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	<title>Comentários sobre: O primeiro mármore</title>
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		<title>Por: Wilson  Natal</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/06/15/o-primeiro-marmore/comment-page-1/#comment-8085</link>
		<dc:creator>Wilson  Natal</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 00:06:42 +0000</pubDate>
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		<description>Comentando o texto: 
Veja se acontece ai.
Aqui, grande parte dos problemas dos cemitérios foram resolvidos pelas sub prefeituras que fiscalizam a administração das necrópoles. Mesmo sob essa vigilância, barbaridades acontecem (imagine sem ela...).
E as posturas municipais são claras: Manutençao, conservação das necrópoles é da competência da da Adminstração Municipal, através dos administradores da necrópole.
Manutenção, limpeza, conservação dos túmulos é da competência dos proprietários.
E volta e meia, em editais em joranis, a municipalidade &quot;convida&quot; os proprietários, ou parentes diretos, a recuperar, reformar túmulos que estão em péssimas condições. E, caso não se apresentem à administração do cemitério em x tempo, a concessão do túmulo será retirada por abandono, passando o terreno a  pertencer à necrópole que, por sua vez, o colocará à venda e, os restos mortais retirados, irão para o ossário ou ossuário geral.
Aqui, o que teve de gente correndo para &quot;acertar as contas&quot; com a administração foi uma loucura. Isso resultou em túmulos consertados, restaurados, recuperados, etc.
No caso de famílias extintas, o túmulo será vendido, mantendo o nome da família antiga juntamente com a atual e os restos serão removidos para o ossuário do próprio túmulo.
Com tudo isso ainda é difícil a conservação. Imagina sem isso...
Abração.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Comentando o texto:<br />
Veja se acontece ai.<br />
Aqui, grande parte dos problemas dos cemitérios foram resolvidos pelas sub prefeituras que fiscalizam a administração das necrópoles. Mesmo sob essa vigilância, barbaridades acontecem (imagine sem ela&#8230;).<br />
E as posturas municipais são claras: Manutençao, conservação das necrópoles é da competência da da Adminstração Municipal, através dos administradores da necrópole.<br />
Manutenção, limpeza, conservação dos túmulos é da competência dos proprietários.<br />
E volta e meia, em editais em joranis, a municipalidade &#8220;convida&#8221; os proprietários, ou parentes diretos, a recuperar, reformar túmulos que estão em péssimas condições. E, caso não se apresentem à administração do cemitério em x tempo, a concessão do túmulo será retirada por abandono, passando o terreno a  pertencer à necrópole que, por sua vez, o colocará à venda e, os restos mortais retirados, irão para o ossário ou ossuário geral.<br />
Aqui, o que teve de gente correndo para &#8220;acertar as contas&#8221; com a administração foi uma loucura. Isso resultou em túmulos consertados, restaurados, recuperados, etc.<br />
No caso de famílias extintas, o túmulo será vendido, mantendo o nome da família antiga juntamente com a atual e os restos serão removidos para o ossuário do próprio túmulo.<br />
Com tudo isso ainda é difícil a conservação. Imagina sem isso&#8230;<br />
Abração.</p>
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		<title>Por: Wilson  Natal</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/06/15/o-primeiro-marmore/comment-page-1/#comment-8084</link>
		<dc:creator>Wilson  Natal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 23:41:09 +0000</pubDate>
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		<description>Uma curiosidade daqui, para você ver se acontecia ai, no Alecrim, ou outros.
O Cemitério da Consolação,antes de se transformar em necrópole da elite, enquanto Municipal, estava dividido em vala dos comuns, túmulos perpétuos. Tanto em um como o outro, estavam divididos em ala dos adultos, ala dos anjos grandes (crianças entre 10 e 16 anos),  ala dos anjos pequenos (crianças até 9 anos)e ala dos anjinhos (natimortos , recém nascidos e bebês até um ano).Tinha, além do ossário dos comuns, um necrotério, capela e cruzeiro da almas.
