<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: A tradicional poesia sertaneja</title>
	<atom:link href="http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/</link>
	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<lastBuildDate>Sat, 20 Mar 2010 04:57:48 -0300</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Sinéia Silveira</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/comment-page-1/#comment-697</link>
		<dc:creator>Sinéia Silveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 12:36:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/#comment-697</guid>
		<description>Pesquiso o universo cordelistico de Cuíca de Santo Amaro. Ao ler sobre Clotilde, fiquei interessada em ler alguns dos seus cordéis. Como ter acesso a esse material?
Grata,
Sinéia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquiso o universo cordelistico de Cuíca de Santo Amaro. Ao ler sobre Clotilde, fiquei interessada em ler alguns dos seus cordéis. Como ter acesso a esse material?<br />
Grata,<br />
Sinéia</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Clotilde Tavares</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/comment-page-1/#comment-600</link>
		<dc:creator>Clotilde Tavares</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 17:50:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/#comment-600</guid>
		<description>Depois de algumas semanas, revisito esta matéria e fico feliz com os comentários de pessoas tão legais, tão queridas, que me elogiaram e dedicaram seu tempo a ler esta entrevista. A quem interessar possa, estarei &quot;nesses dias&quot; colocando no ar o folheto sobre o Cariri e imprimindo a segunda edição de um folheto que lancei em 2005 e está esgotado: &quot;A Vida e a Obra do Padre Malagrida, o Santo Andarilho do Nordeste&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de algumas semanas, revisito esta matéria e fico feliz com os comentários de pessoas tão legais, tão queridas, que me elogiaram e dedicaram seu tempo a ler esta entrevista. A quem interessar possa, estarei &#8220;nesses dias&#8221; colocando no ar o folheto sobre o Cariri e imprimindo a segunda edição de um folheto que lancei em 2005 e está esgotado: &#8220;A Vida e a Obra do Padre Malagrida, o Santo Andarilho do Nordeste&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cristina</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/comment-page-1/#comment-592</link>
		<dc:creator>Cristina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 14:57:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/#comment-592</guid>
		<description>Hola:
      Pido ayuda, necesito dos poemas sertanejos opuestos. Uno, en el que no aparezcan conflictos sociales, es decir, armonías en el campo y comunión con la natureza. Otro, en el que aparezcan críticas a orden económico y social. Con autor y años de publicación. Material que necesito para un trabajo con docentes. Gracias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hola:<br />
      Pido ayuda, necesito dos poemas sertanejos opuestos. Uno, en el que no aparezcan conflictos sociales, es decir, armonías en el campo y comunión con la natureza. Otro, en el que aparezcan críticas a orden económico y social. Con autor y años de publicación. Material que necesito para un trabajo con docentes. Gracias.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: vitória lima</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/comment-page-1/#comment-314</link>
		<dc:creator>vitória lima</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 10:45:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/#comment-314</guid>
		<description>Adorei a entrevista com Clotilde Tavares.
Aos interessados: sim, na França tem muitos pesquisadores dubruçados sobre literatura popular brasileira. Alguns desses nomes são Idelette Muzart Fonseca e Ria Lemaire. Idelette já foi professora da UFPB, tem tese sobre Ariano Suassuna, verteu Ariano para o francês e hoje está de volta à França. Ainda mais: a UEPB tem uma significativa coleção de folhetos de cordel (não sei se já está disponível ao público pesquisador). Como é em Campina Grande, deve ser a maior do mundo!
Vitória Lima (professora da UEPB)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei a entrevista com Clotilde Tavares.<br />
Aos interessados: sim, na França tem muitos pesquisadores dubruçados sobre literatura popular brasileira. Alguns desses nomes são Idelette Muzart Fonseca e Ria Lemaire. Idelette já foi professora da UFPB, tem tese sobre Ariano Suassuna, verteu Ariano para o francês e hoje está de volta à França. Ainda mais: a UEPB tem uma significativa coleção de folhetos de cordel (não sei se já está disponível ao público pesquisador). Como é em Campina Grande, deve ser a maior do mundo!<br />
Vitória Lima (professora da UEPB)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sandro Fortunato</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/comment-page-1/#comment-304</link>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 20:32:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/#comment-304</guid>
		<description>Clotilde lançando o folheto:
http://br.youtube.com/watch?v=2Ly7z3JMwXg</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Clotilde lançando o folheto:<br />
<a href="http://br.youtube.com/watch?v=2Ly7z3JMwXg" rel="nofollow">http://br.youtube.com/watch?v=2Ly7z3JMwXg</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cecilia Correia</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/comment-page-1/#comment-287</link>
		<dc:creator>Cecilia Correia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 14:47:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/#comment-287</guid>
		<description>Oi Oi Sandro!!!
 Adorei a Materia de Cazuza, mas gostei mesmo pq vc mencionou o ginasio Juvenal Lamartine!! Eh q esse ano estou me formando em arquitetura e como tema da minha monografia escolhi fazer uma casa de espetaculos!!! E tenho a intensao de mostrar como Natal necessita de lugares para shows como os q vc mencionou!!! se possivel queria q vc me descrevesse mais como era os shows no juvenal e no palacio dos esportes!! seria um enorme prazer pra mim!! ter suas emocoes na minha monografia!! risos 
desde obrigada ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Oi Sandro!!!<br />
 Adorei a Materia de Cazuza, mas gostei mesmo pq vc mencionou o ginasio Juvenal Lamartine!! Eh q esse ano estou me formando em arquitetura e como tema da minha monografia escolhi fazer uma casa de espetaculos!!! E tenho a intensao de mostrar como Natal necessita de lugares para shows como os q vc mencionou!!! se possivel queria q vc me descrevesse mais como era os shows no juvenal e no palacio dos esportes!! seria um enorme prazer pra mim!! ter suas emocoes na minha monografia!! risos<br />
desde obrigada &#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Benedito Luciano</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/comment-page-1/#comment-285</link>
		<dc:creator>Benedito Luciano</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 14:01:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/#comment-285</guid>
		<description>Prezado Sandro, bom dia!
 
