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	<title>Comentários sobre: As pessoas mudam e esquecem de avisar aos outros</title>
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		<title>Por: Buca Dantas</title>
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		<dc:creator>Buca Dantas</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 11:16:04 +0000</pubDate>
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		<description>boy, agradecido pelo texto...tô exatamente nessa fase de avaliar mágoas brabas...mas as verdades são múltiplas mesmo e daí que o jogo de se inverter os papéis é a chave.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>boy, agradecido pelo texto&#8230;tô exatamente nessa fase de avaliar mágoas brabas&#8230;mas as verdades são múltiplas mesmo e daí que o jogo de se inverter os papéis é a chave.</p>
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		<title>Por: Christiane Angelotti</title>
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		<dc:creator>Christiane Angelotti</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 01:55:40 +0000</pubDate>
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		<description>Sandro,

Olha eu aqui numa noite de sábado, lendo seu post...
Estou ficando seletiva, estou buscando coisas que nem sei ao certo aonde estão.Estou desenvolvendo características e &quot;polindo&quot; sentimentos. Creio que o tempo seja nosso aliado, apesar das muitas perdas, se colocarmos na balança os ganhos ainda são maiores.
Estamos adquirindo sabedoria, meu amigo.
Amei seu texto e me identifiquei com muitas coisas. O Exercício da compaixão é uma delas.O perdão. Aceitar o outro, realmente, com os seus defeitos.
A mudança de atitude de não viver mais papeis,nem usar máscaras. Cada mudança profunda dessas desencadeia uma série de coisas, é uma verdadeira &quot;teoria do caos&quot; em nossas vidas. 
Bom, depois de ler mais esse post, posso dizer que cada dia gosto mais de você. Você pode parecer um cara reservado,mas escreve sobre as suas observações da vida,das pessoas, como poucos.Sua válvula de escape é a escrita e por meio dela que você se expõe.
Aprendi nesses trinta e tantos anos que a felicidade só poderia realmente existir se todas as pessoas,ou todos os seres, pudessem participar dela. Então busco  valorizar  todo o meu caminhar,a minha felicidade está nessa busca. E a compaixão é colocar-se ao lado do outro, sem qualquer tipo de julgamento, só com a vontade de aliviar o  seu sofrimento.
Vivendo e aprendendo, que bom, pois não quero ser daquelas pessoas que vivem na caverna, como na Alegoria da Caverna de Platão.    
Obrigada por compartilhar conosco tão lindo texto.
 Christiane Angelotti</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sandro,</p>
<p>Olha eu aqui numa noite de sábado, lendo seu post&#8230;<br />
Estou ficando seletiva, estou buscando coisas que nem sei ao certo aonde estão.Estou desenvolvendo características e &#8220;polindo&#8221; sentimentos. Creio que o tempo seja nosso aliado, apesar das muitas perdas, se colocarmos na balança os ganhos ainda são maiores.<br />
Estamos adquirindo sabedoria, meu amigo.<br />
Amei seu texto e me identifiquei com muitas coisas. O Exercício da compaixão é uma delas.O perdão. Aceitar o outro, realmente, com os seus defeitos.<br />
A mudança de atitude de não viver mais papeis,nem usar máscaras. Cada mudança profunda dessas desencadeia uma série de coisas, é uma verdadeira &#8220;teoria do caos&#8221; em nossas vidas.<br />
Bom, depois de ler mais esse post, posso dizer que cada dia gosto mais de você. Você pode parecer um cara reservado,mas escreve sobre as suas observações da vida,das pessoas, como poucos.Sua válvula de escape é a escrita e por meio dela que você se expõe.<br />
Aprendi nesses trinta e tantos anos que a felicidade só poderia realmente existir se todas as pessoas,ou todos os seres, pudessem participar dela. Então busco  valorizar  todo o meu caminhar,a minha felicidade está nessa busca. E a compaixão é colocar-se ao lado do outro, sem qualquer tipo de julgamento, só com a vontade de aliviar o  seu sofrimento.<br />
Vivendo e aprendendo, que bom, pois não quero ser daquelas pessoas que vivem na caverna, como na Alegoria da Caverna de Platão.<br />
Obrigada por compartilhar conosco tão lindo texto.<br />
 Christiane Angelotti</p>
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		<title>Por: Henderson</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2010/02/02/as-pessoas-mudam-e-esquecem-de-avisar-aos-outros/comment-page-1/#comment-8448</link>
		<dc:creator>Henderson</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 11:38:22 +0000</pubDate>
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		<description>Meu caro Lobão (ou Sandro),penso que,como estamos mais velhos ou mais esperientes,
e isso, para alguns é uma evolução, para outros é uma grande dificuldade, e o pior, continuam a viver e a buscar uma jovialidade perdida.
Hoje somos pais, maridos e tudo que a gente quer é ter uma vidinha tranquila, seja lá o que isso significa.
È meu velho, ainda somos os mesmos e vivemos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro Lobão (ou Sandro),penso que,como estamos mais velhos ou mais esperientes,<br />
e isso, para alguns é uma evolução, para outros é uma grande dificuldade, e o pior, continuam a viver e a buscar uma jovialidade perdida.<br />
Hoje somos pais, maridos e tudo que a gente quer é ter uma vidinha tranquila, seja lá o que isso significa.<br />
È meu velho, ainda somos os mesmos e vivemos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: wilson  natal</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2010/02/02/as-pessoas-mudam-e-esquecem-de-avisar-aos-outros/comment-page-1/#comment-8446</link>
		<dc:creator>wilson  natal</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 12:19:31 +0000</pubDate>
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		<description>Como a Lilian, neste &quot;post&quot; você fez o seu &quot;Pentimento&quot;. Complementando o meu comentário do &quot;post&quot; abaixo, acabei por comentar este.
Assim mesmo, vou deixando aqui uma frase: Carvalhos são selvagens e o bonsai é tão frágil que precisa de cuidados, atenção, exatamente como nós mesmos.Eu prefiro ser um bonsai que, certamente cuida de outros, do que viver a solitária liberdade de um carvalho.
Abração,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como a Lilian, neste &#8220;post&#8221; você fez o seu &#8220;Pentimento&#8221;. Complementando o meu comentário do &#8220;post&#8221; abaixo, acabei por comentar este.<br />
Assim mesmo, vou deixando aqui uma frase: Carvalhos são selvagens e o bonsai é tão frágil que precisa de cuidados, atenção, exatamente como nós mesmos.Eu prefiro ser um bonsai que, certamente cuida de outros, do que viver a solitária liberdade de um carvalho.<br />
Abração,</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Marcelo Andrade</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2010/02/02/as-pessoas-mudam-e-esquecem-de-avisar-aos-outros/comment-page-1/#comment-8445</link>
		<dc:creator>Marcelo Andrade</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 12:15:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/?p=478#comment-8445</guid>
		<description>Suspeito que não irão &quot;brotar&quot; muitos comentários para este texto. Ou talvez os comentários só comecem a surgir depois de alguns dias. Ou semanas. De certeza que você não ponderou isto tudo em algumas horas. Mas sim ao longo de um processo de vivência e aprendizagem pessoal de décadas.

