Que venha a próxima!

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Tô puto da vida. Então, se você é uma pessoa sensível, passe para o texto anterior, que é uma croniqueta afrescalhada, e seja feliz. No decorrer deste, provavelmente vou mandar alguém se fuder e isso vai ser um dos momentos mais bonitos e sofisticados. Avisei.

Muito fácil incensar alguém quando essa figura está aparecendo, está ganhando, está com grana, está no alto. Nos últimos dois meses, quis falar de um cara, em um texto só a respeito dele, mas me segurei. Ontem, segunda, pensei: “É HOJE! É hoje que vou pagar pau para ele porque o filho da puta merece”. Pensei um pouco mais e resolvi deixar para o dia seguinte. Porque o dia seguinte, acontecesse o que acontecesse na porra da noite da segunda-feira, seria diferente.

Eu tô puto, eu chorei (e isso é MUITO raro!), eu esbravejei, eu xinguei no Twitter, eu estava doido para mandar alguém tomar no cu e nem era da forma bonita, com jeitinho, carinho, conversa no pé do ouvido, momento de prazer.

Todo mundo sabe (pelo menos deveria) que, na vida, a gente perde mais do que ganha. E brasileiro tem uma merda de um sentimento que acha que vencedor é só quem fica em primeiro lugar. A figura pode ser a segunda melhor do mundo em alguma coisa e nêgo acha que não é merda nenhuma. O lindão é o primeiro. Lembra o Felipe Massa no ano passado? Eu olhava pra cara do Felipe Massa e pensava: “Puta vencedor do caralho! Segurando a onda, sabendo que o lance era dele, mas tendo que engolir e esperar a hora em que vai ser dele de fato e de direito”. Vencer e comemorar é mole. Saber que você é o melhor e não receber os louros porque a coisa não depende só de você é que é foda.

Vencer é bom pra caralho, mas vencedor de verdade não prolonga muito a festa. Sabe que a conquista é efêmera. O sabor mais doce passa rápido. Ali na ponta da língua. Em 2005, eu saía da premiação dos dez anos do iBest com dois troféus para o Memória Viva: Melhor site de Arte & Cultura por votação popular e TOP 3, na mesma categoria, pelo júri oficial. No carro, logo depois da cerimônia, Clayton, meu amigo, me olhou e disse: “Passou, né? Já está pensando no próximo”. Era isso mesmo. Era o melhor momento do site, o de maior reconhecimento, em sete anos malhando em ferro frio. Deveria curtir, mas sabia que no dia seguinte aquilo não valeria mais nada e eu teria que continuar a malhação. Queria curtir um pouco mais e nós – eu, Clayton, Zé Luiz e Wilson – tentamos ir a um show das Velhas Virgens, mas não conseguimos encontrar o lugar. Fomos para casa. A festa acabou mais cedo. Outras conquistas viriam para cada um de nós. Muitas ainda estão por vir.

Mas esse lance de premiação é, quase sempre, muito injusto. Por isso é bom ganhar, mas sem se enganar. Você não é necessariamente o melhor porque em algum instante a maioria disse que você era. Você tem que saber que é foda independente de reconhecimento. E não achar que é foda, mas SABER QUE É.

Mas essa história não é sobre mim. É sobre Paulão de Carvalho, um dos caras mais fodas que conheço e reconheço como tal.

paulao02.jpgFoi em 1996 que, após um longo e tenebroso inverno, eu e Marcelo Andrade nos reencontramos. Isso aconteceu bem ao lado do Palácio dos Esportes, local por onde passaram as bandas brasileiras de rock dos anos 80. Marcelo havia deixado o emprego, estava prestes a viajar para a Europa e havia se livrado de uma mulher chata pra caralho. “Vamos comemorar!” Passamos em minha casa, pegamos um vinho barato e saímos pela cidade em seu Fiat. Naquela porra velha que ele chamava de carro, sintonizamos na rádio Transamérica. Estava rolando um “Estúdio ao vivo”, programa que levava bandas para tocar na própria rádio. Começamos a ouvir a putaria que estavam rolando e nos identificamos de cara. Que banda era aquela? As Velhas Virgens. Rock’n’roll macho e escroto. Antes que faltasse gasolina e ficássemos parados no meio da ainda quase deserta Estrada de Ponta Negra, eu disse: “Vou trazer esses caras para Natal”.

