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	<title>Comentários sobre: Estátuas que andam</title>
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		<title>Por: Clotilde Tavares</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/05/26/estatuas-que-andam/comment-page-1/#comment-8036</link>
		<dc:creator>Clotilde Tavares</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2009 02:54:12 +0000</pubDate>
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		<description>Aqui em João Pessoa tem dois casos semelhantes. O primeiro é uma estátua de ferro de Jackson Ribeiro, apelidada pelo povo de &quot;Porteiro do Inferno&quot;, que vive andando por aí, pois toda vez que se coloca ela num lugar alguém reclama; o segundo é um cenotáfio (monumento fúnebre) a Antenor Navarro, que por ter desaparecido no mar num acidente de avião não deixou corpo para ser enterrado. O Estado então mandou fazer essse cenotáfio, muito bonito por sinal, e colocou no cemitério Senhor da Boa Sentença. Pois a Prefeitura queria tirar o monumento do cemitério - onde é o lugar dele - e colocá-lo numa praça no bairro de Mangabeira, pode? Se não fosse o IPHAEP, a maluquice teria acontecido com a concordância dos arquitetos da prefeitura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui em João Pessoa tem dois casos semelhantes. O primeiro é uma estátua de ferro de Jackson Ribeiro, apelidada pelo povo de &#8220;Porteiro do Inferno&#8221;, que vive andando por aí, pois toda vez que se coloca ela num lugar alguém reclama; o segundo é um cenotáfio (monumento fúnebre) a Antenor Navarro, que por ter desaparecido no mar num acidente de avião não deixou corpo para ser enterrado. O Estado então mandou fazer essse cenotáfio, muito bonito por sinal, e colocou no cemitério Senhor da Boa Sentença. Pois a Prefeitura queria tirar o monumento do cemitério &#8211; onde é o lugar dele &#8211; e colocá-lo numa praça no bairro de Mangabeira, pode? Se não fosse o IPHAEP, a maluquice teria acontecido com a concordância dos arquitetos da prefeitura.</p>
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		<title>Por: Wilson Natal</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/05/26/estatuas-que-andam/comment-page-1/#comment-8032</link>
		<dc:creator>Wilson Natal</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2009 01:07:10 +0000</pubDate>
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		<description>Felizmente as estátuas da paulicéia &quot;pararam de andar&quot;. tornaram-se sedentárias. A excessão da GUANABARA que, depois de décadas, escondida num ajardinamento atrás da Prefeitura, foi restaurada e colocada em frente ao prédio da edilidade.
Mas, muitas, através das décadas, perambularam pela cidade: O SEMEADOR, OS LEÕES DE MÁMORE e as FONTES, migraram do arrazado Parque Dom Pedro II, para a Praça Buenos Aires e Ibirapuera; a estátua de VERDI mudou-se da Praça do Correio para um canto do Vale do Anhangabaú.
O monumento RAMOS DE AZEVEDO, com o alargamento da Av. Tiradentes, foi desmontado e passou anos no depósito da Prefeitura. Hoje está no Campus da USP.
E o maior caso de amor de São Paulo por uma estátua: Falo de CONTANDO A FÉRIA, mais conhecida como O JORNALEIRO E O ENGRAXATE que durante uma tempestade caiu de seu pedestal e lá ficou por um tempo, até que um catador de papel resolveu levá-la para vender. Os comerciantes da praça, evitaram e recolheram a estátua. e a Foi manchete de escândalo na mídia e a Prefeitura a recolheu. Ficou &quot;escondida&quot; por muitos anos e por anos persisitia a cobrança da população e da mídia. Deu até processo exigindo a devolução. No ano passado, restaurada, O JORNALEIRO E O ENGRAXATE,voltaram do seu longo exílio e estão no mesno lugar em que estavam, para a alegria da população, lá na Praça João Mendes.
Não me importo se estátuas andem. Importa-me que partam, que não voltem mais... 
Éstátuas devem ser memória, lembranças, nunca saudade.
Abração,
Wilson</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Felizmente as estátuas da paulicéia &#8220;pararam de andar&#8221;. tornaram-se sedentárias. A excessão da GUANABARA que, depois de décadas, escondida num ajardinamento atrás da Prefeitura, foi restaurada e colocada em frente ao prédio da edilidade.<br />
Mas, muitas, através das décadas, perambularam pela cidade: O SEMEADOR, OS LEÕES DE MÁMORE e as FONTES, migraram do arrazado Parque Dom Pedro II, para a Praça Buenos Aires e Ibirapuera; a estátua de VERDI mudou-se da Praça do Correio para um canto do Vale do Anhangabaú.<br />
O monumento RAMOS DE AZEVEDO, com o alargamento da Av. Tiradentes, foi desmontado e passou anos no depósito da Prefeitura. Hoje está no Campus da USP.<br />
E o maior caso de amor de São Paulo por uma estátua: Falo de CONTANDO A FÉRIA, mais conhecida como O JORNALEIRO E O ENGRAXATE que durante uma tempestade caiu de seu pedestal e lá ficou por um tempo, até que um catador de papel resolveu levá-la para vender. Os comerciantes da praça, evitaram e recolheram a estátua. e a Foi manchete de escândalo na mídia e a Prefeitura a recolheu. Ficou &#8220;escondida&#8221; por muitos anos e por anos persisitia a cobrança da população e da mídia. Deu até processo exigindo a devolução. No ano passado, restaurada, O JORNALEIRO E O ENGRAXATE,voltaram do seu longo exílio e estão no mesno lugar em que estavam, para a alegria da população, lá na Praça João Mendes.<br />
Não me importo se estátuas andem. Importa-me que partam, que não voltem mais&#8230;<br />
Éstátuas devem ser memória, lembranças, nunca saudade.<br />
Abração,<br />
Wilson</p>
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