Sobre o termo &quot;folheto de cordel&quot;, certa vez, conversando com o professor Átila Almeida, ele me disse que não concordava com essa denominação, tendo em vista que os tais folhetos não eram exibibos nas feiras pendurados em cordel. Em alguns casos, o tais folhetos eram pendurados num arame esticado. Portanto, nesses casos, a denominação mais apropriada seria &quot;folheto de aramel&quot;. 
De &quot;cordel&quot; ou de &quot;aramel&quot;, pouco  importa. Pois, o mais importante é o conteúdo.
Saudações poéticas,
Bené</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Sandro, bom dia!</p>
<p>Sobre o termo &#8220;folheto de cordel&#8221;, certa vez, conversando com o professor Átila Almeida, ele me disse que não concordava com essa denominação, tendo em vista que os tais folhetos não eram exibibos nas feiras pendurados em cordel. Em alguns casos, o tais folhetos eram pendurados num arame esticado. Portanto, nesses casos, a denominação mais apropriada seria &#8220;folheto de aramel&#8221;.<br />
De &#8220;cordel&#8221; ou de &#8220;aramel&#8221;, pouco  importa. Pois, o mais importante é o conteúdo.<br />
Saudações poéticas,<br />
Bené</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LUIZ ALBERTO MACHADO</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/comment-page-1/#comment-284</link>
		<dc:creator>LUIZ ALBERTO MACHADO</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 11:07:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/#comment-284</guid>
		<description>Parabens pela excelente matéria sobre esta poeta porreta &amp; linda mulhher que é Clotilde Tavares. Nada mais esclarecedor!!!
Estarei indicando nas minhas páginas.
Abração fraterno &amp; tataritaritatá!
www.luizalbertomachado.com.br</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabens pela excelente matéria sobre esta poeta porreta &amp; linda mulhher que é Clotilde Tavares. Nada mais esclarecedor!!!<br />
Estarei indicando nas minhas páginas.<br />
Abração fraterno &amp; tataritaritatá!<br />
<a href="http://www.luizalbertomachado.com.br" rel="nofollow">http://www.luizalbertomachado.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: wilson</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/comment-page-1/#comment-282</link>
		<dc:creator>wilson</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 19:58:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/#comment-282</guid>
		<description>Então, temos aí uma Clotilde Cordeleira. Bom ver que, o que começou como tradição oral mantém-se vivo. E manter-se vivo neste país tá meio difícil: Tradição, Flolklore, tantas coisas estão morrendo, se perdendo...