No ano 2000, intensifiquei os contatos com a banda para realizar a tal ideia maluca. No dia 11 de outubro, Cavalo, guitarrista das Velhas, chega à cidade. Dois dias depois, Paulão desembarca em Natal, feliz por ter estabelecido um novo recorde: 12 latas de cerveja durante um voo. Ou nove, sei lá. Sempre aumento uma ou duas. Era uma porrada de cerveja. Enquanto esperamos o restante da banda, que chegaria dali a meia hora, derrubamos mais uma meia dúzia de latinhas. À noite, todos completamente desconectados (principalmente Tuca e Caio), circulamos por vários lugares. A primeira parada foi na Cervejaria Continental. Não aquela que você conhece, uma muito mais legal, lugar de bêbado-responsa. Foi ali que rolou a primeira canja: uma versão acústica de Uns drinks com Paulão (voz e gaita), Cavalo (violão) e Lips (triângulo). Paulão, pra variar, esqueceu a letra e foi socorrido por Lips e pelo resto do povo. “Tô chegando em casa/ com todo cuidado/ São três da manhã/ Eu tô embriagado“. Até hoje, é minha música preferida das Velhas. Dali, rolou um Mustang Sally em uma festa chamada Lual dos Amigos e depois… bem, depois estava todo mundo tão bêbado que ninguém lembra de quase mais nada.

paulao03.jpgSabadão. Quase todo mundo chapado e sem condições. Paulão anda nu pelo corredor do hotel. Tuca, Caio e Lips dormem o dia todo. Cavalo e Claudia vão à praia. À noite, a galera de Natal delira com a primeira apresentação das Velhas Virgens no Nordeste. Muito rock, muita cerveja, muita putaria. Fazer o quê? As Velhas são isso. Mas há um detalhe importantíssimo nessa noite. A cidade estava vazia. Havia uma grande festa acontecendo em um município vizinho e parece que Natal inteira foi para lá. Havia pouca gente no show. Enquanto alguns dos “meus amigos” de Natal faziam fila para botar no meu rabo sem cuspe e com areia, pouco antes de subir ao palco, aquele estranho que eu havia conhecido no dia anterior me disse: “Você não deve nada à gente”. Fizeram um puta show! Quem viu jamais esquecerá. Eu, fudido, resolvi ficar fudido e meio. Tomei todas e me diverti pra caralho. Logo em seguida, levei Paulão ao aeroporto. Na época (e hoje de novo), ele trabalhava no Domingo Legal, no SBT. De Sampa, escreve uma Conversa de Botequim (por e-mail) na qual declara: “As Velhas, neste exato momento, são uma banda dividida e quebrada… quebrada por que bebe mais do que ganha (yeeeeees !!!!)… e dividida porque estão lá em Natal, de frente pro mar, comendo peixe frito pescado na hora e tomando todas: Lips, Caio, Tuca, Claudia e Cavalo… só esta ‘besta’ chamada Paulão é que voltou para a base em Sampa, pra correr atrás de outras coisas… mas na sexta volta lá e vamos detonar mais um show duca”.

No dia 20 de outubro, Paulão retorna a Natal. Do aeroporto, vai direto passar o som. Quem esteve nos dois shows garante que o segundo, apesar de não ter as mesmas excelentes condições técnicas (palco, som e luz) do primeiro, foi ainda melhor. A zona dessa vez foi na República da Música. O rock rolou mais que solto e a cerveja nem se fala. Fiz strip e tomei banho de cerveja, me esfregando com uma groupie no palco. Putaria grande. Dia claro e todo mundo pelos cantos. Eu estava tão pra lá de depois que nem consegui deixar Paulão no aeroporto. Somente na segunda, dia 23, consegui falar com ele para ser gentilmente chamado de filho da puta.

