Mais rápido que depressa

Propaganda dos anos 1950 em O Cruzeiro
Começou o “aquecimento” para as propagandas dos anos 1950. Até o final de junho, cerca de 50 anúncios da década serão disponibilizados na seção Propaganda no site de O Cruzeiro. As atualizações serão sempre às segundas (15, 22 e 29 de junho), mas todo dia tem um anúncio no blog. E por falar em…

Memória Viva
Em julho, teremos uma nova versão do Memória Viva que poderá ser chamado de Portal com “P” maiúsculo. Como o responsável pela execução do super-ultgra-mega-power projeto de administração ainda está fazendo segredo, também não vou dizer quem é (sim, é ele!). Falando nisso…

Nosso amigo, o livro
Recomendo a leitura desse texto no Blog do Cascudo. Você gostaria de uns bons livros como passatempo? Que tal tempo para passar livros? Um texto de 1948, atualíssimo e assustador, como quando é dito que “ainda é o livro o elemento menos encontrado nas residências”. Por falar em livro…

Empalamento em livro didático infantil
No Rio, depois de três anos, uma gravura de Theodor de Bry mostrando uma cena de empalamento em uma “tribo selvagem” publicada nos livros didáticos do 4º ano fundamental é a bola da vez da imprensa caçadora de bruxas. Pergunto: Durante todo o processo, desde a pesquisa, passando pela edição, impressão, aprovação, escolha e compra do livro pelo poder público, não há uma única pessoa capaz de avaliar o que é ideal ou não para mostrar a crianças de determinada faixa etária? Falando em memória, Cascudo e morte…

O primeiro mármore
No próximo texto, aqui no Sempre Algo a Dizer, falarei sobre o primeiro túmulo de mármore do Cemitério do Alecrim (Natal – RN). Construído em 1872, foi comentado por Cascudo numa Acta Diurna em 1942. Ainda existe? Como está? Vou mostrar.

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Uma resposta a Mais rápido que depressa

  1. vicente vitoriano disse:

    Sobre a probição de imagem de Theodor de Bry em livro didático… Trata-se de uma, digamos, ingenuidade ou mesmo uma cegueira da parte dos censores. A criança está exposta a imagens muito mais terríveis, todos os dias, na tv (jornais e filmes), nos quadrinhos, nos jornais (de papel) e por aí vai. Teríamos que proibir tudo isto antes? Parece coisa de professor de arte (dito) modernista, que não ensinava nada, não mostrava imagem nenhuma às crianças para não “corrompê-las”, quando elas já chegavam carregadas de informação visual. Egh!

    Sandro responde: Pensei em desenvolver o tema pegando justamente neste ponto: a quantidade de imagens terríveis que as crianças veem somente por ficarem na frente da tevê. E os pais nem percebem.

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