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	<title>Comentários sobre: Mastigue bem antes de engolir</title>
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		<title>Por: Diego Viana</title>
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		<dc:creator>Diego Viana</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 16:59:37 +0000</pubDate>
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		<description>Sandro, para além dos erros de datas que vemos a torto e a direito mesmo nos veículos considerados mais &quot;sérios&quot;, existe um ainda mais grave e que decorre da péssima educação que se recebe no país. É o erro CONCEITUAL. No Brasil, fala-se em coisas como LIBERDADE, DIREITO, POLÍTICA, PODER, enfim, um sem-número de coisas, sem jamais questionar qual é a extensão (ou a intensão - com &quot;s&quot; mesmo) dessas palavras, que nada mais são senão conceitos. Sabe o que é isso? Falta de estudar filosofia. 

Portanto, viva a volta da Filosofia! (Ops, não tem nada a ver com o seu texto, mas era no que eu estava pensando...)

A propósito, você sabe em que ano foi feita a matéria do Nasser e do Manzon sobre os Xavantes? Existe um site que colocou várias matérias d&#039;O Cruzeiro online, mas justamente essa não está. Eu queria linkar, no meu texto sobre os índios, mas não pude. Ó raios.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sandro, para além dos erros de datas que vemos a torto e a direito mesmo nos veículos considerados mais &#8220;sérios&#8221;, existe um ainda mais grave e que decorre da péssima educação que se recebe no país. É o erro CONCEITUAL. No Brasil, fala-se em coisas como LIBERDADE, DIREITO, POLÍTICA, PODER, enfim, um sem-número de coisas, sem jamais questionar qual é a extensão (ou a intensão &#8211; com &#8220;s&#8221; mesmo) dessas palavras, que nada mais são senão conceitos. Sabe o que é isso? Falta de estudar filosofia. </p>
<p>Portanto, viva a volta da Filosofia! (Ops, não tem nada a ver com o seu texto, mas era no que eu estava pensando&#8230;)</p>
<p>A propósito, você sabe em que ano foi feita a matéria do Nasser e do Manzon sobre os Xavantes? Existe um site que colocou várias matérias d&#8217;O Cruzeiro online, mas justamente essa não está. Eu queria linkar, no meu texto sobre os índios, mas não pude. Ó raios.</p>
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		<title>Por: Armando</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/06/06/mastigue-bem-antes-de-engolir/comment-page-1/#comment-508</link>
		<dc:creator>Armando</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 14:23:49 +0000</pubDate>
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		<description>Qualifico seus sites como super produções.Você é jovem com uma curiosidade cultural muito grande, dividindo tudo isso com todos nós.Parabéns.Visite o blog (lygiaprudente.blogspot.com) ,ficarei grato com algum comentario.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Qualifico seus sites como super produções.Você é jovem com uma curiosidade cultural muito grande, dividindo tudo isso com todos nós.Parabéns.Visite o blog (lygiaprudente.blogspot.com) ,ficarei grato com algum comentario.</p>
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	<item>
		<title>Por: Sandro Fortunato</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/06/06/mastigue-bem-antes-de-engolir/comment-page-1/#comment-472</link>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 17:26:06 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;Jornal do Brasil - 08/06/2008&lt;/b&gt;
O escritor e jornalista &lt;b&gt;Fernando Morais já &quot;assassinou&quot; ao menos duas pessoas&lt;/b&gt;. Sua primeira vítima foi o político Último de Carvalho. Em 1975, ao escrever para a revista Veja uma capa sobre o Estado de Minas Gerais, informou a morte do deputado mineiro, na época vivíssimo. O segundo &quot;crime&quot; ocorreu durante o extenuante processo de escrita da recém-lançada biografia de Paulo Coelho. Na página 565, Morais afirma que Celso Lafer viria a ocupar, em 2003, a cadeira de Alberto Venâncio na Academia Brasileira de Letras. O que não seria um problema se a cadeira ainda não estivesse ocupada pelo próprio Venâncio, que felizmente ainda não interrompeu sua passagem pelo nosso mundo. Consultado pelo JB, Morais admite os dois erros e garante que já enviou errata à editora, que fará a correção nas possíveis edições seguintes da biografia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>Jornal do Brasil &#8211; 08/06/2008</b><br />
O escritor e jornalista <b>Fernando Morais já &#8220;assassinou&#8221; ao menos duas pessoas</b>. Sua primeira vítima foi o político Último de Carvalho. Em 1975, ao escrever para a revista Veja uma capa sobre o Estado de Minas Gerais, informou a morte do deputado mineiro, na época vivíssimo. O segundo &#8220;crime&#8221; ocorreu durante o extenuante processo de escrita da recém-lançada biografia de Paulo Coelho. Na página 565, Morais afirma que Celso Lafer viria a ocupar, em 2003, a cadeira de Alberto Venâncio na Academia Brasileira de Letras. O que não seria um problema se a cadeira ainda não estivesse ocupada pelo próprio Venâncio, que felizmente ainda não interrompeu sua passagem pelo nosso mundo. Consultado pelo JB, Morais admite os dois erros e garante que já enviou errata à editora, que fará a correção nas possíveis edições seguintes da biografia.</p>
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		<title>Por: Sandro Fortunato</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/06/06/mastigue-bem-antes-de-engolir/comment-page-1/#comment-443</link>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 17:47:46 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;JOÃO&lt;/b&gt;, acho que esses três estão mancomunados, como sempre, e resolveram montar uma outra revista em outro lugar. Ninguém me tira isso da cabeça.