Creio que nenhum de nós foi ensinado (nem por família, nem religião, nem moral nenhumas) a lidar com a mágoa. Nem a nossa, nem muito menos a dos que nos são próximos. Eu mesmo só estou a comentá-lo porque estou a atravessar por um processo (forçado pela mágoa de quem amo) parecido de identificação com o ato de magoar. Sem intenção disso. A princípio. 

O que posso acrescentar é que, amigo, é penoso. Ninguém (que eu conheça) pensa sequer em admitir que quer magoar a quem ama. Mas faz. E justifica-se para si mesmo, suponho que de forma inconsciente, lembrando que já foi alvo de incontáveis mágoas. Ainda que a origem não tenha sido a pessoa que ame.

Por outro lado, me surpreende apenas o por quê de você utilizar como alegoria a historinha do Piteco (tive-a durante muitos anos num almanaque do Cebolinha), claramente inspirada no mito platonista da Caverna, que eu utilizo ocasionalmente como ilustração de aulas de Fotografia(!) Confesso que as minhas limitações não me permitiram compreender a sua intenção ilustrativa ehehehe.

Também não creio que muitos se aventurem a comentar, apesar acreditar que TODOS irão se identificar. São temas &quot;espinhosos&quot;, que, em geral, preferimos esconder a discutir. Infelizmente, esconder a mágoa só serve para fazê-la crescer.

&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;Sim, toda essa ponderação é fruto de, pelo menos, duas décadas. Vez por outra falo a respeito (ao final, há textos anteriores relacionados), mas desta forma, mais direta, vinha tentando falar há pelo menos seis meses. Agora, o texto finalmente foi vomitado, como de costume.