Esta curiosidade faz parte da evolução dos cemitérios daqui, até o meio dos anos 30 do século XX.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma curiosidade daqui, para você ver se acontecia ai, no Alecrim, ou outros.<br />
O Cemitério da Consolação,antes de se transformar em necrópole da elite, enquanto Municipal, estava dividido em vala dos comuns, túmulos perpétuos. Tanto em um como o outro, estavam divididos em ala dos adultos, ala dos anjos grandes (crianças entre 10 e 16 anos),  ala dos anjos pequenos (crianças até 9 anos)e ala dos anjinhos (natimortos , recém nascidos e bebês até um ano).Tinha, além do ossário dos comuns, um necrotério, capela e cruzeiro da almas.<br />
Esta curiosidade faz parte da evolução dos cemitérios daqui, até o meio dos anos 30 do século XX.</p>
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		<title>Por: Wilson  Natal</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/06/15/o-primeiro-marmore/comment-page-1/#comment-8083</link>
		<dc:creator>Wilson  Natal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 23:17:56 +0000</pubDate>
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		<description>Sandro: Aqui vai um pouco de cada coisa.
O primeiro cemitério oficial de S. Paulo foi o Cemitério dos Aflitos, sagrado em 1779, cujo primeitivo nome era Cemitério da rua do Arcipreste. Ficava próximo ao Morro ou Largo da Forca, hoje Praça da Liberdade. O nome Aflítos deve-se a sua capela cujo orago era N.S. dos Aflitos. Servia ao sepultamento dos pobres, da indigência,soldados, escravos e supliciados na forca.
No começo da atual Av. Tiradentes, inaugura-se, em 1851, o Cemitério dos Protestantes. Mais tarde, removido para a Consolação.
Em 1858 é inaugurado o Cemitério Municipal (da Consolação). Com a proibição dos enterramentos fora do cemitério, as Ordens Religiosas e os protestantes requerem uma área do mesmo, para fazerem as suas necrópoles. Sendo o mais famoso o Cemitério da Ordem Terceira do Carmo, inaugurado em 1868 (onde, entre tantas personalidades está sepultada Anita Malfatti).
Excessões: Além do Altar da Pátria, o Monumento do Ipiranga é um mausoléu onde estão os restos mortais de D. Pedro I, das duas Imperatrizes e da Duquesa de Goiás, existe o Obelisco-mausoléu, no Ibirapuera, onde estão sepultados os soldados constitucionalistas da Revolução de 1932 e personalidades do movimento.
Un caso bissexto: O túmulo de Júlio Frank, no pátio interno da Faculdade de Direito de S. Francisco.Professor da faculdade, Protestante, quando morreu, foi-lhe negado o enterro em cemitério católico. Está lá, no pátio, desde 1841.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sandro: Aqui vai um pouco de cada coisa.<br />
O primeiro cemitério oficial de S. Paulo foi o Cemitério dos Aflitos, sagrado em 1779, cujo primeitivo nome era Cemitério da rua do Arcipreste. Ficava próximo ao Morro ou Largo da Forca, hoje Praça da Liberdade. O nome Aflítos deve-se a sua capela cujo orago era N.S. dos Aflitos. Servia ao sepultamento dos pobres, da indigência,soldados, escravos e supliciados na forca.<br />
No começo da atual Av. Tiradentes, inaugura-se, em 1851, o Cemitério dos Protestantes. Mais tarde, removido para a Consolação.<br />
Em 1858 é inaugurado o Cemitério Municipal (da Consolação). Com a proibição dos enterramentos fora do cemitério, as Ordens Religiosas e os protestantes requerem uma área do mesmo, para fazerem as suas necrópoles. Sendo o mais famoso o Cemitério da Ordem Terceira do Carmo, inaugurado em 1868 (onde, entre tantas personalidades está sepultada Anita Malfatti).<br />
Excessões: Além do Altar da Pátria, o Monumento do Ipiranga é um mausoléu onde estão os restos mortais de D. Pedro I, das duas Imperatrizes e da Duquesa de Goiás, existe o Obelisco-mausoléu, no Ibirapuera, onde estão sepultados os soldados constitucionalistas da Revolução de 1932 e personalidades do movimento.<br />
Un caso bissexto: O túmulo de Júlio Frank, no pátio interno da Faculdade de Direito de S. Francisco.Professor da faculdade, Protestante, quando morreu, foi-lhe negado o enterro em cemitério católico. Está lá, no pátio, desde 1841.</p>
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