Quanto à edição especial da Caros Amigos em homenagem ao Sérgio de Souza, eu adorei. Acho que eles fizeram exatamente aquilo que tinham que fazer: uma homenagem ao amigo, ao profissional, à pessoa. Cita sua obra, mas não a coloca acima dele. É algo pessoal. Sobre as revistas que ele criou, muito já se falou, muito se falará, mas essa edição garantiu um documento sobre uma pessoa que, como a maioria dos brasileiros, dentro de alguns anos quase ninguém lembrará ou mesmo TERIA referências de fontes próximas e confiáveis. Nisso, pode ter certeza, eles marcaram um golaço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>JOÃO</b>, acho que esses três estão mancomunados, como sempre, e resolveram montar uma outra revista em outro lugar. Ninguém me tira isso da cabeça.</p>
<p>Quanto à edição especial da Caros Amigos em homenagem ao Sérgio de Souza, eu adorei. Acho que eles fizeram exatamente aquilo que tinham que fazer: uma homenagem ao amigo, ao profissional, à pessoa. Cita sua obra, mas não a coloca acima dele. É algo pessoal. Sobre as revistas que ele criou, muito já se falou, muito se falará, mas essa edição garantiu um documento sobre uma pessoa que, como a maioria dos brasileiros, dentro de alguns anos quase ninguém lembrará ou mesmo TERIA referências de fontes próximas e confiáveis. Nisso, pode ter certeza, eles marcaram um golaço.</p>
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	<item>
		<title>Por: joão antonio</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/06/06/mastigue-bem-antes-de-engolir/comment-page-1/#comment-440</link>
		<dc:creator>joão antonio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 16:13:42 +0000</pubDate>
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		<description>Sandro.
Morreu primeiro o editor da Realidade, que agora me fugiu o nome(um genio do jornalismo). Lembrei, o Patarra. Depois o Sergio e depois o Roberto Freire. Encavalou tudo. Tres genios. Os tres mosqueteiros, creio que aquelas revistas todas da década 60/70 tinham a chancela dos tres. Eles se complementavam. Impressionante, parece até que combinaram de morreu um após o outro. Agora a Caros Amigos fez uma edição pro Sergio, que ficou muito ruim. Eles deviam enfocar as revistas que ele fez, que acho que é assim que ele queria. Era discreto, aposto que se tivessem feito um retrospecto completo das revistas que o genial Serjão fez ficaria muito melhor. Agora falta uma grande homenagem ao Roberto e Patarra. 
ab</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sandro.<br />
Morreu primeiro o editor da Realidade, que agora me fugiu o nome(um genio do jornalismo). Lembrei, o Patarra. Depois o Sergio e depois o Roberto Freire. Encavalou tudo. Tres genios. Os tres mosqueteiros, creio que aquelas revistas todas da década 60/70 tinham a chancela dos tres. Eles se complementavam. Impressionante, parece até que combinaram de morreu um após o outro. Agora a Caros Amigos fez uma edição pro Sergio, que ficou muito ruim. Eles deviam enfocar as revistas que ele fez, que acho que é assim que ele queria. Era discreto, aposto que se tivessem feito um retrospecto completo das revistas que o genial Serjão fez ficaria muito melhor. Agora falta uma grande homenagem ao Roberto e Patarra.<br />
ab</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: wilson</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/06/06/mastigue-bem-antes-de-engolir/comment-page-1/#comment-439</link>
		<dc:creator>wilson</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 16:12:59 +0000</pubDate>
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		<description>O homem vira mito e, alguém dá um rosto ao mito. Cria a figura do Mártir. Assim nasce o Tiradentes. Sem a coroa de espinhos, mas com as mãos amarradas, tranforma-se no Cristo do Brasil.

