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	<title>Comentários sobre: Antigas igrejas de Natal</title>
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		<title>Por: Clotilde Tavares</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2010/02/05/antigas-igrejas-de-natal/comment-page-1/#comment-8753</link>
		<dc:creator>Clotilde Tavares</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 18:04:34 +0000</pubDate>
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		<description>A Igreja do Rosario é a mais linda de Natal, de frente para a boca da barra, agora cortada pela ponte Newton Navarro. Ela está na capa do meu livro A Agulha do Desejo, em ilustração de Flávio Freitas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Igreja do Rosario é a mais linda de Natal, de frente para a boca da barra, agora cortada pela ponte Newton Navarro. Ela está na capa do meu livro A Agulha do Desejo, em ilustração de Flávio Freitas.</p>
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		<title>Por: Danina</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2010/02/05/antigas-igrejas-de-natal/comment-page-1/#comment-8604</link>
		<dc:creator>Danina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 14:18:08 +0000</pubDate>
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		<description>A igreja do Rosário dos Pretos soh abre aos domingos, às 8 da manhã.
É a única missa que tem.
Eu morava em frente a ela e acordava de ressaca todo domingo com o sino tocando...
=D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A igreja do Rosário dos Pretos soh abre aos domingos, às 8 da manhã.<br />
É a única missa que tem.<br />
Eu morava em frente a ela e acordava de ressaca todo domingo com o sino tocando&#8230;<br />
=D</p>
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		<title>Por: wilson  natal</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2010/02/05/antigas-igrejas-de-natal/comment-page-1/#comment-8454</link>
		<dc:creator>wilson  natal</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 01:32:43 +0000</pubDate>
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		<description>Igrejas antigas fascinam a muitos. Outros a olham como fosse coisa velha, sem entender que essa “velhice” chama-se História.  História de toda uma cidade. Mais que um templo de devoção, ela era um dos setores do estado (não havia separação entre Igreja e Estado). Igrejas representavam as Freguesias. Elas tinham a função de Cartório Civil. Nelas estavam os registros de casamentos, nascimentos e óbitos. Pela documentação dos templos complementava-se o Censo da população.
Não sei se o Arquivo do Estado de Natal. Possui um arquivo sobre INVENTÁRIOS E TESTAMENTOS.Se tiver, vale dar uma olhada para sentir como era a vida das pessoas nos primeiros tempos da Vila – hoje cidade, e sentir a importância de um templo para aqueles antigos moradores.
Acredito que a Cúria Metropolitana de Natal tenha os LIVROS DE TOMBO dessas igrejas e conventos. Nesses livros, apaixonantes, temos uma visão do dia-a-dia  da vida de um templo: Descrição dos bens, contabilidade; reformas, acréscimos, membros que compunham a Ordem, etc..
Ai, nos templos, está toda a cronologia da História de Natal.
Muitos dizem que, no Brasil os templos coloniais são todos iguais. No entanto, eu vejo em cada um uma personalidade própria.
Todo o templo colonial seguia as regras rígidas de construção dos Inacianos (Jesuítas). Construções feitas para o uso a que se destinava. Hoje dizemos “clean”. E todos evoluíam de uma pequena capela de troncos, ou barro, coberta de palha, para um templo jesuítico feito com taipa de pilão e, com o passar do tempo, reformas, acréscimos vão lhe dando personalidade própria. Acrécimo de “olhos”, rosetas, decoração floral, de volutas e o velho templo adapta-se ao Barroco (Rococó). As torres moçárabe ou muchárabe vão evoluindo para  o gótico, templária (militar) ou para o estilo italiano (sienense).
E assim, com eles, a História de uma cidade passa pelos séculos e chega ao século XXI, como a dizer: Somos nós, sempre, que fazemos uma cidade!
E você, com três igrejas, deu-nos uma lição sobre a História de Natal. Só não contou a que serve aquele edifício contíguo a Igreja de Santo Antonio dos Militares.
E que bom! Alem de ler o teu texto, ver as fotos, tivemos uma lauta sobremesa: a intervenção do Câmara Cascudo.
Abração e, desculpa ai pelo textão. :)

Wilson</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Igrejas antigas fascinam a muitos. Outros a olham como fosse coisa velha, sem entender que essa “velhice” chama-se História.  História de toda uma cidade. Mais que um templo de devoção, ela era um dos setores do estado (não havia separação entre Igreja e Estado). Igrejas representavam as Freguesias. Elas tinham a função de Cartório Civil. Nelas estavam os registros de casamentos, nascimentos e óbitos. Pela documentação dos templos complementava-se o Censo da população.<br />
Não sei se o Arquivo do Estado de Natal. Possui um arquivo sobre INVENTÁRIOS E TESTAMENTOS.Se tiver, vale dar uma olhada para sentir como era a vida das pessoas nos primeiros tempos da Vila – hoje cidade, e sentir a importância de um templo para aqueles antigos moradores.<br />
Acredito que a Cúria Metropolitana de Natal tenha os LIVROS DE TOMBO dessas igrejas e conventos. Nesses livros, apaixonantes, temos uma visão do dia-a-dia  da vida de um templo: Descrição dos bens, contabilidade; reformas, acréscimos, membros que compunham a Ordem, etc..<br />
Ai, nos templos, está toda a cronologia da História de Natal.<br />
Muitos dizem que, no Brasil os templos coloniais são todos iguais. No entanto, eu vejo em cada um uma personalidade própria.<br />
Todo o templo colonial seguia as regras rígidas de construção dos Inacianos (Jesuítas). Construções feitas para o uso a que se destinava. Hoje dizemos “clean”. E todos evoluíam de uma pequena capela de troncos, ou barro, coberta de palha, para um templo jesuítico feito com taipa de pilão e, com o passar do tempo, reformas, acréscimos vão lhe dando personalidade própria. Acrécimo de “olhos”, rosetas, decoração floral, de volutas e o velho templo adapta-se ao Barroco (Rococó). As torres moçárabe ou muchárabe vão evoluindo para  o gótico, templária (militar) ou para o estilo italiano (sienense).<br />
E assim, com eles, a História de uma cidade passa pelos séculos e chega ao século XXI, como a dizer: Somos nós, sempre, que fazemos uma cidade!<br />
E você, com três igrejas, deu-nos uma lição sobre a História de Natal. Só não contou a que serve aquele edifício contíguo a Igreja de Santo Antonio dos Militares.<br />
E que bom! Alem de ler o teu texto, ver as fotos, tivemos uma lauta sobremesa: a intervenção do Câmara Cascudo.<br />
Abração e, desculpa ai pelo textão. <img src='http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Wilson</p>
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