Flavinho, o sonhador

Devo ter visto Flávio Rezende pela primeira vez ali no corredor do Bloco C, do Setor V da UFRN, em 1988. Jovem, mas com aquele ar de irmão mais velho da garotada que dava seus primeiros passos no ingrato mundo jornalístico.

Vinte anos depois, ele tem a mesma cara, a mesma juventude, a mesma energia, a mesma aura. Tudo isso muito típico das almas puras. A mais, história, experiência, sabedoria. E livros.

Hoje, no dia de seu aniversário de 47 anos – sim, esse menino na foto, feita há poucos dias, logo logo terá meio século de existência! –, está lançando seu 19º livro: O sonhador.

Li e tenho pelo menos meia dúzia deles, os lançados na época em que estávamos mais próximos, até meados dos anos 90. Flavinho sempre divulgou meus trabalhos. Talvez por gostar, por bondade, para completar suas colunas. Também sempre divulguei os dele, mas que fique claro que não por agradecimento ou política. Sempre fiz isso porque Flavinho é o cara “mais do Bem” que conheço. Então, nem me preciso ver o que ele fez. Se foi feito por ele, só pode ser uma coisa boa, algo para o Bem.

Nessas duas décadas, sou testemunha de suas batalhas e realizações. Nada fácil, nada sem muito esforço. Tudo tão impregnado de bondade, de bons fluídos, que invariavelmente dá certo, não importando o tempo que seja necessário para se tornar real. E o início de cada uma dessas realizações é sempre um sonho ao qual outras boas almas vão se juntando até que se concretize.

O sonhador livro está sendo lançado hoje. O sonhador-realizador Flavinho está só começando a encher nosso mundo de Luz.

Um grande beijo, meu querido. Sonho junto com você.

O convite para o lançamento está dois posts abaixo.

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