O mesmo acontece com Pedro I. Sujos e cansados por subir a Serra do Mar, montado em mulas, chegam às colinas do Ipiranga, onde o então príncipe-regente pára para aliviar-se de &quot;um desarranjo&quot;. Isto é a realidade.
O mito e a Alegoria: 
Na tela, garboso príncipe, garbosa comitiva, em cavalos, anunciam a Independência do Brasil.Ao fundo, uma casa inexistente à época e a testemunha, única, que nunca existiu.
Realidade e Alegoria. Fica a Alegoria.

Quanto às datas, as lembranças de cada um não podem virar memória sem que se confirme as datas.
Aprendí que não se deve fiar totalmente em lembranças.
Falo por mim: Testemunha viva do incêndio do Andraus, tendo em mente o &quot;filme&quot; do incêndio, sentindo até hoje o cheiro da fumaça, sei o ano, o mês em que isso aconteceu. Mas quanto ao dia, titubeio e vou checar. Quanto às horas e os minutos que passei lá, olhando o prédio arder, nunca vou precisar. Alguém me avisou que o prédio estava em chamas, mas só pesquisando eu vou saber quando começou.

Vendo tanta incerteza, datas erradas, fui pesquisar os Cinemas de São Paulo. A fonte: velhos jornais que traziam programações de cinema. Nesses jornais, você consegue localizar a data de nascimento de um cinema e, até mesmo, o seu fim. Pesquisei, pesquisei, passei as informações e conclusão, publicou-se que: &quot;...segundo o Wilson, etc.,etc... mas não se TEM CERTEZA... Pode? Pode! Pode, porque ninguém foi checar diretamente na fonte. Outros, então, não me responderam e nem fizeram a correção do êrro. 

Um dia esse povo aprende que lembrança não é Memória. Até lá, a gente aprende desaprendendo.