Falam em Cordel e eu lembro a Praça da Sé, aqui em São Paulo. Nos anos 60 e 70, tínhamos por lá os Trios Nordestinos, os Cantadores de Embolada e os Cirandeiros que cantavam à capela uma infinidade de músicas do norte/nordeste. 

Entre eles estavam os Cordeleiros que recitavam as histórias e vendiam a Literatua de Cordel. Muitos, como afirma Clotilde, traziam os livretos em uma mala que era aberta e, presos na tampa dessa mala, com cordinhas (cordel) estava o mostruário. Na mala mesmo, ficava o estoque a ser vendido. Em mãos do vendedor estavam os mais recentes Cordéis chegados do Nordeste.

Vara/varal,barbante,corda/cordel, pelo menos aqui em São Paulo era comum até o início dos anos 50. Desapareceram com o advento das Bancas de Jornal. Servia como aproveitamento de espaço e seguraça. Não só dos folhetos ou livretos da Literatura de Cordel, mas de outras revistas. Abria-se a obra pelo meio e colocava-se no cordão. Fixadas pelo prório peso ou por um simples pregador de roupas.

As barraquinhas de quinquilharias dos Nordestinos, que também vendiam Cordéis usavam esse tipo de varal para exibí-los.

Acho que a corda ou cordel, pelo menos aqui, virou tradição. Nos anos 90 houve um &quot;revival&quot; das histórias de cordel. E eles eram exibidos pendurados em barbantes nas bancas de jornal e nas livrarias.

Aqui, o Cordel não perdeu a sua força, nem o seu fascínio. Econtramos muitos vendedores lá pelos lados do Jardim e Estação da Luz, misturados aos vendedores de CDs piratas, óculos, etc.

Uma constatação interessante: Desde os anos 60, até hoje, Há uma preferência e paixão muito grande pelos folhetos impressos naquela forma simples e rudimentar. Os rebuscados e, mesmo os antigos, revestidos por &quot;uma roupa nova&quot; são deixados de lado. 

E não falo de intelectuais ou colecionadores que buscam antigüidades. Falo do próprio Nordestino radicado em São Paulo.

Não sei se aí, na Parahyba (como eu gosto de grafar)e em geral, no Nordeste esse material é usado nas escolas. Ser for, ótimo! Senão, devia!

Clotilde,parabéns!!!