paulao04.jpgQuase um ano depois, me mudo para Brasília. No início de 2002, vou a São Paulo e fico na casa de Paulão. Melhor pular algumas partes dessa história. Para manter a amizade e as vidas de todos os envolvidos, declaro que Paulão é um santo e eu um safado que não vale nada. Nessa época, ele tinha um bar, o RoquenRow (em 2007, eu ganharia uma relíquia: uma caneca de chopp com a logo do boteco) e as Velhas sempre tocavam lá. Preciso ficar repetindo que, em qualquer história, sempre tem muita cerveja, muito rock e muita putaria? Não, né? Todo mundo já entendeu. Ok. Seguindo… Foi nessa estada por lá que descobri “um segredo” com o qual passei a ameaçá-lo. Paulão é o compositor do tema de Fantasia, aquele programa do SBT com um monte de meninas seminuas rebolando. É verão, há um sentimento novo na cidade/ Coração cheio de sonhos e felicidaaaade… Eu sei que você lembra. Como é que o autor de alguns dos versos mais românticos do cancioneiro putanhesco brasileiro como Eu nunca vi uma mulher/ Que não gostasse de foder/ Até hoje ninguém disse “Não”/ E a primeira não vai ser você ou Mulher maluca, de onde você saiu?/ Eu vou fazer o que você mandar/ Entro no clima, mas não sou viado/ E dedo no meu cu você não vai enfiar… por que  esse poeta faz a música-tema de um programa como Fantasia? Eu respondo: porque ele é bom nisso. Porque ele é capaz de criar seja o que for para grudar no seu ouvido. Porque ele é tão bom que faz isso até sob encomenda. É um puto! Dinheiro na mão, calcinha no chão. E em vez de me decepcionar com o ídolo roqueiro que se prostitui, passei a admirá-lo de verdade. Juro: eu queria saber fazer isso. Paulão é uma puta que goza. Tira o dinheiro de quem está a fim de pagar por seus serviços, chama o feio de lindo, rebola do jeito que o freguês pede e ainda goza. Eu queria ser assim, mas ainda sou uma putinha cu doce. Um dia, perderei todos os pudores e vou dar pra valer.

paulao05.jpgA partir daí, houve uma série de desencontros. Em todas as vezes que ia a São Paulo, a banda estava fazendo show em outro estado. Foram quatro anos de jejum, até que, em setembro de 2005, Paulão avisa que as velhas se apresentarão em Brasília. Lá vou eu para uma festa gigante, numa ponta do Lago Norte, num lugar com dois palcos onde tocariam três bandas. Cheguei lá no melhor estilo brasiliense, arrotando influências, perguntando se sabiam com quem estavam falando, fui entrando (sem pagar, claro!), me metendo nos camarins e bebendo todas as cervejas que via pela frente. Quem era eu? Ah, “o cara ali das Velhas”. As Velhas, que chegaram duas horas depois e, para variar, foram começar o show umas três horas depois do horário marcado. Nesse dia, REconheci Andréa, a Dona Paulona. REconheci porque já havia conhecido quatro anos antes,em São Paulo, na casa de Paulão. Ela não lembrava de mim. Depois quem bebe é que esquece as coisas… Tudo bem. Eu e ela nos plantamos na frente do palco, no meio da garotada que gritava alucinada pelo primeiro show das Velhas em Brasília. Fiz algumas fotos e tentei gravar uns vídeos, mas não dava (só esse Manifesto Orgasmático pela Paz). Quando eles começam a tocar, só dá vontade de pular, bater cabeça, soltar o selvagem que tentamos esconder inutilmente. E eu estava no maior jejum de Velhas. Pulei, me acabei, o dia clareou e lá estava eu, um total irresponsável, feliz e me sentindo vivo. Paulão ficou mais uns dias em Brasília. Andréa morava lá nessa época.

paulao06.jpgEm abril de 2006, Velhas de novo no Centro-Oeste. Andréa aparece lá em casa com uma amiga. Largo tudo (eu sou um irresponsável!) e lá vamos nós para Goiânia, poucas horas antes do show, com Andréa dirigindo e dizendo que é macha para pegar a estrada que não conhece. A macheza ficou em Brasília. Assim que saímos da cidade, ela entregou os pontos e o volante. Quem assumiu? O bonitão aqui. Com a carteira vencida. Ela também só está sabendo desse detalhe agora. Toca pela estrada escura. O senso de direção que só um homem tem e ainda a proteção que só os bêbados e loucos possuem nos fizeram chegar a tempo. Do hotel, seguimos no businho da banda até o local do show. Goiânia, para quem não sabe, não é só um curral breganejo. Tem uma galera roqueira alucinada lá. Foi um dos melhores shows das Velhas que assisti. Já percebeu que, até então, vi shows deles em quatro estados diferentes? De resto, você sabe: rock, suor e cerveja. Muita. Depois, toca todo mundo pra suíte da estrela. Eu me joguei em um sofá e fiquei por lá, todo encolhido. No dia seguinte, descobri que era um sofá-cama e que Paulão havia dormido com sua namorada-esposa-amante e a amiga dela. Mas só dormido mesmo. Juro! Verdade. MESMO. Café quase almoço e preparativos rápidos para voltar à capital federal. O macho-alfa assumiu o volante perguntando quem tinha sido o anão que havia dirigido o carro antes. Anão é seu pinto, seu viado gordo! Tá respondido? No fim de semana, fomos ao Gate’s. Ah, o Gate’s! Como sonhei com um show das Velhas naquele lugar.  Chegando lá, Paulão percebe que em cinco minutos acabaria o horário para pedir chopp duplo. “Desce três duplos”. Esquentar? Se você já bebeu comigo ou com ele, sabe que não haveria tal possibilidade.