Abração,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O homem vira mito e, alguém dá um rosto ao mito. Cria a figura do Mártir. Assim nasce o Tiradentes. Sem a coroa de espinhos, mas com as mãos amarradas, tranforma-se no Cristo do Brasil.</p>
<p>O mesmo acontece com Pedro I. Sujos e cansados por subir a Serra do Mar, montado em mulas, chegam às colinas do Ipiranga, onde o então príncipe-regente pára para aliviar-se de &#8220;um desarranjo&#8221;. Isto é a realidade.<br />
O mito e a Alegoria:<br />
Na tela, garboso príncipe, garbosa comitiva, em cavalos, anunciam a Independência do Brasil.Ao fundo, uma casa inexistente à época e a testemunha, única, que nunca existiu.<br />
Realidade e Alegoria. Fica a Alegoria.</p>
<p>Quanto às datas, as lembranças de cada um não podem virar memória sem que se confirme as datas.<br />
Aprendí que não se deve fiar totalmente em lembranças.<br />
Falo por mim: Testemunha viva do incêndio do Andraus, tendo em mente o &#8220;filme&#8221; do incêndio, sentindo até hoje o cheiro da fumaça, sei o ano, o mês em que isso aconteceu. Mas quanto ao dia, titubeio e vou checar. Quanto às horas e os minutos que passei lá, olhando o prédio arder, nunca vou precisar. Alguém me avisou que o prédio estava em chamas, mas só pesquisando eu vou saber quando começou.</p>
<p>Vendo tanta incerteza, datas erradas, fui pesquisar os Cinemas de São Paulo. A fonte: velhos jornais que traziam programações de cinema. Nesses jornais, você consegue localizar a data de nascimento de um cinema e, até mesmo, o seu fim. Pesquisei, pesquisei, passei as informações e conclusão, publicou-se que: &#8220;&#8230;segundo o Wilson, etc.,etc&#8230; mas não se TEM CERTEZA&#8230; Pode? Pode! Pode, porque ninguém foi checar diretamente na fonte. Outros, então, não me responderam e nem fizeram a correção do êrro. </p>
<p>Um dia esse povo aprende que lembrança não é Memória. Até lá, a gente aprende desaprendendo.</p>
<p>Abração,</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Sandro Fortunato</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/06/06/mastigue-bem-antes-de-engolir/comment-page-1/#comment-442</link>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 16:10:47 +0000</pubDate>
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		<description>Vamos por partes, &lt;b&gt;JOÃO&lt;/b&gt;... :)

&lt;b&gt;DAR MAIS ATENÇÃO&lt;/b&gt; a esse ou aquele aspecto da vida de um biografado é uma coisa; &lt;b&gt;DAR UMA INFORMAÇÃO ERRADA&lt;/b&gt; é outra completamente diferente. Uma coisa seria eu dar mais atenção aos aspectos da vida pessoal (que é o que uma &lt;i&gt;biografia&lt;/i&gt; geralmente faz) de Carlos Estêvão e menos à sua obra; outra seria dizer que ele nasceu no Mato Grosso em agosto de 1920 quando, na verdade, ele nasceu em Recife, Pernambuco, em setembro de 1921. 

A lebre levantada aqui é sobre &lt;b&gt;ERRO DE INFORMAÇÃO&lt;/b&gt;. No site de Carlos Estêvão, comento sobre vários publicados em jornais e livros.

Mas sobre &lt;i&gt;&quot;apostar em flancos&quot;&lt;/i&gt;, não espere que eu não o faça. Falar da vida de alguém dando o mesmo peso para todas as coisas seria como contar uma história de amor e aventuras em ritmo de ladainha. Imagine que coisa sem graça! Há momentos e aspectos aos quais se deve dar mais atenção. Não há dúvidas quanto a isso. No momento, a única coisa que posso adiantar sobre as biografias de Appe e Carlos Estêvão é que serão dois trabalhos completamente diferentes. Se há algo que possa ser esperado de ambas é que não contenham erros de informação como os apresentados aqui. Afinal, quando os dois nasceram, já existia documentação. Isso facilita &quot;um pouco&quot;. :)

Sobre o ilustrador dessa primeira capa de &lt;i&gt;Cruzeiro&lt;/i&gt;, dizer que &lt;i&gt;&quot;ninguém sabia quem era&quot;&lt;/i&gt; é um exagero de quem escreveu o artigo (o qual recebi e agradeço). Em edições de aniversário da revista, era comum citá-lo. Na edição de 22 de novembro de 1958, quando comemorava os 30 anos, a matéria sobre a efeméride é aberta com a primeira capa, ao lado da qual se lê:

&lt;i&gt;&quot;Esta é a capa (de Manuel Mora) do 1º número de ‘O Cruzeiro’, surgido no Rio e em São Paulo no dia 10-11-1928, com tiragem de 50 mil exemplares&quot;.&lt;/i&gt;

