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	<title>Comentários sobre: Em verdade, vos digo&#8230;</title>
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		<title>Por: Edgard Ramalho Dantas</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/05/24/em-verdade-vos-digo/comment-page-1/#comment-8035</link>
		<dc:creator>Edgard Ramalho Dantas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2009 16:13:30 +0000</pubDate>
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		<description>Sou neto de Manoel Dantas.
 
O busto aí apresentado acredito ser o que se encontra na Escola Manoel Dantas, esquina da Prudente de Morais com a Alberto Maranhão, aqui em Natal.
 
É uma cópia em gesso do busto em bronze, escultura  feita por Hostílio Dantas, o mesmo escultor do Padre João Maria.
 
Na ocasião em que foi esculpido, Manoel Dantas já de há muito havia falecido, sendo necessário a consulta de fotografias disponíveis então.
 
Hostílio Dantas, artista de valor, se ermpenhou em fazer o melhor e, pediu que posasse o tio Elias Dantas  (pai de Francisco Seráfico e José Vinício Dantas e, em segundo casamento com Elisa, viva, mãe de Carlos, Pedro e Lenira, artistas e meus primos), para melhor captar os traços fisionomicos da família.
 
O resultado foi o busto de Manoel Dantas e um medalhão, em bronze.
 
Do busto em bronze tenho conhecimento de duas reproduções:
 
A primeira, encontra-se na residencia de meus pais, em perfeito estado de conservação.
 
A segunda, muito bem cuidada, no Instituto Histórico e Geográfico.
 
O medalhão esta afixado no tumulo de Manoel Dantas, no cemitário do Alecrim.
 
Cascudo dedicou uma de suas Actas Diurnas a memória de Manoel Dantas referindo-se ao busto do Instituto Histórico.
Manoel Dantas foi reproduzido sem bigode, que manteve até os anos vinte, acho.
 
Canindé Soares e Sandro Fortunato, historiadores e fotografos, estão fazendo neste instante o trabalho mais importante de recuperação da memória do nosso estado.
 
Lauro Pinto em &lt;i&gt;Natal que eu ví&lt;/i&gt; é pioneiro nessa denuncia.
 
Natal é um dos poucos lugares do mundo em que monumento passeia e estátua anda.
 
Me coloco ao inteiro dispor para ampliar e começar uma colaboração efetiva.
 
O agradecimento dos familiares de Manoel Dantas, que aqui represento.
 