paulao07.jpgAlgum tempo depois, Andréa deixava Brasília e voltava a morar em São Paulo. Antes que completassem bodas de prata de namoro, os dois resolvem juntar os trapos. Em outubro de 2007, encontro o casal em seu habitat natural em um domingo de jogo do Corinthians. Paulão tem o escudo do time tatuado no peito. Precisa dizer mais? Precisa. Foi nesse ano que o Corinthians caiu para a segundona. Passamos em um supermercado para comprar… claro! Enquanto Andréa garantia as brejas, Paulão me sacaneava por eu ter passado a tarde catando piso do Martinelli no lixo. Débil mental foi a coisa mais carinhosa que ouvi. Daí Andréa volta para o carro e pergunta sobre a coleção de azulejos que ele fazia quando criança. Rá! Filho da puta traumatizado! Fazia troca-troca com os primos também? Partimos para o futebol. Digo, para o apartamento deles. Eu detesto futebol. Enquanto o Corinthians se afundava, Paulão quase enfartava e Sandro se embriagava. Tudo na mais perfeita ordem. Foi dessa vez que revelei a Paulão um de meus projetos memorialísticos: escrever sobre meus amigos. Não curto esse papo de esperar morrer para falar bem e fazer de santo. Homenagem boa é quando se está vivo. Paulão estava/está na lista (falei sobre isso aqui). Fiz umas fotos boas nesses dias. Nesse aquecimento biográfico, fiquei conhecendo um pouco mais do Paulo adolescente, vi uns quadros antigos, coisas muito legais. Mas isso vai ficar para o tal livro.

Falando em livro… puta que pariu, ainda não comentei o livro de viagem que Paulão escreveu quando bebeu toda as cervejas da Europa. Tô devendo, eu sei. Pago ainda este ano. Tá, mas eu comecei falando que estava puto, falei sobre incensar os queridinhos da hora, contei um monte de história de bêbado… Como essas coisas se encaixam? É que na segunda à noite, quando tudo mudaria – e mudou – eu estava pregado na frente da tevê, tenso e sem cerveja porque não bebo em casa (um dia explico isso), vendo a semifinal para oitavo elemento do CQC. Estava esperando a confirmação do nome de Paulão para a final. Só que isso não aconteceu. E eu fiquei puto. MUITO PUTO! Não era uma questão de torcer por alguém, mas de justiça. Paulão era, desde o início, disparado o melhor.

Há mais ou menos dois meses, quando apresentaram os trinta e poucos selecionados entre os mais de 23 mil inscritos e vi que Paulão estava no meio, pensei: “É dele! É dele!” Mas isso era mais um desejo que uma certeza. Por não acreditar nele? Não. Por sabê-lo muito acima do exigido. É verdade. E isso ficou ainda mais claro para mim em uma das eliminatórias em que ele saiu dizendo que segurou a onda. A puta velha é tão puta velha que sabia disso. Sabia que não podia “aloprar” ou, como eu preferiria dizer no caso, ser 100% ele mesmo. Eu gosto do CQC, mas é um programa de tevê, com uma galera nova, deslumbrada, metida a inteligente. Marcelo Tas, claro, não se encaixa nisso. Gosto de metade do grupo e acho bem boba a outra metade. Cumprem seu papel, mas é meio bobo, humor de adolescente metido a sabichão, meio arrogante até. Paulão não podia aloprar. Foi conquistando espaço, conquistando, conquistando… e ficou entre os quatro finalistas. Mesmo antes, eu tinha certeza de uma coisa: se ele saísse, seria por conta de uma mulher. Não que houvesse alguma ali que fosse melhor que ele, mas elas eram melhores que a maioria dos homens e eu achava que havia uma tendência a se contratar uma mulher. Só errei numa coisa: pensei que isso pudesse acontecer na final, entre ele e Carol, a baixinha por quem torço agora. Colocaram duas mulheres na final.

