Mais rápido do que depressa

Valeu, Globo!
Nunca pensei que fosse dizer isso, mas sou obrigado. A exibição na noite de ontem, quinta, do programa Por toda a minha vida em homenagem a Chacrinha rendeu algumas centenas de visitas a este blog em poucas horas. Por que? Porque os tarados de plantão danaram a procurar por chacretes no Google e vieram bater aqui. Bater aqui, entenderam?

Dercy
Tenho que agradecer a Dercy Gonçalves. Durante toda a semana ela também fez o mesmo. Começo a achar que ela deveria ter morrido mais vezes. Morreria e voltaria, numa espécie de bis interminável. A maioria dos que passaram por aqui entendeu a justa homenagem de primeiríssima hora feita no texto Puta que pariu! Dercy morreu!. Nunca foi tão correto dizer que a morte é uma festa. E continuo a me impressionar com o fascínio que isso causa nas pessoas. Já estou escrevendo os obituários para Hebe, Niemeyer, Glória Maria, Sílvio Santos, Roberto Carlos…

Dercy II
Logo depois que Dercy morreu, coisas estranhas aconteceram. O Orkut deu um pau medonho fazendo com que as pessoas acessassem perfis que não eram os seus ao entrarem no sistema. Os seguidos e seguidores de vários perfis do Twitter foram abduzidos e devolvidos 24 horas depois. E hoje, uma semana depois da morte (eu não acredito que ela tenha morrido… esse negócio de ser enterrada em pé está me cheirando à facilitação de fuga), bem… hoje, uma semana depois do anúncio da morte, estréia Arquivo X – Eu quero acreditar. Aposto que Dercy está ligada a todos esses mistérios.

Na Merda e na Estação
Já estava com a Merda (a revista) chegando ao meu pescoço, mas finalmente foi despachado o textículo sobre o São João em Campina Grande, a ser publicado na próxima edição, que trará também Sidney Magal e Mulher Acerola. Na próxima Estação (que eu já nem sei qual é o número, pois só recebi a primeira), se eu cumprir o deadline (eu vou! eu vou!), tem texto meu sobre a revista O Cruzeiro.

Memória Viva
O blog tem parecido meio abandonado neste julho porque uma antiga amante tem ocupado grande parte do meu tempo. Memória Viva está bombando com atualizações diárias, principalmente no Blog, que só este mês já vai ali pelos 50 posts. Mas não é só isso. Os sites biográficos têm sido revisados e vêm ganhando novas informações. Outras áreas também. Destaques da semana: texto de Wilson Natal sobre sua visita à exposição em homenagem a Machado de Assis no Museu da Língua Portuguesa e atualização da área de livros de Câmara Cascudo. Neste fim de semana, tem José Dumont sob regência de Klecius Henrique. Todas as atualizações do portal podem ser acompanhadas pelo Twitter do Memória Viva.

Cinema nacional
No Blog Memória Viva, destaque para os lançamentos de Nome próprio, Era uma vez…, Trilogia Zé do Caixão em São Paulo e outras dicas na categoria Cinema.

Próximos capítulos
Muita coisa a dizer aqui no Sempre Algo na próxima semana. Fiquem ligados.

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3 respostas a Mais rápido do que depressa

  1. Wilson disse:

    Deixa ver se entendí.
    O Chacrinha, numa “nice”, resolveu montar na Cadillac e fazer ela “rodar una quilometros” com ele, pelas aí. A Dercy, puta da vida, lavou a égua dizendo que Cadillac nem pensar. Que a dona daquela merda era ela e que, ninguém, ia rodar nem dar no seu barraco. Falando porras e pitorras ela mandou ver um abacaxí – daqueles havaianos – no rabo do Chacra! Ele esculhonado, atirou uma jaca gigante na Dercy. A jaca monstro era monstro meeeesmo e abduziu a rainha do barraco A dama do palavrão foi encontrada dias mais tarde dura e preta, em pé, com a boca cheia de formiga embaixo de uma ponte em forma de pirâmide. Chamaram então, os carinhas do Arquivo X para resolver o “X” da questão. E nada!. Aí, um dia, quando rolava um “ménage a trois” entre eles e uma garota de “pograma” – codi-name Muié Acerola – ela falou de uma mãe de Santo que vendia uns contrabandos la no Largo do Machado. Afirmou que ela podia resolver o babado da Dercy com uns ebós e uns trocos. La no Largo, a Mãe de Santo resolveu fazer uma consulta “light” e “recebeu” o Caboclo José Mojica que “baixou” falando MERDA: Que à meia-noite levaria a alma de todo mundo; que reencarnaria no cadáver da Dercy; que queria muito “mé”, que sem “mé” ele não “pegava”, nem no tranco.
    Os bonitos do Arquivo X, através do “cavalo”, deram um pé na bunda do Caboclo. A Mãe de Santo chiou porque a bunda chutada era a dela e chamou uns traficantes que, puzeram no rabo dos “X” e ainda comeram a Acerola. E como a Acerola não havia sido pasteurizada, passou a todos a Doença de Chagas e, Tooodos viveram doentes para sempre.
    Foi isso que voce quis dizer? Se não foi, eu preciso para de fumar aqueles cigarrinhos fedidos que encontrei na rua…
    Aí, manu! Vou chegá. To numas de, depois de tantos “X”, fazer um xixizão na porta da delegacia.
    A gente se cruza, mano! Sóóó! 🙂 😛 🙂

  2. márcia disse:

    e como sempre, fazendo um ‘mói’ de coisas ao mesmo tempo, já tô vendo q tu não vais dar o ar da graça pêlaqui nem tão cedo…
    😉

  3. priscila disse:

    Se te alegra… entrei aqui atraves da matéria do Michael Moore
    hehehe

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