Edgard Ramalho Dantas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou neto de Manoel Dantas.</p>
<p>O busto aí apresentado acredito ser o que se encontra na Escola Manoel Dantas, esquina da Prudente de Morais com a Alberto Maranhão, aqui em Natal.</p>
<p>É uma cópia em gesso do busto em bronze, escultura  feita por Hostílio Dantas, o mesmo escultor do Padre João Maria.</p>
<p>Na ocasião em que foi esculpido, Manoel Dantas já de há muito havia falecido, sendo necessário a consulta de fotografias disponíveis então.</p>
<p>Hostílio Dantas, artista de valor, se ermpenhou em fazer o melhor e, pediu que posasse o tio Elias Dantas  (pai de Francisco Seráfico e José Vinício Dantas e, em segundo casamento com Elisa, viva, mãe de Carlos, Pedro e Lenira, artistas e meus primos), para melhor captar os traços fisionomicos da família.</p>
<p>O resultado foi o busto de Manoel Dantas e um medalhão, em bronze.</p>
<p>Do busto em bronze tenho conhecimento de duas reproduções:</p>
<p>A primeira, encontra-se na residencia de meus pais, em perfeito estado de conservação.</p>
<p>A segunda, muito bem cuidada, no Instituto Histórico e Geográfico.</p>
<p>O medalhão esta afixado no tumulo de Manoel Dantas, no cemitário do Alecrim.</p>
<p>Cascudo dedicou uma de suas Actas Diurnas a memória de Manoel Dantas referindo-se ao busto do Instituto Histórico.<br />
Manoel Dantas foi reproduzido sem bigode, que manteve até os anos vinte, acho.</p>
<p>Canindé Soares e Sandro Fortunato, historiadores e fotografos, estão fazendo neste instante o trabalho mais importante de recuperação da memória do nosso estado.</p>
<p>Lauro Pinto em <i>Natal que eu ví</i> é pioneiro nessa denuncia.</p>
<p>Natal é um dos poucos lugares do mundo em que monumento passeia e estátua anda.</p>
<p>Me coloco ao inteiro dispor para ampliar e começar uma colaboração efetiva.</p>
<p>O agradecimento dos familiares de Manoel Dantas, que aqui represento.</p>
<p>Edgard Ramalho Dantas.</p>
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	<item>
		<title>Por: &#187; Blog Archive &#187; Estátuas que andam</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/05/24/em-verdade-vos-digo/comment-page-1/#comment-8034</link>
		<dc:creator>&#187; Blog Archive &#187; Estátuas que andam</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2009 02:05:17 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Edgard Ramalho Dantas, neto de Manoel Dantas, aquele do busto desfigurado sobre o qual falei no texto anterior. “Natal é um dos poucos lugares do mundo em que monumento passeia e estátua anda”, sentenciou [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Edgard Ramalho Dantas, neto de Manoel Dantas, aquele do busto desfigurado sobre o qual falei no texto anterior. “Natal é um dos poucos lugares do mundo em que monumento passeia e estátua anda”, sentenciou [...]</p>
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		<title>Por: Wilson  Natal</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/05/24/em-verdade-vos-digo/comment-page-1/#comment-8023</link>
		<dc:creator>Wilson  Natal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 03:27:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/05/24/em-verdade-vos-digo/#comment-8023</guid>
		<description>MEMÓRIA hoje é um artigo descartável. Antes, um busto, uma herma, um conjunto de estátuas serviam como lições de História e de conduta. Estavam em um parque, uma praça, um jardim público a lembrar-nos que, como a figura homenageada, também somos capazes de fazer grandes coisas pela cidade, pelo estado,pelo país. Hoje, parece-me que servem como um antiquado elemento decorativo a ser pichado, arrancado de seu pedestal e vendido ao ferros-velhos por uns poucos trocados. Ou então, servir de poleiros aos pombos.
E é irritante ouvir os políticos falando de determinada figura histórica, sem saber, ou ligar a mínima se o busto, o monumento da referida figura está intácto, ou se desfaz pela ação das intempéries e falta de cuidados. Não ligam, mas deveriam. Pois quando se deseduca um povo, esta será a memória que o povo terá deles.
A luta por preservação da memória é árdua. Não basta apenas restauro qualificado, restauração. É preciso um trabalho de esclarecimento e educação de um povo.
Aqui, em São Paulo a luta não para. Além dos órgãos públicos, existem associações de bairros, de perímetro (imediações de praças e jardins) que se empenham na conservação de um bem restaurado. Existem uma infinidade de sites de denúncias na Internet que, mais que denunciar, são elementos ativos que saem a protestar pelas ruas da cidade. É uma luta infinita, eu sei. Mas é uma luta que tem trazido recompensas. Muito do que estava a se perder por aqui, renasceu em toda a sua glória antiga. E isso tem atraído turistas e visitantes. O que vem a provar que: Uma cidade sem seu passado morre. Com ele ela renasce, se revitaliza.
