Arquivo do Autor: Sandro Fortunato

Telhados de Paris

Pour Ananda, ma petite Potisienne Nei, Parece que não há vento. Pode ver. As árvores, ao canto, estão cansadas de qualquer ballet. Ananda, com sua faixa branca nos cabelos, inventa fotos para mim, para eu escrever algo assim, sem necessidade … Continue lendo

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O homem a olhar o mar de Copacabana

A água ficava mais distante. Bem mais. A calçada era estreita; os desenhos das ondas, menores. Largava-se no banco, sem medos, a olhar meninas em maiôs. Todas de generosas curvas, para combinar com a geografia do bairro. A bossa, novíssima, … Continue lendo

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Quase pretos ou quase brancos

Ontem, comecei a escrever uma série de textos que mostra o peso do fotojornalismo na construção e no fortalecimento da cultura americana e como os brasileiros, que adoram imitar os americanos, não conseguiram fazer algo parecido. O texto já ia … Continue lendo

Publicado em Atualidade, Comportamento, História, Imprensa, Jornalismo, Memória, Periódicos | 2 comentários

Minhas namoradas

“Ele é namorador”, “Você namorou uma amiga minha” e “Conheci uma ex-namorada sua”. As frases me pareceram estranhas. Fiz as contas. Cinco, no máximo, poderiam dizer que foram minhas namoradas.  Uma deixou a vida e entrou para a História. Duas … Continue lendo

Publicado em Conversa com o leitor, Livre pensar | 3 comentários

Enfim, um diagnóstico

Um mês inteiro indo a médicos para finalmente ter um diagnóstico: Endometrite clamidial em estágio avançado. É uma infecção tratável, mas que pode ser fatal. Eu poderia ter me assustado ao ouvir isso de um médico, até porque para ter … Continue lendo

Publicado em Comportamento, Conversa com o leitor, Saúde | 6 comentários

As árvores da Jundiaí

As árvores da Rua Jundiaí ainda resistem. De certa forma, não existem, pois quase ninguém lhes dá atenção. Mas continuam lá. Somem casas antigas, dando lugar aos prédios – sempre esses malditos –, e muitas árvores vão com elas. As … Continue lendo

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Natal – Uma cidade à prova de tsunami

De cidade do “já teve”, Natal passou à cidade do “nem teve”. Na ânsia de se tornar uma potência mundial e chamar atenção de todo o planeta, valeu-se de um ”alerta de tsunami”. Alerta que deve ter sido passado por … Continue lendo

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Se existe alguma esperança…

Eu já perdi um filho. Um filho que nem conheci. Ele morreu antes mesmo de nascer, junto com a mãe, que tinha apenas 19 anos. Eu tenho três filhos e sou um incompetente como pai. Se faço algum lamento e … Continue lendo

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Mais notas na sala de espera

► Para “atendimento por ordem de chegada”, minha tática é a seguinte: chego uma hora antes e quase sempre sou o primeiro. Hoje, me atrasei e acabei chegando 20 minutos depois do início do atendimento. Não contava que todas as … Continue lendo

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Dor é a fraqueza saindo do corpo

Dor de cabeça, dor de cotovelo, dor de corno, dor dos pecados, dor de barriga, dor de amor, dor na alma. Todo mundo já teve dor. Dores que logo passam, dores que duram, Dolores Duran. A primeira dor física da … Continue lendo

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