Você vai direto ao ponto quando diz: &quot;&lt;em&gt;Ninguém (que eu conheça) pensa sequer em admitir que quer magoar a quem ama. Mas faz. E justifica-se para si mesmo, suponho que de forma inconsciente, lembrando que já foi alvo de incontáveis mágoas&lt;/em&gt;&quot;. &quot;Inconsciente&quot; define bem. É um ato praticado sem consciência, de forma irresponsável, sem conhecimento claro de seus efeitos. Só um porém: você conhece pelo menos uma pessoa que faz questão de admitir e resolver. ;)

Quanto ao Piteco e a Alegoria da Caverna, é para ilustrar como, normalmente, vemos somente as sombras das pessoas e como também vivemos nelas (nas sombras), sem nos importarmos em trazer luz a nossa visão, ao nosso entendimento. O quadrinho que usei me pareceu cair bem para o texto já que abordei também minha vontade de não mostrar mais aquela sombra que as pessoas querem ver. Meu eu verdadeiro se apresenta: &lt;em&gt;&quot;Não querem apreciar a vida? Aqui tem uma de verdade! Eu!&quot;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Suspeito que não irão &#8220;brotar&#8221; muitos comentários para este texto. Ou talvez os comentários só comecem a surgir depois de alguns dias. Ou semanas. De certeza que você não ponderou isto tudo em algumas horas. Mas sim ao longo de um processo de vivência e aprendizagem pessoal de décadas.</p>
<p>Creio que nenhum de nós foi ensinado (nem por família, nem religião, nem moral nenhumas) a lidar com a mágoa. Nem a nossa, nem muito menos a dos que nos são próximos. Eu mesmo só estou a comentá-lo porque estou a atravessar por um processo (forçado pela mágoa de quem amo) parecido de identificação com o ato de magoar. Sem intenção disso. A princípio. </p>
<p>O que posso acrescentar é que, amigo, é penoso. Ninguém (que eu conheça) pensa sequer em admitir que quer magoar a quem ama. Mas faz. E justifica-se para si mesmo, suponho que de forma inconsciente, lembrando que já foi alvo de incontáveis mágoas. Ainda que a origem não tenha sido a pessoa que ame.</p>
<p>Por outro lado, me surpreende apenas o por quê de você utilizar como alegoria a historinha do Piteco (tive-a durante muitos anos num almanaque do Cebolinha), claramente inspirada no mito platonista da Caverna, que eu utilizo ocasionalmente como ilustração de aulas de Fotografia(!) Confesso que as minhas limitações não me permitiram compreender a sua intenção ilustrativa ehehehe.</p>
<p>Também não creio que muitos se aventurem a comentar, apesar acreditar que TODOS irão se identificar. São temas &#8220;espinhosos&#8221;, que, em geral, preferimos esconder a discutir. Infelizmente, esconder a mágoa só serve para fazê-la crescer.</p>
<blockquote><p><strong>Sim, toda essa ponderação é fruto de, pelo menos, duas décadas. Vez por outra falo a respeito (ao final, há textos anteriores relacionados), mas desta forma, mais direta, vinha tentando falar há pelo menos seis meses. Agora, o texto finalmente foi vomitado, como de costume.</p>
<p>Você vai direto ao ponto quando diz: &#8220;<em>Ninguém (que eu conheça) pensa sequer em admitir que quer magoar a quem ama. Mas faz. E justifica-se para si mesmo, suponho que de forma inconsciente, lembrando que já foi alvo de incontáveis mágoas</em>&#8220;. &#8220;Inconsciente&#8221; define bem. É um ato praticado sem consciência, de forma irresponsável, sem conhecimento claro de seus efeitos. Só um porém: você conhece pelo menos uma pessoa que faz questão de admitir e resolver. <img src='http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Quanto ao Piteco e a Alegoria da Caverna, é para ilustrar como, normalmente, vemos somente as sombras das pessoas e como também vivemos nelas (nas sombras), sem nos importarmos em trazer luz a nossa visão, ao nosso entendimento. O quadrinho que usei me pareceu cair bem para o texto já que abordei também minha vontade de não mostrar mais aquela sombra que as pessoas querem ver. Meu eu verdadeiro se apresenta: <em>&#8220;Não querem apreciar a vida? Aqui tem uma de verdade! Eu!&#8221;</em></strong></p></blockquote>
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