&lt;i&gt;Manuel Mora&lt;/i&gt;, como em &lt;i&gt;O Cruzeiro&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;Manoel de Móra&lt;/i&gt;, como no recente artigo ao qual você se refere? &lt;i&gt;O Cruzeiro&lt;/i&gt; como grafado na legenda da própria revista de 1958 ou &lt;i&gt;Cruzeiro&lt;/i&gt; como mostra a imagem e como sabemos que era o nome em seus primeiros anos? &quot;Ninguém sabia&quot;, &quot;QUASE ninguém sabia&quot; ou &quot;POUCA GENTE sabia&quot;? ;) Preciosismo? Sim, mas são ossos do ofício. Quem resolve falar sobre algo que aconteceu tem que se obrigar a ser assim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos por partes, <b>JOÃO</b>&#8230; <img src='http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><b>DAR MAIS ATENÇÃO</b> a esse ou aquele aspecto da vida de um biografado é uma coisa; <b>DAR UMA INFORMAÇÃO ERRADA</b> é outra completamente diferente. Uma coisa seria eu dar mais atenção aos aspectos da vida pessoal (que é o que uma <i>biografia</i> geralmente faz) de Carlos Estêvão e menos à sua obra; outra seria dizer que ele nasceu no Mato Grosso em agosto de 1920 quando, na verdade, ele nasceu em Recife, Pernambuco, em setembro de 1921. </p>
<p>A lebre levantada aqui é sobre <b>ERRO DE INFORMAÇÃO</b>. No site de Carlos Estêvão, comento sobre vários publicados em jornais e livros.</p>
<p>Mas sobre <i>&#8220;apostar em flancos&#8221;</i>, não espere que eu não o faça. Falar da vida de alguém dando o mesmo peso para todas as coisas seria como contar uma história de amor e aventuras em ritmo de ladainha. Imagine que coisa sem graça! Há momentos e aspectos aos quais se deve dar mais atenção. Não há dúvidas quanto a isso. No momento, a única coisa que posso adiantar sobre as biografias de Appe e Carlos Estêvão é que serão dois trabalhos completamente diferentes. Se há algo que possa ser esperado de ambas é que não contenham erros de informação como os apresentados aqui. Afinal, quando os dois nasceram, já existia documentação. Isso facilita &#8220;um pouco&#8221;. <img src='http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Sobre o ilustrador dessa primeira capa de <i>Cruzeiro</i>, dizer que <i>&#8220;ninguém sabia quem era&#8221;</i> é um exagero de quem escreveu o artigo (o qual recebi e agradeço). Em edições de aniversário da revista, era comum citá-lo. Na edição de 22 de novembro de 1958, quando comemorava os 30 anos, a matéria sobre a efeméride é aberta com a primeira capa, ao lado da qual se lê:</p>
<p><i>&#8220;Esta é a capa (de Manuel Mora) do 1º número de ‘O Cruzeiro’, surgido no Rio e em São Paulo no dia 10-11-1928, com tiragem de 50 mil exemplares&#8221;.</i></p>
<p><i>Manuel Mora</i>, como em <i>O Cruzeiro</i> ou <i>Manoel de Móra</i>, como no recente artigo ao qual você se refere? <i>O Cruzeiro</i> como grafado na legenda da própria revista de 1958 ou <i>Cruzeiro</i> como mostra a imagem e como sabemos que era o nome em seus primeiros anos? &#8220;Ninguém sabia&#8221;, &#8220;QUASE ninguém sabia&#8221; ou &#8220;POUCA GENTE sabia&#8221;? <img src='http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  Preciosismo? Sim, mas são ossos do ofício. Quem resolve falar sobre algo que aconteceu tem que se obrigar a ser assim.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: joão antonio</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/06/06/mastigue-bem-antes-de-engolir/comment-page-1/#comment-437</link>
		<dc:creator>joão antonio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 16:00:46 +0000</pubDate>
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		<description>Sandro.
Erro há de montão. O grande problema é que o biógrafo geralmente se atem ao tema que lhe interessa, e no caso do Fernando Morais e o outro cara, assim com nas memórias do editor da revista Cruzeiro, Accioli, eles não estavam afim de falar dos artistas gráficos. Eles passam por cima de detalhes como estes. Aposto que você vai passar por cima de detalhes que não seja gráficos... O biógrafo paga um preço alto por isso. E ainda por cima é impossivel falar sobre tudo que envolva o biografado. O cara acaba apostando em alguns flancos. Naturalmente que com você não vai acontecer, o que espero.