Mas foda-se! Particularmente, sofri com essas eliminatórias. Agora não me interessa muito o resultado e, pelos comentários no Twitter, não interessa para muito mais gente que também torcia por ele.

Também acho que Paulão, apesar da putavelhice que lhe confere uma adaptabilidade invejável, tem um estilo muito diferente da turma do CQC. Assim como nunca se dobrou a exigências de gravadoras e trilhou mais de duas décadas sendo ele mesmo, imprimindo sua personalidade, arrebatando fãs em todo o país mesmo sem ter espaço em rádios e tevês,seria muito bom que não mudasse o tom para se encaixar em um programa de tevê ou seja lá onde for.

Acho que esse concurso para escolha do oitavo CQC foi uma porta. Ou um trampolim para um salto maior. Paulão trabalha nos bastidores de TVs há anos. Não é possível que agora todos continuem cegos a um talento que deveria passar para o outro lado das câmeras. Não um talento que precise se enquadrar em algum conceito, mas sim uma força da Natureza para a qual se precisa abrir espaço. Por que ser oitavo elemento de uma trupe quando se é único? Alguém que o conheça consegue imaginá-lo de terno preto, uniformizado e não usando caralho como vírgula? O lance com o CQC não foi um objetivo não alcançado. Foi apenas parte do caminho. Não é dor de cotovelo minha. Estou falando – e sabendo bem do que e de quem – que DUVIDO que nessa eterna busca por algo novo, diferente e realmente bom pelas TVs, Paulão, agora finalmente mostrado em um meio de comunicação de massa, não seja DEVIDAMENTE aproveitado. E sem jamais por em risco o que sabe fazer melhor: Rock’n’Roll.

Let it roll! Essa porra ainda vai muito longe. Que venha a próxima batalha!

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6 respostas a Que venha a próxima!

  1. Puxa, achei que era a vez do Paulão.
    Talvez seja a vez do Paulão sim mas, como você bem disse, seu talento talvez seja muito grande ser um mero oitavo elemento. Estarei aqui na torcida!

  2. Bem, aqui não vejo o CQC. Gosto do Tas mas não me parece, pelo que já vi no site, que o programa seja alguma quintessência ou algo imperdível. É um programa com o Tas à frente.

    Já o Paulão, que só conheço na versão voz gravada em disco das Velhas Virgens, pertence à área nobre dos meus quase organizados CDs. Ali juntinho do Chuck Berry, não muito longe do Hendrix e vizinho do Cazuza.

    Quando a banda do SAndro e do Txelo for grande (pode ter um nomezinho melhor que LLCover) quero que seja igual à do Paulão (a banda, pô!). Long live [aghrroout!] Rock and Roll!

  3. irene disse:

    adoro suas cronicas, trabalhei com voce no Velhas Virgens de uma vez que estiveram aqui em Natal, gosto do som deles.
    mas, hoje só não gostei dos mais de 200 palavrões que usastes em teu artigo, menos, menos vai com calma .
    beijos

    Eu avisei, carai!

  4. Cara, muito bacana ler essa tua história com o Paulão e as Velhas Virgens.
    As músicas deles embalam os churrascos que faço com meus amigos há anos! E, infelizmente, só tive chance de ver dois shows dos caras, porque eles raramente aparecem aqui no Rio.
    Mas eu concordo contigo. Pelo menos o Paulão mostrou a cara.
    Espero que algum produtor inteligente veja o talento dele diante das câmeras e pense em aproveitá-lo de alguma forma.
    E caso isso aconteça, sabemos que ele vai manter as Velhas Virgens como sempre foi, regada a putaria e cerveja.

  5. e o que é que a gente quer? a gente quer fuder!!!

    a mtv seria o lugar prum paulão livre leve e solto. caso contrário, a internet tá aí

  6. Aline Sena disse:

    Pela primeira vez mudamos de canal aqui em casa antes do CQC acabar e ler a sua expressão de indignação foi a coisa mais confortante desde a fatídica noite de segunda passada. Também penso a mesma coisa: “um trampolim para um salto maior.”

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