Vendo as fotos postadas desses dois bustos. Eu fiquei irritado. Mais que isso, fiquei escandalizado! É imoral deixar que isso aconteça. Dadas as condições da cidade e do ar marinho, deveria haver uma preservação mais atuante. Figuras históricas e importantes desaparecendo a olhos vistos... Isso não deve e nem pode acontecer. Esses bustos há muito tempo deveriam ter sido tirado dos seus pedestais e levados para restauro. Pena. Sinto muita pena que isso estja acontecendo ai e em outros estados. E pena que ai, como aqui, a Prefeitura não lance uma campanha de &quot;Adote um Monumento&quot;.
Para alguns, parece, que vão-se os anéis e ficam os dedos. Mas ai, parece-me que foram-se anéis e dedos.
E aos políticos e grandes personalidades omissas de Natal fica a dura realidade de bater de frente com &quot;o zelo, o respeito, a deferência&quot; com que serão tratados, num futuro não muito distante, pelo povo desta cidade. 
Colhe-se o que se planta...
Educar o povo é abrir-lhe a mente para a consciência Cívica.
Abração,
Wilson</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>MEMÓRIA hoje é um artigo descartável. Antes, um busto, uma herma, um conjunto de estátuas serviam como lições de História e de conduta. Estavam em um parque, uma praça, um jardim público a lembrar-nos que, como a figura homenageada, também somos capazes de fazer grandes coisas pela cidade, pelo estado,pelo país. Hoje, parece-me que servem como um antiquado elemento decorativo a ser pichado, arrancado de seu pedestal e vendido ao ferros-velhos por uns poucos trocados. Ou então, servir de poleiros aos pombos.<br />
E é irritante ouvir os políticos falando de determinada figura histórica, sem saber, ou ligar a mínima se o busto, o monumento da referida figura está intácto, ou se desfaz pela ação das intempéries e falta de cuidados. Não ligam, mas deveriam. Pois quando se deseduca um povo, esta será a memória que o povo terá deles.<br />
A luta por preservação da memória é árdua. Não basta apenas restauro qualificado, restauração. É preciso um trabalho de esclarecimento e educação de um povo.<br />
Aqui, em São Paulo a luta não para. Além dos órgãos públicos, existem associações de bairros, de perímetro (imediações de praças e jardins) que se empenham na conservação de um bem restaurado. Existem uma infinidade de sites de denúncias na Internet que, mais que denunciar, são elementos ativos que saem a protestar pelas ruas da cidade. É uma luta infinita, eu sei. Mas é uma luta que tem trazido recompensas. Muito do que estava a se perder por aqui, renasceu em toda a sua glória antiga. E isso tem atraído turistas e visitantes. O que vem a provar que: Uma cidade sem seu passado morre. Com ele ela renasce, se revitaliza.<br />
Vendo as fotos postadas desses dois bustos. Eu fiquei irritado. Mais que isso, fiquei escandalizado! É imoral deixar que isso aconteça. Dadas as condições da cidade e do ar marinho, deveria haver uma preservação mais atuante. Figuras históricas e importantes desaparecendo a olhos vistos&#8230; Isso não deve e nem pode acontecer. Esses bustos há muito tempo deveriam ter sido tirado dos seus pedestais e levados para restauro. Pena. Sinto muita pena que isso estja acontecendo ai e em outros estados. E pena que ai, como aqui, a Prefeitura não lance uma campanha de &#8220;Adote um Monumento&#8221;.<br />
Para alguns, parece, que vão-se os anéis e ficam os dedos. Mas ai, parece-me que foram-se anéis e dedos.<br />
E aos políticos e grandes personalidades omissas de Natal fica a dura realidade de bater de frente com &#8220;o zelo, o respeito, a deferência&#8221; com que serão tratados, num futuro não muito distante, pelo povo desta cidade.<br />
Colhe-se o que se planta&#8230;<br />
Educar o povo é abrir-lhe a mente para a consciência Cívica.<br />
Abração,<br />
Wilson</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Marques (Nova Lima - MG)</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/05/24/em-verdade-vos-digo/comment-page-1/#comment-8021</link>
		<dc:creator>Paulo Marques (Nova Lima - MG)</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2009 15:47:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/05/24/em-verdade-vos-digo/#comment-8021</guid>
		<description>É engraçado que quando existe vontade política para manter alguns monumentos que representam a história de um povo, cidade, etc, sempre tem um &quot;espirito de porco&quot; para destruir um patrimônio público.
A população cobra, mas tem sempre alguns indivíduos para nos tornar incoerentes.
Aqui em BH-MG, a prefeitura gastou aproximadamente R$ 20 mil para revitalizar o Obelisco da Praça 7, mais conhecido como Pirulito, e ainda teve um camarada para pichar o monumento com menos de uma semana de reforma.
è complicado.

&lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Sandro responde:&lt;/i&gt; PAULO, sei que seu &quot;é engraçado&quot; é força de expressão e que você também sabe que, na maioria das vezes, o que se vê por aí, em qualquer lugar do Brasil, dá mesmo é vontade de chorar. Como diria WILSON NATAL, historiador paulistano, que sempre comenta aqui no blog, &quot;os lembrados de hoje são os esquecidos de amanhã&quot;. Seria muito bom que políticos e cidadãos tivessem isso em mente, não? Fotografei o obelisco da 7 há uns 20 anos. Ainda este ano devo passar por BH. Grande abraço.&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É engraçado que quando existe vontade política para manter alguns monumentos que representam a história de um povo, cidade, etc, sempre tem um &#8220;espirito de porco&#8221; para destruir um patrimônio público.<br />
A população cobra, mas tem sempre alguns indivíduos para nos tornar incoerentes.<br />
Aqui em BH-MG, a prefeitura gastou aproximadamente R$ 20 mil para revitalizar o Obelisco da Praça 7, mais conhecido como Pirulito, e ainda teve um camarada para pichar o monumento com menos de uma semana de reforma.<br />
è complicado.</p>
<blockquote><p><b><i>Sandro responde:</i> PAULO, sei que seu &#8220;é engraçado&#8221; é força de expressão e que você também sabe que, na maioria das vezes, o que se vê por aí, em qualquer lugar do Brasil, dá mesmo é vontade de chorar. Como diria WILSON NATAL, historiador paulistano, que sempre comenta aqui no blog, &#8220;os lembrados de hoje são os esquecidos de amanhã&#8221;. Seria muito bom que políticos e cidadãos tivessem isso em mente, não? Fotografei o obelisco da 7 há uns 20 anos. Ainda este ano devo passar por BH. Grande abraço.</b></p></blockquote>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: vicente vitoriano</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/05/24/em-verdade-vos-digo/comment-page-1/#comment-8020</link>
		<dc:creator>vicente vitoriano</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2009 12:19:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2009/05/24/em-verdade-vos-digo/#comment-8020</guid>
		<description>@ve! Sandro!
Estou começando um trabalho em recém criado Grupo de Pesquisa em Cultura Visual, no DEART/UFRN. Meu projeto, em particular, diz respeito à uma construível história da arte do Rio Grande do Norte. Não precisa dizer que seu trabalho é uma fonte permanente de informações para muitos dos possíveis tópicos que eu venha focalizar ou fazer outros focalizarem. Você é convidado para participar de nosso Grupo.
Um grande abraço.
Vicente Vitoriano

&lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Sandro responde:&lt;/i&gt; Ave, ViVi! Você sabe que para almas boas, trabalhadores sérios e artistas de valor (e você é tudo isso), eu sou uma vadia das mais fáceis. É só chegar sorrindo que eu já vou me abrindo. Pode contar comigo.&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@ve! Sandro!<br />
Estou começando um trabalho em recém criado Grupo de Pesquisa em Cultura Visual, no DEART/UFRN. Meu projeto, em particular, diz respeito à uma construível história da arte do Rio Grande do Norte. Não precisa dizer que seu trabalho é uma fonte permanente de informações para muitos dos possíveis tópicos que eu venha focalizar ou fazer outros focalizarem. Você é convidado para participar de nosso Grupo.<br />
Um grande abraço.<br />
Vicente Vitoriano</p>
<blockquote><p><b><i>Sandro responde:</i> Ave, ViVi! Você sabe que para almas boas, trabalhadores sérios e artistas de valor (e você é tudo isso), eu sou uma vadia das mais fáceis. É só chegar sorrindo que eu já vou me abrindo. Pode contar comigo.</b></p></blockquote>
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