<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: O sol morre pra todos</title>
	<atom:link href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2010/01/08/o-sol-morre-pra-todos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2010/01/08/o-sol-morre-pra-todos/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Feb 2012 20:56:34 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
	<item>
		<title>Por: Do que eu vou sentir falta &#124; last song</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2010/01/08/o-sol-morre-pra-todos/comment-page-1/#comment-8374</link>
		<dc:creator>Do que eu vou sentir falta &#124; last song</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 11:39:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/?p=391#comment-8374</guid>
		<description>[...] e beijos. Leiam este artigo, prometo que não irão se arrepender! ;D   [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] e beijos. Leiam este artigo, prometo que não irão se arrepender! ;D   [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lekkerding</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2010/01/08/o-sol-morre-pra-todos/comment-page-1/#comment-8373</link>
		<dc:creator>Lekkerding</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 09:32:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/?p=391#comment-8373</guid>
		<description>Caramba, que texto lindo! Não tinha visto antes. Cadência gostosa, se fosse uma música, eu jurava que era o Gonzaguinha.
Pena que tanta beleza e poesia tem de ser usada pra falar de tanta coisa triste.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caramba, que texto lindo! Não tinha visto antes. Cadência gostosa, se fosse uma música, eu jurava que era o Gonzaguinha.<br />
Pena que tanta beleza e poesia tem de ser usada pra falar de tanta coisa triste.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Christiane Angelotti</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2010/01/08/o-sol-morre-pra-todos/comment-page-1/#comment-8372</link>
		<dc:creator>Christiane Angelotti</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 01:08:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/?p=391#comment-8372</guid>
		<description>Sandro e Wilson,

Ambos poéticos.
É triste a  realidade de muitos.E muito mais triste o descaso de tantos.
Hoje não estou tão inspirada quanto voc~es então farei uma citação:

&quot;Se soubesse que o mundo acabaria amanhã, ainda assim plantaria uma macieira.

O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.

Temos aprendido a voar como pássaros, a nadar como peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos.&quot;

(Martin Luther King)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sandro e Wilson,</p>
<p>Ambos poéticos.<br />
É triste a  realidade de muitos.E muito mais triste o descaso de tantos.<br />
Hoje não estou tão inspirada quanto voc~es então farei uma citação:</p>
<p>&#8220;Se soubesse que o mundo acabaria amanhã, ainda assim plantaria uma macieira.</p>
<p>O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.</p>
<p>Temos aprendido a voar como pássaros, a nadar como peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos.&#8221;</p>
<p>(Martin Luther King)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: wison  natal</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2010/01/08/o-sol-morre-pra-todos/comment-page-1/#comment-8364</link>
		<dc:creator>wison  natal</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 03:53:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/?p=391#comment-8364</guid>
		<description>A miséria perde os seus horizontes. 
Os monolitos escondem o Sol. 
Nascentes e poentes gloriosos passam a ser privilégio de poucos. 
A brita, o cimento e a areia adquirem vida e transformam-se em gigantescas torres babilônicas a esconder paisagens naturais. 
E a miséria, que antes compartilhava um Sol que nascia para todos, vê-se ameaçada. 
De repente, terrenos grilados, invadidos - terras que ninguém queria, começam a valorizar-se e o concreto precisa delas para procriar.
E a miséria, sem Sol, sem paisagem,desde algum tempo sitiada qual um gueto de Varsóvia é obrigada a retirar-se sabe-se lá para onde...Começam as promessas: Casas de aluguel provisórias,promessas de casas próprias em imaginários conjuntos habitacionais... E a miséria vai tomando consciência de que o Sol não mais nasce para todos. Que, os sonhos morrem quando a gente acorda.
E a cidade, antes convidativa, com seu casario colorido, suas praças e ruas ensolaradas, engolida pelos gigantes de concreto, transforma-se num fundo de poço. Escuro, poluído e degradado.Alí, nem mesmo o lusco-fusco das estrelas podem ser vistos. Vazio e solidão...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A miséria perde os seus horizontes.<br />
Os monolitos escondem o Sol.<br />
Nascentes e poentes gloriosos passam a ser privilégio de poucos.<br />
A brita, o cimento e a areia adquirem vida e transformam-se em gigantescas torres babilônicas a esconder paisagens naturais.<br />
E a miséria, que antes compartilhava um Sol que nascia para todos, vê-se ameaçada.<br />
De repente, terrenos grilados, invadidos &#8211; terras que ninguém queria, começam a valorizar-se e o concreto precisa delas para procriar.<br />
E a miséria, sem Sol, sem paisagem,desde algum tempo sitiada qual um gueto de Varsóvia é obrigada a retirar-se sabe-se lá para onde&#8230;Começam as promessas: Casas de aluguel provisórias,promessas de casas próprias em imaginários conjuntos habitacionais&#8230; E a miséria vai tomando consciência de que o Sol não mais nasce para todos. Que, os sonhos morrem quando a gente acorda.<br />
E a cidade, antes convidativa, com seu casario colorido, suas praças e ruas ensolaradas, engolida pelos gigantes de concreto, transforma-se num fundo de poço. Escuro, poluído e degradado.Alí, nem mesmo o lusco-fusco das estrelas podem ser vistos. Vazio e solidão&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