Abração</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então, temos aí uma Clotilde Cordeleira. Bom ver que, o que começou como tradição oral mantém-se vivo. E manter-se vivo neste país tá meio difícil: Tradição, Flolklore, tantas coisas estão morrendo, se perdendo&#8230;</p>
<p>Falam em Cordel e eu lembro a Praça da Sé, aqui em São Paulo. Nos anos 60 e 70, tínhamos por lá os Trios Nordestinos, os Cantadores de Embolada e os Cirandeiros que cantavam à capela uma infinidade de músicas do norte/nordeste. </p>
<p>Entre eles estavam os Cordeleiros que recitavam as histórias e vendiam a Literatua de Cordel. Muitos, como afirma Clotilde, traziam os livretos em uma mala que era aberta e, presos na tampa dessa mala, com cordinhas (cordel) estava o mostruário. Na mala mesmo, ficava o estoque a ser vendido. Em mãos do vendedor estavam os mais recentes Cordéis chegados do Nordeste.</p>
<p>Vara/varal,barbante,corda/cordel, pelo menos aqui em São Paulo era comum até o início dos anos 50. Desapareceram com o advento das Bancas de Jornal. Servia como aproveitamento de espaço e seguraça. Não só dos folhetos ou livretos da Literatura de Cordel, mas de outras revistas. Abria-se a obra pelo meio e colocava-se no cordão. Fixadas pelo prório peso ou por um simples pregador de roupas.</p>
<p>As barraquinhas de quinquilharias dos Nordestinos, que também vendiam Cordéis usavam esse tipo de varal para exibí-los.</p>
<p>Acho que a corda ou cordel, pelo menos aqui, virou tradição. Nos anos 90 houve um &#8220;revival&#8221; das histórias de cordel. E eles eram exibidos pendurados em barbantes nas bancas de jornal e nas livrarias.</p>
<p>Aqui, o Cordel não perdeu a sua força, nem o seu fascínio. Econtramos muitos vendedores lá pelos lados do Jardim e Estação da Luz, misturados aos vendedores de CDs piratas, óculos, etc.</p>
<p>Uma constatação interessante: Desde os anos 60, até hoje, Há uma preferência e paixão muito grande pelos folhetos impressos naquela forma simples e rudimentar. Os rebuscados e, mesmo os antigos, revestidos por &#8220;uma roupa nova&#8221; são deixados de lado. </p>
<p>E não falo de intelectuais ou colecionadores que buscam antigüidades. Falo do próprio Nordestino radicado em São Paulo.</p>
<p>Não sei se aí, na Parahyba (como eu gosto de grafar)e em geral, no Nordeste esse material é usado nas escolas. Ser for, ótimo! Senão, devia!</p>
<p>Clotilde,parabéns!!!</p>
<p>Abração</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fanka</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/comment-page-1/#comment-280</link>
		<dc:creator>Fanka</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 13:49:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/#comment-280</guid>
		<description>Sandro, sou suspeita para deixar recado pois além de pesquisar esse universo (cordel e autoria feminina) sou fã da poetisa entrevistada por sua coluna, por isso, deixo apenas meu abraço e o desejo que esse espaço seja aberto para outras e tantas mais escritoras que a historia silenciou...e parabens pelo novo trabalho de Clotilde, vou querer depois...
Só corrigindo, sou doutoranda pela UFPB, João Pessoa. Estou aqui para coletar informações em um grande centro de cordel o Fonds Raymund Cantel, onde existem mais de 8 mil folhetos e entre eles, o que lhe disse, de fins da década de 1960 e outras duas publicações do início de 1970. Nesse momento não tenho em mãos o nome das autoras, mais em breve atualizo essa informação. Abraços e até breve!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sandro, sou suspeita para deixar recado pois além de pesquisar esse universo (cordel e autoria feminina) sou fã da poetisa entrevistada por sua coluna, por isso, deixo apenas meu abraço e o desejo que esse espaço seja aberto para outras e tantas mais escritoras que a historia silenciou&#8230;e parabens pelo novo trabalho de Clotilde, vou querer depois&#8230;<br />
Só corrigindo, sou doutoranda pela UFPB, João Pessoa. Estou aqui para coletar informações em um grande centro de cordel o Fonds Raymund Cantel, onde existem mais de 8 mil folhetos e entre eles, o que lhe disse, de fins da década de 1960 e outras duas publicações do início de 1970. Nesse momento não tenho em mãos o nome das autoras, mais em breve atualizo essa informação. Abraços e até breve!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sandro Fortunato</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/comment-page-1/#comment-279</link>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 13:04:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/#comment-279</guid>
		<description>&lt;b&gt;ADENDO&lt;/b&gt;

A pedido de Clotilde, entrei em contato com &lt;b&gt;Fankka Santos&lt;/b&gt;, doutoranda que a entrevistou no ano passado, para saber se a informação de que ela (Clotilde)  era mesmo a primeira mulher a assinar folhetos de cordel ainda era válida. Fankka acaba de responder. Reproduzo sua mensagem:

&lt;b&gt;&lt;i&gt;“Sim, quando eu falei com Clotilde no ano passado ela era a primeira. Agora eu já encontrei outra de 1968. Encontrei aqui nos arquivos da Universidade de Poitiers, França, porque aí não se tem infelizmente esses registros. Mas você pode dizer, sim, que Clotilde é uma das precursoras poetisas de cordel ao lado de outras que certamente existiram mas que, contudo, a historiografia ainda desconhece”.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;

Fankka é professora do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará e faz doutorado sobre a presença das mulheres no cordel pela Universidade Federal da Paraíba.

&lt;b&gt;ADENDO 2&lt;/b&gt;

Para quem possa ter se assombrado com o fato de ela encontrar na França mais informações sobre cultura popular brasileira do que aqui mesmo, saiba que isso é muito comum. Detesto dizer, mas para estudar cultura brasileira, sair do Brasil ainda é uma das melhores opções.

&lt;b&gt;ADENDO 3&lt;/b&gt;

Esperando Fankka informar o nome da poetisa de 68... ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>ADENDO</b></p>
<p>A pedido de Clotilde, entrei em contato com <b>Fankka Santos</b>, doutoranda que a entrevistou no ano passado, para saber se a informação de que ela (Clotilde)  era mesmo a primeira mulher a assinar folhetos de cordel ainda era válida. Fankka acaba de responder. Reproduzo sua mensagem:</p>
<p><b><i>“Sim, quando eu falei com Clotilde no ano passado ela era a primeira. Agora eu já encontrei outra de 1968. Encontrei aqui nos arquivos da Universidade de Poitiers, França, porque aí não se tem infelizmente esses registros. Mas você pode dizer, sim, que Clotilde é uma das precursoras poetisas de cordel ao lado de outras que certamente existiram mas que, contudo, a historiografia ainda desconhece”.</i></b></p>
<p>Fankka é professora do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará e faz doutorado sobre a presença das mulheres no cordel pela Universidade Federal da Paraíba.</p>
<p><b>ADENDO 2</b></p>
<p>Para quem possa ter se assombrado com o fato de ela encontrar na França mais informações sobre cultura popular brasileira do que aqui mesmo, saiba que isso é muito comum. Detesto dizer, mas para estudar cultura brasileira, sair do Brasil ainda é uma das melhores opções.</p>
<p><b>ADENDO 3</b></p>
<p>Esperando Fankka informar o nome da poetisa de 68&#8230; <img src='http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sandro Fortunato</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/comment-page-1/#comment-278</link>
		<dc:creator>Sandro Fortunato</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 10:18:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/#comment-278</guid>
		<description>Vixi, D. Márcia! Que é que a senhora, que pode dar aula disso, quer mais? Colabore com esse pobre! Conte umas histórias. ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vixi, D. Márcia! Que é que a senhora, que pode dar aula disso, quer mais? Colabore com esse pobre! Conte umas histórias. <img src='http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: márcia</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/comment-page-1/#comment-277</link>
		<dc:creator>márcia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 10:08:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/#comment-277</guid>
		<description>adorei, mas... muito, muito curto, quero mais!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>adorei, mas&#8230; muito, muito curto, quero mais!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Blog Memória Viva &#187; Blog Archive &#187; As belezas do Cariri Paraibano</title>
		<link>http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/comment-page-1/#comment-276</link>
		<dc:creator>Blog Memória Viva &#187; Blog Archive &#187; As belezas do Cariri Paraibano</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 03:10:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrofortunato.com.br/salgo/2008/04/17/a-tradicional-poesia-sertaneja/#comment-276</guid>
		<description>[...] também Um papo com a autora, sobre poesia popular, no blog Sempre Algo a Dizer Site de Clotilde [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] também Um papo com a autora, sobre poesia popular, no blog Sempre Algo a Dizer Site de Clotilde [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
