>50 é bom demais!</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 03:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 80]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Juro que lembro de Eduardo Dusek, na televisão, apresentando-se no Festival MPB Shell na Rede Globo, em 1980, aos brados, cantando e encantando o público com Nostradamus. Eu tinha apenas oito anos de idade, mas ele já ia em treze &#8230; <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/01/01/50-e-bom-demais/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.imagemnativa.com.br/galeria_detail.asp?UserID=3" title="Visite a galeria de imagens de Marcel Gussoni" target="_blank"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/dussek.jpg" border="0" /></a></p>
<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/dusek01.jpg" align="right" />Juro que lembro de <a href="http://www.dussek.com.br" target="_blank"><strong>Eduardo Dusek</strong></a>, na televisão, apresentando-se no Festival MPB Shell na Rede Globo, em 1980, aos brados, cantando e encantando o público com <a href="http://www.youtube.com/watch?v=kchSmulPk8U" target="_blank"><em>Nostradamus</em></a>. Eu tinha apenas oito anos de idade, mas ele já ia em treze de carreira. Carreira musical, por favor. Foi desclassificado pelos jurados, mas o público se amarrou.</p>
<p align="justify">Sem precisar de juramento, em 83, já estava com minha fitinha K7 do <em>Plunct Plact Zuuum</em> rodando sem parar. Nela, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=XwZc9yeQvf4" target="_blank"><em>1 + 1 é bom demais</em></a>, com Duardo Dusek (sem o “E”) no papel do Mestre da Matemática. Quem lembra? <em>1 sorvete + 1 sorvete/ Na verdade é igual a um sundae/ mas vejam bem em qual vocês se metem/ Pois se sujar são vocês quem lambem (&#8230;) ô, ha ha ha/ Ouçam o Mestre Malucão/ Pois na verdade a matemática/ É só usar a imaginação</em> (&#8230;)</p>
<p align="justify">Ele já havia se consagrado com seu segundo LP, <a href="http://sombarato.blogspot.com/2007/06/eduardo-dusek-cantando-no-banheiro-1983.html" target="_blank"><em>Cantando no banheiro</em></a>. Além da faixa título, o bolachão trazia <a href="http://www.youtube.com/watch?v=WFN0HN2Cs1w" target="_blank"><em>Barrados no Baile</em></a> (que ele cantou e por isso se desclassificou na versão de 82 do Festival MPB Shell; era para ter cantado <em>Waldirene, a paranormal</em>), <em>Rock da Cachorra</em> (<em>Troque seu cachorro por uma criança pobre</em>) , a pintosa <em>Não minta, vovó</em> e a belíssima <em>Cabelos negros</em> (<em>Eu quero seus cabelos negros / Nas minhas mãos / Eu quero seus olhinhos ciganos / Nos meus sonhos / Eu quero você minha vida inteira / Como doce mania / Fosse qualquer maneira</em>).</p>
<p align="justify"><img src="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/imagens/dusek02.jpg" align="right" height="194" width="208" />Vi Dusek pela primeira vez em 1991, em um show no Centro de Convenções, em Natal. No palco, só ele e piano. Ou algo que lembrasse um. Exercitando minha berrante ignorância de menino de 19 anos, achei que aquilo pudesse ser um cravo. Bem&#8230; pelo menos era velho. Muito velho. A partir de certo momento, Dusek começou a chutá-lo, usando o piano como percussão e incitou o público a pedir o dinheiro de volta, explicando que no contrato dele dizia que se o local não tivesse um piano de cauda, ele levaria o dele; mas, para economizar, os contratantes sempre diziam que tinham. Quem já viu um show seu sabe que ele é capaz de fazer um pandeiro de piano.</p>
<p align="justify">Só iria a outro show de Dusek no ano de 2003, em um shopping, em Brasília. Crianças dançando, senhoras rindo com suas gaiatices e trintões (opa! Presente.) se divertindo a valer. Além das músicas já citadas, apresentou outros sucessos com <em>Doméstica</em>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=y44hdB0OnEg" target="_blank"><em>Aventura</em></a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=O6fYliFHjEM" target="_blank"><em>A índia e o traficante</em></a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Zj_YJ_Qdy-Y" target="_blank"><em>Singapura</em></a> e <em>Lincharam o viajante espacial</em>.</p>
<p align="justify">Segundo o site <a href="http://cliquemusic.uol.com.br" target="_blank"><em>Clique Music</em></a>, o agora Dussek (com dois “s”) completa 50 anos hoje, dia 1º de janeiro de 2008. Outros sites (menos confiáveis) dizem que isso aconteceu ano passado. Fiquemos com a matemática do Mestre Malucão, que diz que acha “<em>muito louca / Essa tal de adição/ A gente pensa que a gente soma / Mas na verdade é diminuição</em>”. Cinqüenta ou 50 + 1, hoje é aniversário do Eduardo. Que se faça a <em>Folia no matagal</em>!</p>

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