PS Só recentemente soube infos sobre o autor destas capas da Cruzeiro, que ningúem sabia quem era. Mas quem garante que eestas infos são corretas? Não sei, eu cito a fonte de onde tirei a info, nunca digo que eu é que descobri, pra não incorrer no erro do cara.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sandro.<br />
Erro há de montão. O grande problema é que o biógrafo geralmente se atem ao tema que lhe interessa, e no caso do Fernando Morais e o outro cara, assim com nas memórias do editor da revista Cruzeiro, Accioli, eles não estavam afim de falar dos artistas gráficos. Eles passam por cima de detalhes como estes. Aposto que você vai passar por cima de detalhes que não seja gráficos&#8230; O biógrafo paga um preço alto por isso. E ainda por cima é impossivel falar sobre tudo que envolva o biografado. O cara acaba apostando em alguns flancos. Naturalmente que com você não vai acontecer, o que espero.<br />
PS Só recentemente soube infos sobre o autor destas capas da Cruzeiro, que ningúem sabia quem era. Mas quem garante que eestas infos são corretas? Não sei, eu cito a fonte de onde tirei a info, nunca digo que eu é que descobri, pra não incorrer no erro do cara.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Blog Memória Viva &#187; Blog Archive &#187; A primeira Cruzeiro</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/06/06/mastigue-bem-antes-de-engolir/comment-page-1/#comment-436</link>
		<dc:creator>Blog Memória Viva &#187; Blog Archive &#187; A primeira Cruzeiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 15:40:27 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Leia na íntegra Mastigue bem antes de engolir [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Leia na íntegra Mastigue bem antes de engolir [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jandiro</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/06/06/mastigue-bem-antes-de-engolir/comment-page-1/#comment-435</link>
		<dc:creator>Jandiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 15:13:49 +0000</pubDate>
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		<description>Baseado em uma biografia, solicitei ao arquivo de um famoso jornal (Folha de São Paulo) que fizessem fotocópia de uma matéria estampada em página inteira do dia tal, de mês tal e ano tal. Para minha surpresa, recebi e-mail informando que não havia essa matéria. Sugeri que procurassem um dia antes e um depois. Finalmente, concluí que somente poderia ter sido um erro na biografia. 
   Novamente no meu famoso cursinho, recebi uma apostila repleta de erros. Meus colegas não conseguiam entender o porquê de eu estar duvidando tanto da veracidade daquelas palavras impressas e, para eles, inquestionáveis (agora sei por que a Bíblia é indiscutível para alguns). 
   Outras vezes, no entanto, sites nada sérios, blogs recheados de idiotices me forneceram pistas exatas e importantíssimas para conseguir o que eu queria.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Baseado em uma biografia, solicitei ao arquivo de um famoso jornal (Folha de São Paulo) que fizessem fotocópia de uma matéria estampada em página inteira do dia tal, de mês tal e ano tal. Para minha surpresa, recebi e-mail informando que não havia essa matéria. Sugeri que procurassem um dia antes e um depois. Finalmente, concluí que somente poderia ter sido um erro na biografia.<br />
   Novamente no meu famoso cursinho, recebi uma apostila repleta de erros. Meus colegas não conseguiam entender o porquê de eu estar duvidando tanto da veracidade daquelas palavras impressas e, para eles, inquestionáveis (agora sei por que a Bíblia é indiscutível para alguns).<br />
   Outras vezes, no entanto, sites nada sérios, blogs recheados de idiotices me forneceram pistas exatas e importantíssimas para conseguir o que eu queria.</p>
]]></content:encoded>
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